quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
Já que hoje muito se fala de números cá pelo burgo
diálogo
amor
fraternidade
historia
leigo
ministério
novidade
serviço
pobre.
Palavras que o Concílio Vaticano I utilizou uma vez:
Evangelho.
Vezes que o Concílio Vaticano II utilizou as mesmas palavras:
amor 131
diálogo 31
fraternidade 87
história 63
leigo 200
ministério 147
novidade 37
pobre 42
pobreza 21
serviço 97
Evangelho / evangelizar 188.
Li num artigo de José Nunes o.p. sobre "A recepção do Concíliovaticano II nos dinamismos de evangelização", na "Communio" de Julho/Agosto/Setembro de 2012, que é sobre os 50 anos do Concílio Vaticano II. A contagem, diz o teólogo dominicano português, foi feita pelo irmão de congregação Yves Congar.
sábado, 24 de março de 2012
Os "mea culpa" de João Paulo II
sexta-feira, 23 de março de 2012
Raridade de Evangelho no Vaticano I
Recordemos que, em termos de vocabulário, o Concílio I do Vaticano (1869-1870) usou uma única vez o termo «Evangelho», e nenhuma os termos «Evangelizar» e «Evangelização». O Concílio II do Vaticano (1962-1965), por sua vez, empregou o termo «Evangelho» por 157 vezes, «Evangelizar» por 18vezes, e «Evangelização» por 31 vezes.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
19 de Julho de 1870. Pio IX proclama o dogma da infalibilidade papal

No decorrer do I Concílio do Vaticano (08-12-1869 – 18-12-1870), Pio IX proclama o dogma que diz que o Papa é infalível em assuntos de fé e moral, quando fala "ex-cathedra”. O dogma está enunciado na constituição dogmática “Pastor Aeternus”.
Desde a declaração, no dia 19 de Julho de 1870, a infalibilidade papal foi usada uma única vez, em 1950, quando Pio XII definiu o dogma da Assunção de Maria.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
18 de Dezembro de 1870. Termina o primeiro Concílio do Vaticano

Convocado por Pio IX (Papa de 1846 a 1878) o I Concílio do Vaticano começou no dia 8 de Dezembro de 1869 e terminou no dia 18 de Dezembro de 1870.
Deste concílio sobressaem dois documentos: as constituições dogmáticas “Dei Filius” (“O Filho de Deus”, sobre a revelação – no II Concílio do Vaticano seria aprofundada pela “dei Verbum”) e “Pastor Aeternus”, que afirma a infalibilidade do Papa quando se pronuncia ex-cathedra em assuntos de fé e de moral.
Como é frequente, após um concílio, há quem não aceite as novas disposições (após o II CV surgiram os lefebvrianos). Neste caso, surgiram os Velho Católicos ou Vetero-Católicos, também conhecidos por União de Utreque (os bispos holandeses não participaram no Concílio). Existem no centro da Europa, Holanda, Alemanha, Áustria, Suíça, e também nos EUA e no Brasil. Têm um sítio aqui.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Darwin e a Igreja católica

Em 2009 completam-se 200 anos sobre o nascimento de Darwin e 150 sobre a publicação de “As origens das espécies”. Factos que por toda a parte têm originado exposições sobre Darwin e as duas descobertas, debates, documentários e até peças de teatro. Em toda a parte? Não. Na Igreja católica, que eu saiba, ainda não foi tomada nenhuma iniciativa de relevo. Pretendo deixar neste blogue alguns textos, pequenos apontamentos, sobre “Darwin e a Igreja católica” ou “Darwin e os católicos”.
Comecemos por aquilo que poderia ter sido o maior embate entre as ideias do biólogo inglês e o dogma católico. Não chegou a acontecer. Escreve Jacques Arnould em “Requiem por Darwin” (Gráfica de Coimbra 2):
“Quando de uma reunião preparatória [para o I Concílio do Vaticano], em Maio de 1869, um dos participantes mostra-se preocupado com a teoria que faz do homem um produto da evolução da matéria e, no decurso do Concílios propriamente dito, não faltam alusões aos trabalhos de Darwin. Os dois esquemas sobre a doutrina católica sucessivamente elaborados prevêem que se declare como sendo dogma da fé a definição da descendência de todos os homens a partir de um único casal (o que é costume chamar-se monogenismo); com efeito, parece impossível conciliar a outrina do pecado original com a ideia de uma humanidade proveniente da animalidade, tal como a ideia de um casal original e único, formado por Adão e Eva, com a imagem de pequenos grupos de macacos. Algumas vozes, como a de Mons. Vérot, admiram-se de que a Igreja possa considerar sem valor as descobertas da geologia e da paleontologia. Contudo, parece que nada consegue impedir que o monogenismo seja considerado dogma e assuma um valor coactivo; nada, a não ser a guerra de 1870, cuja consequência foi a interrupção do Concílio” (pág. 47-48).
O Vaticano I não voltou a ser convocado e evitou-se, felizmente, o que poderia ser a condenação do evolucionismo.
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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P.e Gabriele Amorth Ando a ler “Mais fortes que o mal. O demónio, reconhecê-lo, vencê-lo, evitá-lo”, do mui célebre exorcista italia...

