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quarta-feira, 10 de maio de 2017
Leituras católicas
No meio de tantos livros sobre Francisco e Fátima e Fátima e Francisco é difícil saber qual ou quais valem a pena ler, de facto. Há tanta coisa para ler, que é pecado perder tempo com maus livros. O difícil é saber quais os bons, no campo católico. Não há uma crítica católica em Portugal. E até compreendo porquê. Uns possíveis críticos estão a escrever livros. E outros possíveis críticos não querem criticar livros de amigos. Todos se conhecem.
terça-feira, 21 de março de 2017
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Editora Verbo e a Igreja portuguesa
A importância da Verbo, quer se goste quer não se goste do estilo, nunca
poderá ser menorizada. Dizia um padre, no tempo de maior pujança da
editora, que os grandes órgãos de comunicação da Igreja eram a
Universidade Católica, a Rádio Renascença e a Verbo, com a
particularidade de a Verbo não pertencer à Igreja. E, de facto, em
tempos de sanha revolucionária, de PREC e de purgas, a Verbo funcionou
como única hipótese de direito ao contraditório dos vencidos.
Lido aqui.
Lido aqui.
Fernando Guedes e o Verbo
Morreu Fernando Guedes. O nome não me dizia nada até perceber que era o fundador da Verbo (e afinal já lera páginas dele sobre a história da edição em Portugal). Deu-nos livros como a "Apologia", de Henry Newman, ou os "Ensaios ecuménicos", de Yves Congar. E os "Diálogos sobre a Fé", de Ratzinger. Só por estas três obras (todas referidas diversas vezes ao longo deste blogue), já teria feito muito pela cultura católica em Portugal. E por mim. Evidentemente, Verbo tem conotações teológicas.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Um país chamado Jansénia
Jansénia, um país que faz fronteira com Despairia, Calvínia e Libertínia, tem uma cidade que se chama Hipona ou Tarso.
Por causa do artigo a que se refere a frase acima, quase investia 20 e tal euros na compra do "Dicionário de lugares imaginários", de Alberto Manguel e Giani Guadalupi. A ideia da compra fica em quarentena uns quinze dias. Se não passar, terei de o comprar. Mas não é admirável que em Jansénia haja uma cidade chamada Hipona ou Tarso? Também lá (no livro) está cartografado o País das Maravilhas (imagem abaixo). E certamente a ilha de Rafael Hitlodeu.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Sim, é (parte da) Bíblia, o livro impresso mais caro
Um pequeno livro de salmos publicado em 1640, e que se crê
ter sido o primeiro livro impresso no território do que vieram a ser os Estados
Unidos, foi arrematado esta terça-feira por 14 milhões e 165 mil dólares (um
pouco mais de 10,3 milhões de euros) num leilão promovido pela Sotheby’s em
Nova Iorque.
O livro, conhecido como Bay Psalm Book, foi impresso pela
comunidade puritana da colónia britânica da baía de Massachusetts, mais
precisamente na então recém-fundada povoação de Cambridge, apenas vinte anos
após o desembarque em Plymouth dos pioneiros do Mayflower, a quem os americanos
chamam “pilgrims” (peregrinos).
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Exercício para quem gosta de livros
Diz o padre António Rego no livro "Quando a Igreja desceu à terra" (Princípia), de António Marujo, sobre os 50 anos do II Concílio do Vaticano (pág. 28):
António Rego refere-se ao livros de teologia, pastorais, de reflexão cristã. Mas seria um exercício curioso passar pelas estantes pessoais e ver quais os livros vivos e os mortos. Há livros claramente vivos. Há outros evidentemente mortos, mesmo mortos, que poderiam desaparecer sem qualquer prejuízo. E há os mortos que podem ressuscitar num momento qualquer. O mortos costumam ser enterrados quando se muda de casa, por exemplo. A não ser que haja uma esperança na ressurreição final de todos os monos. Tendo mudado de casa várias vezes, confesso que são muito poucos os livros mesmo mortos-mortos. Nos datados", que são os "mortos" de António Rego, vejo sempre qualquer coisa que ainda fumega.
"Quando percorro a minha biblioteca e vejo os livros que adquiri ao longo destes últimos 50 anos, noto que há lá livros vivos e mortos. «Mortos» são os «datados», presos a estilos passageiros que nem se situaram no património cultural e espiritual, nem abriram qualquer fresta ao futuro".
António Rego refere-se ao livros de teologia, pastorais, de reflexão cristã. Mas seria um exercício curioso passar pelas estantes pessoais e ver quais os livros vivos e os mortos. Há livros claramente vivos. Há outros evidentemente mortos, mesmo mortos, que poderiam desaparecer sem qualquer prejuízo. E há os mortos que podem ressuscitar num momento qualquer. O mortos costumam ser enterrados quando se muda de casa, por exemplo. A não ser que haja uma esperança na ressurreição final de todos os monos. Tendo mudado de casa várias vezes, confesso que são muito poucos os livros mesmo mortos-mortos. Nos datados", que são os "mortos" de António Rego, vejo sempre qualquer coisa que ainda fumega.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
La Biblia de los Niños
Uma página de "La Biblia de nos Niños". Pode ver ou descarregar o primeiro capítulo aqui.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
O livro sublinhado de João XXIII
João XXIII - daqui a dias faz 50 anos que ele morreu - foi núncio em Paris até 1953. Dizem que, apreciando o nível cultural do clero francês e não por ironia, um dia afirmou: "Nenhum padre francês se dá por satisfeito enquanto não fizer gemer as prensas com um livro seu".
Na realidade, lia os autores franceses. Mais tarde foi encontrado entre os seus haveres um livro intitulado "Verdadeira e falsa reforma na Igreja", sublinhado e anotado, publicado originariamente em 1950. Autor: Yves Congar, o teólogo mais influente no II Concílio do Vaticano.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Vêm aí o dia mundial do livro - 1
Sentimo-nos culpados por tudo o que ainda não lemos, mas esquecemos que já lemos mais do que Agostinho ou Dante, ignorando assim que o nosso problema reside, definitivamente, no modo de absorção e não na dimensão do nosso consumo.
Alain de Botton, "Religião para ateus", 138
Alain de Botton, "Religião para ateus", 138
terça-feira, 16 de abril de 2013
Primeiro-ministro de Espanha ofereceu livro de autor português ao Papa
Ilustração de "De Aetatibus Mundi Imagines" (da Wikipedia)
Um jornalista (obrigado, Octávio) diz-me que a o futebol foi
secundário no encontro com o Papa (ver entrada anterior).
"Ha habido un intercambio de opiniones sobre la difícil situación
económica y financiera mundial a la que se enfrenta España al igual que otros
países europeos, y que ha causado una grave crisis del empleo, afectando a
numerosas familias, particularmente a los jóvenes".
Vendo o que foi o encontro, nem sequer a camisola foi a
oferta mais importante. No Religión Digital leio que Rajoy ofereceu uma joia daBiblioteca Nacional (espanhola) ao Papa Francisco. Trata-se em concreto de uma
cópia da obra "De Aetatibus Mundi Imagines".
Ora, diz o o artigo, “la obra es una crónica del mundo en
imágenes realizada por Francisco de Holanda, autor de origen flamenco del siglo
XVI”.
“Autor de origen
flamenco”? Bem, talvez pelo pai ou avô. Já Francisco de Holanda é
portuguesíssimo da silva. Nasceu em Lisboa, no dia 6 de setembro de 1517. E em Lisboa morreu no dia 19 de junho de 1585, já sob Filipe II ( "I de Portugal", como dizia o livro de História do meu pai). O pai dele, António de Holanda, talvez tenha nascido nos Países Baixos, mas mesmo
em relação a isso não há certezas.
Isto também é notícia: "Primeiro-ministro de Espanha ofereceu livro de autor português ao Papa".
Isto também é notícia: "Primeiro-ministro de Espanha ofereceu livro de autor português ao Papa".
quarta-feira, 3 de abril de 2013
sábado, 2 de março de 2013
Fiambre no Coliseu
A Paulus publicou um livrinho sobre o jejum (112 páginas de pequeno formato). Li quase ao
acaso um bocadinho que não resisto a partilhar.
“Tenho sempre na retina um grupo de miúdos de um famoso coro
a comer pão e fiambre antes da Via-Sacra de Sexta-feira Santa, no Coliseu! Infelizmente,
a sexta-feira cristã perdeu a sua identidade, já não tem direito de cidadania,
mas a culpa é nossa. Ninguém no-lo tirou. Fomos nós que o quisemos perder” (pág. 66-67).
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Para uma nova moral sexual católica
Todd Salzman
Todd Salzman e Michael Lawler reivindicam uma nova moralidade católica da
sexualidade. Enraízam-na numa antropologia renovada, que se foca em pessoas e
não em atos, em relacionamentos e não na biologia, no real e vivencial e não na
perceção de um ideal, em princípios e virtudes (como, por exemplo, a justiça e
o amor) e não em normas absolutas.
Os resultados desta nova antropologia e nova moralidade
católicas são polémicos (e pelo facto de alguns leitores não deixarem escapar
uma, já imagino o que poderão escrever por aqui; aceito o que vier como flores
num jardim), mas julgo que vale a pena ler a entrevista, que cita muito
Ratzinger, porque, de facto, há um mal-estar de origem sexual no catolicismo.
Pensemos nos divorciados recasados e nos homossexuais, para referir apenas dois
exemplos.
Em conclusão, afirmam os teólogos,que acabaram de publicar um livro no Brasil: “Alguns atos homossexuais
e heterossexuais, aqueles que cumprem as exigências de complementaridade
holística e amor justo, são verdadeiramente humanos e morais; e alguns atos
homossexuais e heterossexuais, aqueles que não cumprem as exigências de
complementaridade holística e amor justo, não são verdadeiramente humanos e são
imorais”.
Ler tudo aqui.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Anselmo Borges: "A infância de Jesus segundo Ratzinger/Bento XVI"
A história verdadeira e toda lê-se do fim para o princípio. Antes, apenas há sinais, pois o processo de fazer-se está ainda em aberto. Aí está a razão por que nunca podemos dizer de modo cabal o que foi a vida de um ser humano, já que não sabemos como morreu, o que foi a sua morte, o seu fim.
Um bom exemplo disto é Jesus. Muitos o seguiram, convocados pelo que dizia e fazia, pela sua mensagem em palavras e obras, pela sua pessoa. Seria ele o Messias? Depois da crucifixão, fazendo o cômputo todo da sua existência, incluindo o modo como morreu - para dar testemunho do amor e da verdade do que moveu a sua vida: Deus que é amor -, os discípulos acreditaram que ele está vivo em Deus e confessaram a sua fé viva nele como o Messias, Filho de Deus, o Salvador, aquele que revelou de modo definitivo e insuperável quem é Deus, cuja causa é a causa dos homens e das mulheres.
Foi a partir dessa fé que leram retrospectivamente a sua vida histórica, real, situada num tempo concreto, sob o domínio de Herodes e no quadro do Império Romano. Trata-se de uma história real, mas lida e interpretada com o olhar da fé. Esta leitura interpretada teologicamente é particularmente visível nos relatos da infância, que só aparecem nos Evangelhos de Mateus e Lucas, utilizando um género literário próprio, o midraxe, que não quer narrar factos, mas ler teologicamente: neste caso, projectando sobre o princípio o que já sabem no fim: em Jesus, cumpriram-se as promessas.
Infelizmente, do livro de Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré. A infância de Jesus, publicado pouco antes do Natal, para os media pouco mais restou do que a não existência do burro e da vaca. De qualquer modo, o próprio Papa preveniu, no primeiro volume da sua obra sobre Jesus, que, não escrevendo enquanto Papa, ficava sujeito à crítica. Ora, é precisamente o que faz a maior parte dos exegetas e historiadores, considerando que não teve na devida consideração o género literário próprio dos relatos da infância.
Alguns exemplos. Ao contrário do que afirma J. Ratzinger - "Maria é um novo começo, o seu filho não provém de um homem" -, nada parece indicar que o Novo Testamento refira a virgindade. O que se pretende afirmar é que Jesus está vinculado a David pelo lado do pai, José, e é Filho de Deus, concebido por obra do Espírito Santo. Portanto, o que aqui se encontra não é uma concepção e nascimento virginais, mas a tomada de consciência do mistério do seu nascimento, de todo o nascimento. Como escreve o jesuíta Juan Masiá, "a nova vida é gerada por obra dos pais e pela graça da Palavra criadora. Por isso, é procriação: obra humana e divina. Pode dizer-se, em teologia cristã, que Maria e José geram Jesus, que é fruto da sua união como eu da dos meus pais; e, ao mesmo tempo, que essa criatura é fruto da acção criadora do Espírito. Esse nascimento transforma-se em símbolo iluminador do que acontece em todo o nascimento; não é um dar à luz excepcional sem participação de varão, mas o símbolo que recorda que todo o nascimento é, ao mesmo tempo, obra dos progenitores e graça do Espírito de vida".
Assim também, embora, muito provavelmente, Jesus tenha nascido em Nazaré, aparece como nascendo em Belém. Trata-se de mostrar, em conexão com David, que ele é o verdadeiro Messias e rei, mas no quadro de uma realeza diferente.
Não tem sentido nenhum perguntar aos astrónomos pela estrela aparecida aos magos. Estes são sábios que procuram a verdade. Jesus nasceu para todos os que procuram a verdade e, como mostra a presença dos pastores, gente pobre e marginalizada, ele está, em primeiro lugar, ao lado dos mais pobres e marginalizados. E há sempre uma estrela que guia quem busca a luz e a verdade. Se, mais tarde, a Igreja colocou a data do seu nascimento no dia 25 de Dezembro, no solstício de Inverno, isso deve-se à conexão com a festa do Sol Invicto.
Se Jesus aparece perseguido por Herodes, a caminho do Egipto, é porque participa na sorte de Moisés, também ele liberto da morte e libertando o seu povo no Êxodo. Jesus é o verdadeiro Moisés, Libertador da Humanidade.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Alguém que traduza e publique: "De la salvación a un proyecto con sentido. Por una Cristología actual", de Juan Antonio Estrada
“Jesus não foi um super-homem, mas alguém que assumiu
plenamente a constituição humana”, diz Juan Antonio Estrada a propósito do seu
novo livro.
Desconfio que alguns ficarão surpreendidos por Jesus não ter
sido um super-homem, logo, não ter tido superpoderes. Não saber tudo. Não poder tudo. Não ver tudo. E ser Filho de Deus, o Baixíssimo.
O livro tem como título "De la salvación a un proyecto
con sentido. Por una Cristología actual". 416 páginas que gostava de ver
em português. Índice e introdução (29 páginas) aqui em PDF.
Uma nota pessoal: Juan Antonio Estrada, jesuíta, esteve no colóquio
Igreja em Diálogo, sobre Jesus Cristo, realizado em Valadares, em outubro de
2011. Na altura, agradeci-lhe ter escrito um dos livros sobre Jesus que mais me
marcou, “El Proyecto de Jesus” (Ediciones Sígueme), em co-autoria com Jose M.
Castillo, que também esteve em Valadares.
domingo, 30 de dezembro de 2012
Maria Ratzinger, a esquecida
Georg, Joseph e Maria
Quando escrevi sobre o livro do irmão do Papa, “Meu irmão, o
Papa”, de Georg Ratzinger (aqui), disse que houve dois aspetos que não apreciei
lá muito. Um depende do próprio Georg e outro de Hesemann. Comecemos por este.
A ver se o assunto fica encerrado antes que o ano acabe.
Ao historiador que entrevistou o irmão do Papa só faltou
dizer que a ideia da realização do II Concílio do Vaticano se deveu ao próprio
Joseph Ratzinger. Não exagero. Michael Hesemann diz que o cardeal Frings, arcebispo
de Colónia, “a figura mais impressionante do episcopado alemão do pós-guerra”
ouviu “«o menino-prodígio da Teologia» Ratzinger a esboçar os seus pensamentos
sobre a «Teologia do Concílio»” e o convida para uma conversa. A seguir pede a
Ratzinger que escreva uma conferência que o próprio arcebispo haveria de
proferir em Génova sobre “o Concílio nos tempos atuais”. “O esboço que [Ratzinger]
entregou pouco depois era tão bom que Frings só precisou de fazer uma correção”
(p. 187). Com a conferência, “o cardeal parecia ter anunciado o programa
teológico de todo o Concílio” (p. 188). Pouco depois, Frings encontra-se com
João XXIII e este agradece-lhe o discurso de Génova. Em suma, tendo em conta que, segundo Hesemann, o cardeal de Colónia desejava um concílio mesmo antes da decisão do Papa, foi dos mais influentes na aula conciliar e teve como principal perito Jospeh Ratzinger, “ele [Frings] e o
seu grupo [ou seja, Ratzinger] conseguiram escrever a história do Concílio” (p.
189).
É claramente excessivo o que o co-autor do livro escreve
sobre Joseph Ratzinger e o Concílio. É pouco sobre o acontecimento em si e muito sobre
a influência de Ratzinger, que, na realidade, sem qualquer dúvida, foi menor do que a de Yves
Congar, Henri de Lubac, Jean Daniélou, Karl Rahner, ou mesmo John Courtney Murray
. Georg, sobre o seu irmão e o Concílio, é muito modesto. Diz só que o
irmão fez uma conferência em 1964 sobre a falta de unanimidade entre teólogos e
religiosos do concílio.
O segundo aspeto. Os irmãos Ratzinger são três: Maria (1921),
Georg (1924) e Joseph (1927). No livro fala-se regularmente do pai e da mãe
Ratzinger, mas quase nada da irmã Ratzinger, que morreu quase com 70
anos (nasceu a 7 de dezembro de 1921 e morreu a 2 de novembro de 1991). Maria Theogona Ratzinger
acompanhou toda a vida os irmãos, principalmente Joseph, que serviu até morrer.
Uma santa praticamente anónima, como muitas mulheres que no século passado se
dedicavam completamente aos seus irmãos padres. Maria merecia mais memória.
sábado, 22 de dezembro de 2012
Cinco sugestões de livros por Tolentino Mendonça
Nas páginas 4 e 5 do "Q" (suplemento do DN aos sábados), há cinco sugestões de livros, três de discos e três de filmes dadas e comentadas por José Tolentino Mendonça. Já decidi comprar um dos livros. Os referidos são:
- Flannery O'Connor, Collected Works, The Library of America
- Mário Casariny, Cartas para a Casa de Pascoais, Documenta / Fundação Cupertino de Miranda
- Alfredo Teixeira (org), Idntidades Religiosas em Portugal. Ensaio interdisciplinar, Paulinas
- Daniel Marguerat e Yvan Bourquin, Para ler as narrativas bíblicas [o DN diz que é "os relatos bíblicos"], Paulinas
- Andrej Tarkovski, Leben un werk: filme, schriften, stills & Polaroids, Schurner / Mosel.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Vai aonde te leva o coração
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Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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