sexta-feira, 28 de outubro de 2011
"Público" recorda "Nostra aetate"
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
100 documentos do Vaticano que fizeram história
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Arquivo Secreto do Vaticano mais perto de Portugal
domingo, 9 de janeiro de 2011
9 de Janeiro de 1144. Celestino II publica uma bula de apoio aos Templários

No dia 9 de Janeiro de 1144, o Papa Celestino II (1143-1144) publica a bula “Milites Templi” (“Soldados do Templo”), que ordena que o clero proteja e apoie os Cavaleiros do Templo, criados em 1119. O documento promete indulgências aos fiéis que contribuírem para os Templários.
A bula contribuiu muito para o sucesso da ordem militar.
terça-feira, 20 de abril de 2010
20 de Abril de 1233. Gregório IX publica a bula “Licet ad capiendos”, que institui a Inquisição

quarta-feira, 17 de março de 2010
17 de Março de 1628. Nasce Daniel van Papenbroeck, destruidor de lendas

Daniel van Papenbroeck (ou Papebrochius, em latim, ou Papebroch, em inglês) nasceu no dia 17 de Março de 1628, em Antuérpia, e morreu no dia 28 de Junho de 1714. Colaborou com Jean Bolland na publicação da “Acta Sanctorum” (“Actos dos Santos”), série de volumes sobre a vida dos santos que procurou destrinçar a história do mito, da lenda e da fábula no que diz respeito vida dos santos.
A ideia da obra partiu do jesuíta Heribert Rosweyde, mas após a morte deste, em 1629, foi Jean Bolland (1596–1665) que organizou o grupo de investigadores que desenvolveu e concluiu a obra. "Acta Sanctorum" começou a ser publicada em 1643. Papenbroeck era um destes que ficaram na história como “bolandistas”.
Os bolandistas deram um contributo importante para a ciência (crítica documental e paleografia) ao examinarem criticamente documentos antigos, discernindo fontes e distinguindo dados históricos dos lendários.
Papenbroeck, enquanto investigava a vida dos santos, chegou a entrar em conflito com os beneditinos por ter considerado falsa a doação de Dagoberto I (629-639, dos merovíngios) tido como pai de santa Irmina (ou Irmine), quando, na realidade, o pai da santa era Dagoberto II (676-679). A falsidade de tal documento implicava a falsidade de outros que se seguiram. Na sequência, o beneditino Jean Mabillon escreve em 1681 uma obra intitulada “De re diplomatica”, que pretendia estabelecer as regras da autenticidade dos actos escritos, estudando aspectos como o suporte, a tinta, a língua, a pontuações e os selos, entre outros. “Diplomática”, vem nos dicionários, quer dizer, precisamente, “ciência auxiliar da história, que se ocupa dos documentos antigos, em especial dos diplomas”.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
19 de Novembro de 1964. No II Concílio do Vaticano, começa a ser votada a Lumen Gentium

No dia 19 de Novembro de 1964, “depois de devidamente consideradas as modificações propostas”, cerca de 4000, diz a edição do documento em português, o texto definitivo da Lumen Gentium foi sujeito à votação: 2145 votantes; 2134 placet; 10 non placet; 1 nulo. No dia 21 seguinte, a última votação teve o seguinte resultado: 2151 placet e 5 non placet. E Paulo VI promulgou constituição dogmática.
Este documento, o mais importante do Concílio, fala da Igreja (que não é a lumen gentium). Começa assim: “A luz dos povos (lumen gentium) é Cristo”. Abandonando a ideia de que a Igreja é uma sociedade perfeita, consagrou a identidade da Igreja como “povo de Deus” e como “comunhão”. Já não há classes dentro da Igreja (visão piramidal), mas estão todos à volta do mesmo centro, que é Jesus Cristo. Os bispos disseram que é assim. Então, há que caminhar para lá, porque ainda não é assim.
O documento pode ler-se aqui.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
18 de Novembro de 1302. Bonifácio VIII publica a bula “Unam Sanctam”

No dia 18 de Novembro de 1302, Bonifácio VIII publica a bula “Unam Sanctam”, documento em que afirma que tanto o poder temporal como o espiritual estão sob jurisdição do Papa.
Na bula lê-se que “na Igreja e no seu poder há duas espadas, nomeadamente a espiritual e a temporal, porque os apóstolos dizem: «Senhor, estão aqui duas espadas» (Lc 22,38)”.
A última afirmação do documento é esta: “Declaramos, proclamados, definimos que é absolutamente necessário para a salvação que toda a criatura humana esteja sujeita ao Romano Pontífice”.
Em 1301, o Papa mandara colocar mais uma coroa na tiara papal, para simbolizar a superioridade da autoridade espiritual sobre a civil.
A bula significa o ponto máximo das pretensões papais. Os poderes seculares não a aceitam. E os papas, a longo prazo, reconhecem que é excessiva.
Bonifácio VIII (1294-1303), nascido Benedetto Caetani (1235-1303), foi patrono do pintor Giotto. Dante coloca este Papa no Inferno, como punição por causa da simonia.
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...


