segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Como Nossa Senhora salvou o melhor filme de sempre
sábado, 14 de dezembro de 2013
Tolentino Mendonça entrevista Deus
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Dentro do Arquivo Secreto do Vaticano
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
São estes os padres mais influentes de Portugal?
O "Expresso" fez uma lista dos 100 portugueses mais influentes (edição de 7 de julho). Inclui estes três padres: Lino Maia, José Policarpo e Tolentino Mendonça. Parece-me óbvia a injustiça da ausência de alguns, a começar por Manuel Clemente. E se houvesse uma publicação que listasse as 100 figuras mais influentes da Igreja portuguesa? Quem lá figuraria?
Durante os próximos dias, este blogue não terá novas entradas. A mochila das férias não inclui portátil nem outros dispositivos com ligação à Internet.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Afinal havia outro
Philip Pullman é já um velho conhecido das lides anticristãs ou anti-eclesiais - talvez seja mais correcto. Mas pelo menos não tem a pretensão de estar a escrever ou a revelar a verdade sobre Jesus Cristo. E gosto muito da última frase da crítica de José Mário Silva.
segunda-feira, 28 de março de 2011
O "Expresso" diz como anular o baptismo
terça-feira, 1 de março de 2011
Os avanços da ciência condenarão a Igreja a um papel menor na sociedade?
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
O "Expresso" tresleu o livro do Papa
terça-feira, 29 de junho de 2010
Fascínio de Saramago pela Bíblia?

Eu critico as críticas do crítico do "Expresso" às críticas do crítico do "Osservatore Romano" às críticas de Saramago à Igreja e à Bíblia

O suplemento “Actual”, do “Expresso” do último fim-de-semana, tem um “vocabulário essencial” sobre Saramago. Os termos termo escolhidos por António Guerreiro foram estes: Alegoria, Ateísmo, Bíblia, Comunismo, História, Iberismo, Ideias, Nobel, Pilar del Rio, Polémica, Portugal, Vírgula.
Em “Ateísmo”, o crítico do “Expresso” diz que o “Osservatore Romano” mostrou a “intolerância e ira da Igreja contra o escritor que ultrapassam tudo o que seria de esperar”. Fui reler o artigo (ou um eco dele, aqui), e não percebo onde é que António Guerreiro encontrou a intolerância. Numa frase ou noutra, encontrei umas ideias de defesa – mas isso é imprescindível num jornal católico, quando se expõe o pensamento de um autor declaradamente anticatólico.
O título do texto do “Osservatore Romano” tem piada, “A (presumível) omnipotência do narrador”, porque o narrador de Saramago, geralmente, é omnisciente – o que lhe permite os comentários ora fatalistas, ora irónicos. De resto, quando Claudio Toscani diz que Saramago foi “um homem e um intelectual de nenhuma admissão metafísica, ancorado até ao final numa confiança arbitrária no materialismo histórico”, está a descrever e não a fazer um juízo de valor. O “Expresso” só poderia concordar, ao escrever que a “religião ateia” do Nobel não se pode confundir com uma teologia negativa (aquela que afirma sobre Deus negando que dele se possa falar com sentido). Em Saramago, segundo a sua própria intenção, nem teologia negativa há. Estou convencido de que ele recusaria uma boa parte das afirmações que, após a morte, o colocaram próximo do texto bíblico, da figura de Jesus ou de Deus, ainda que pela via negativa.
Escreve o italiano: “Relativamente à religião, atada como esteve sempre a sua mente por uma destabilizadora intenção de tornar banal o sagrado e por um materialismo libertário que quanto mais avançava nos anos mais se radicalizava, Saramago não se deixou nunca abandonar por uma incómoda simplicidade teológica”. Concordo em absoluto. Essa simplicidade teológica foi o que lhe permitiu a ironia, o sarcasmo, a interpretação literalista, a paródia em relação à Bíblia, a Jesus Cristo, à fé cristã. Diz ainda Toscani que “Caim” é “um romance-saga sobre a injustiça de Deus, uma antileitura bíblica parodiante”. Não vejo como discordar.
Daqui a uns anos, um olhar mais livre dirá quem está mais perto da verdade, se o crítico do “Expresso”, se o do “Osservatore Romano”. Para já, parece-me que António Guerreiro afina pelo diapasão da catofobia.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Casamento católico no "Expresso"
terça-feira, 25 de maio de 2010
Balanço 9: José Carvalho no "Expresso" com um cartune de mau gosto
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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A fé começa precisamente onde o pensamento acaba. Kierkegaard
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...


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