segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Esses romanos...
Roma, uns aninhos depois da liberdade para o cristianismo. Ano 320. Manda Constantino. Espantoso.
Apenas um edifício se aguentou tal e qual até aos dias de hoje. Sabe qual? Quem conhece minimamente Roma de certeza que já nele entrou.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Catedral de Niemeyer
quarta-feira, 2 de maio de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Admirável igreja em Tenerife
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Brevíssimo apontamento para um estudo da influência da Brotéria na arquitetura contemporânea portuguesa
Li numa "Pública" velhinha (21-11-2010), encontrada num monte de papéis que nestes dias mais aliviados encontram o seu destino final - a reciclagem, claro - que os arquitetos Manuel e Francisco Aires Mateus, irmãos, com obra significativa no concelho onde resido, são filhos de uma senhora que era secretária do P.e Manuel Antunes s.j.
Passou-se nos anos 80. "Tivemos acesso à biblioteca da [revista] Brotéria", diz Manuel. "Era uma figura extraordinária", acrescenta Francisco, suponho que referindo-se ao padre jesuíta, o que não é inequívoco pelo contexto.
Será que algum dos mais de cem pseudónimos de Manuel Antunes se inspira nos irmãos Aires Mateus?
quarta-feira, 28 de março de 2012
Souto Moura não desenha para seitas
sexta-feira, 9 de março de 2012
Capela "Árvore da Vida" vence prémio popular de arquitetura
No "Correio da Manhã" de hoje. Ver no SN da Pastoral da Cultura mais fotografias, texto e vídeo sobre esta capela do Seminário Conciliar de Braga.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Três igrejas portuguesas num concurso internacional de arquitetura
Entre os 48 edifícios serão escolhidos cinco (a votação para as nomeações termina hoje, aqui), que irão depois novamente a votos, nos próximos 15 dias.
Os três edifícios portugueses que podem ganhar a nomeação são:
Igreja da Boa Nova, no Estoril
Capela de Santa Ana, em S. Pedro de Canedo, Santa Maria da Feira
Capela Árvore da Vida, no Seminário de Braga.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
No princípio era a arquitectura... ou o direito?
O doutoramento honoris causa de Eduardo Souto Moura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Lusíada do Porto, na quinta-feira, teve a pompa e o folclore habituais nestas cerimónias. Os discursos repetiram-se nos adjectivos e no elogio à competência técnica e estética do arquitecto do Estádio de Braga. Mas ele foi também lembrado como “homem de causas, culto, solidário e recto”, como se lhe referiu o seu “padrinho”, o também arquitecto Manuel Diogo. Menos longa e mais colorida do que costuma ser uso, a cerimónia teve também momentos de distensão do formalismo protocolar. Como quando o chanceler da Lusíada e o novo doutor divergiram quanto ao lugar da Arquitectura na genealogia das ciências. António Martins da Cruz, decano da Universidade, explicou por que é que aquela foi a segunda ciência a nascer, logo a seguir ao Direito: este teria sido criado no momento em que Deus “utilizou o código penal” pela primeira vez, quando castigou Adão e Eva depois do episódio da maça [não sabemos se o fruto em causa era uma maça…]; logo a seguir, eles abrigaram-se debaixo duma figueira… Souto de Moura discordou, lembrando que, depois de ter construído o Mundo, Deus descansou ao sétimo dia, e disse: “Agora os arquitectos e os engenheiros continuam. – S.C.A.Já agora, sobre qual é a primeira ciência, concordo com António Martins da Cruz, que diz ser o Direito. Mas por razões diferentes das apontadas. Ver aqui.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Ainda os 450 anos da Catedral de São Basílio
Dizem que na hora de persuadir Estaline de que a catedral impedia a passagem das tropas durantes os desfiles militares na Praça Vermelha, Kaganóvich mostrou uma maquete da praça e afastou as pequenas torres do complexo.Estaline, diz a lenda, ficou perplexo por instantes e ripostou:
- Volta já a pô-las!Estes elementos foram retirados de uma notícia do Religión Digital (aqui).
terça-feira, 12 de julho de 2011
450 anos da Catedral de São Basílio, em Moscovo

O Google diz que a Catedral de S. Basílio, em Moscovo, faz hoje 450 anos. É dela que se diz que Ivã, o Terrível, desejando que nenhum outro edifício ultrapassasse este em magnificência, mandou cortar as mãos ou arrancar os olhos do arquitecto. Mas talvez esta história também se conte a propósito de outros arquitectos e edifícios.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Capela das Onze Mil Virgens
O caso de hoje vem do Sul num jornal do Norte. Nas páginas do JN fala-se da Capela das Onze Mil Virgens, em Alcácer do Sal. Merece viagem.
sábado, 21 de maio de 2011
A questão judaica, pela não-sei-quanta-vez
Durante muito tempo pensei que era judeu e estava feliz por ser judeu. Depois conheci Susanne Bier [realizadora dinamarquesa e judia, que ganhou este ano o Óscar para o Melhor Filme Estrangeiro com "Num Mundo Melhor", ver aqui] e não fiquei assim tão contente. Mas depois descobri que, na verdade, era nazi. A minha família era alemã. E isso também me deu algum prazer. O que é que posso dizer? Compreendo Hitler… Simpatizo um pouco com ele. Eu sei que ele fez coisas muito más, mas posso também imaginá-lo no bunker no seu final. Que fique claro que eu não sou a favor da segunda Guerra Mundial, não estou contra os judeus. Estou com os judeus, com certeza, mas não muito, porque Israel aborrece-me verdadeiramente.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
19 de Novembro de 1819. Inauguração do Museu do Prado

"Jardim das Delícias", de Bosch
O Museu do Prado, em Madrid, foi inaugurado no dia 19 de Novembro de 1819 por Fernando VII. Tinha então 311 obras de arte.
O edifício foi projectado por Juan de Villanueva, por ordens de Carlos III (rei de Espanha de 1759 a1788), que queria dotar a capital de um Museu de História Natural. Com as invasões francesas, o edifício teve uso militar e algumas partes entraram em ruína. Foi a portuguesa Maria Isabel de Bragança (filha de D. João VI de Portugal), mulher de Fernando VII, que impulsionou a recuperação do edifício. Morreu um ano anos antes da inauguração.
O Prado está no “top five” dos melhores museus do mundo. Os outros: Louvre, British, Metropolitan (Nova Iorque) e Vaticano. Também gostava de meter aqui o Hermitage de Sampetersburgo, mas não saberia qual tirar. Mas se pudesse ficar com uma obra do Prado, ficava com o “Jardim das Delícias”, de Hieronymus Bosch (aqui).
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
18 de Novembro de 1626. É consagrada a Basílica de São Pedro

A Basílica de São Pedro foi dedicada no dia 18 de Novembro de 1626 por Urbano VIII, exactamente 1300 anos depois da consagração da primeira Basílica de São Pedro, que havia sido construída pelo imperador Constantino.
A imagem de cima é da Wikipedia. Aqui, sítio oficial da Basílica, estão disponíveis 10 vistas panorâmicas. Qualquer delas espantosa.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Os homens do século XXI sabem ainda construir catedrais, diz Tolentino Mendonça

O Papa Bento XVI deu início, em Barcelona, ao Século XXI. Um dia comentar-se-á assim a primeira sagração que se fez de uma parte da catedral da Sagrada Família. Ainda faltam construir três quartos, as melhores previsões atiram a sua conclusão para 2025 ou 2030, mas o actual momento da obra, com a finalização e funcionalidade da nave central, coberta com um inesquecível céu de colunas arborescentes, representa a viragem há muito desejada.
Só para termos uma ideia. Notre-Dame de Paris tem duas torres mais a agulha do transepto. A Sagrada Família tem, neste momento oito torres, que nos próximos quinze anos, segundo o que está projectado, se converterão em dezoito. E as dez que faltam são ainda mais altas do que as existentes. A grande cúpula de São Pedro (os romanos chamam-lhe, para sublinhar o espanto, “il cupolone”) mede 137 metros. As belíssimas agulhas góticas da Catedral de Colónia (as mais altas da Europa) estendem-se numa vastidão de 157 metros. Ora, a torre central da Sagrada Família estará coroada por uma cruz a 170 metros do chão. A cruz terá 15 a 20 metros com quatro braços horizontais para assegurar, de qualquer ângulo donde se contemple, uma visão central.
E a Sagrada Família não trabalha só o prodígio da altura. Nestes tempos, como dizia Pierre Bordieu, tão afunilados numa desvitalizante miséria simbólica temos aqui o dinâmico esplendor do símbolo. Gaudí, «o arquitecto de Deus» como lhe chamam, idealizou a “sua” Sagrada Família com base no número 12, o número da Jerusalém terrestre, mas também o da Jerusalém do Alto (leia-se a impressiva descrição feita no capítulo 21 do Apocalipse). Gaudí não partiu de soluções pré-existentes, nem repetiu manuais. A sua arquitectura não tem apenas uma sensibilidade ao espiritual, tem a estrutura de uma visão e a profundidade de uma experiência mística. Gaudí mostra a grande Arte como oração intensíssima. E mostra amplamente aquilo que talvez já tínhamos esquecido: os homens do século XXI sabem ainda construir e amar catedrais.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
As mais belas igrejas para uma escapadela
1. Catedral de Colónia (Kölner Dom), Colónia, Alemanha
2. Basílica de Santa Maria del Fiore, Florença, Itália
3. Notre Dame de Paris, França

4. Catedral de S. Basílio, Moscovo, Rússia
5. Sacré Coeur, Paris, França
6. Hagia Sophia, Istambul
8. Catedral de Winchester, Reino Unido
9. Mont St. Michel, Normandia, França
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Templos (4): Igreja na Holanda


Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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P.e Gabriele Amorth Ando a ler “Mais fortes que o mal. O demónio, reconhecê-lo, vencê-lo, evitá-lo”, do mui célebre exorcista italia...



























