sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Papa fictícios
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Muito o abandonaram porque nunca o conheceram
Giovanni Papini, "História de Cristo", ed. Livros do Brasil, pág. 23.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Nem ênfase untuosa nem gelo catedrático
Se, fugindo ao mau gosto dos compiladores devocionais, passamos, em busca de luz, aos monopolistas da «verdade histórica», tombamos de uma devoção fastidiosa para uma confusão estéril. Os primeiros não sabem reconduzir a Cristo os extraviados e os outros perdem-no de vista nas selvas da controvérsia. Um e outros não convidam a ler: isto é, escrevem mal. Se a fé os separa, o mau estilo os une. E aos espíritos que conhecem, embora apenas de passagem, a poesia do Evangelho, idílio divino e tragédia divina, repugna tanto a ênfase untuosa dos primeiros como o gelo catedrático dos segundos.
Giovanni Papini, "História de Cristo" (Livros do Brasil), pág. 13
terça-feira, 15 de maio de 2012
Vidas de Jesus feitas de lugares infelizmente demasiado comuns
Giovanni Papini, "História de Cristo", pág. 11
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Nome e palavras
Destruí os frescos das igrejas, retirai os quadros dos altares e das casas - e avida de Cristo enche ainda os museus e as galerias. Lançai ao fogo missais, breviários e eucológios - e achareis o seu nome e as suas palavras nos livros de todas as literaturas. Até as próprias blasfémias são uma confissão involuntária da sua presença.
Giovanni Papini, "História de Cristo" (Livros do Brasil), pág. 09
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
24 de Dezembro de 1294. Eleição do Papa Bonifácio VIII

Benedetto Caetani (1235 - 1303) foi eleito Papa no dia 24 de Dezembro, após a abdicação de Celestino V, no dia 13 de Dezembro anterior.
Benedetto Caetani influenciou a abdicação de Celestino V, um humilde monge beneditino (de certa forma lembrando-o, Giovanni Papini publicou as “Cartas aos Homens de Celestino VI”, que obviamente não existiu, mas seria um Papa exemplar), pelo menos sugerindo tal possibilidade, e a seguir foi eleito para a Cadeira de Pedro.
Defensor da supremacia espiritual e temporal dos Papas (acrescentou à tiara papal sua segunda coroa que representa a Ordem, o poder espiritual, uma vez que a primeira coroa já representava a Jurisdição, o poder régio ou temporal), Bonifácio VII viveu conflitos com as principais famílias e reis europeus. Os conflitos com Filipe IV são os mais conhecidos. Filipe IV tentou, sem conseguir, que Bonifácio VIII fosse condenado post mortem.
Bonifácio VIII institui em 1300 o primeiro jubileu cristão por meio da bula Antiquorum fide relatio, o que levou a Roma muitos cristãos e permitiu ao Papa restaurar as basílicas de São Pedro, São João de Latrão e Santa Maria Maior. A partir desse data houve jubileus de meio em meio século.
Este Papa foi patrono de Giotto. Dante, que não gostava dele por causa das concepções papais do poder, coloca-o no Inferno, pelo crime de simonia, apesar de Bonifácio ainda estar vivo na data em que se passa o poema. Boccaccio também o satiriza no Decameron.
sábado, 20 de junho de 2009
Clássicos 6: "História de Cristo", de Giovanni Papini

Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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A fé começa precisamente onde o pensamento acaba. Kierkegaard


