quarta-feira, 2 de julho de 2014
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
This Is the Way the World Ends
quarta-feira, 20 de março de 2013
A penhora do Cristo-Rei e o beijo do cardeal
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Do tempo em que Jesus queria que as pessoas fossem ricas
Larry Hagman, que morreu há dias, o J.R. Ewing da série "Dallas", que usava um chapéu feito em São João da Madeira, foi, enquanto ator da série, símbolo de uma geração "à qual em breve iriam dizer que se podia ser ganancioso, e que lia nos autocolantes dos carros que Jesus quer que as pessoas sejam ricas".
Li no "Público" de ontem. A parte que citei aparece citada. Julgo que o autor dela é David Jacobs, argumentista da série, em declarações ao "The New York Times". O matutino português não é claro.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Puseram droga no chá do Papa
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Série sobre os Bórgia, hoje no AXN
Sendo sobre a família Bórgia, que deu à Igreja o Papa Alexandre VI e inspirou "O Príncipe" de Maquiavel, pode-se esperar desta série quase tudo: luxúria, poder, intrigas, sangue, dinheiro, arte.
A promoção do canal diz o seguinte:
Os Bórgia é um retrato complexo e cru de uma das famílias mais intrigantes da História. Jeremy Irons interpreta Rodrigo Bórgia, o astuto e manipulador patriarca da família, que se move nas mais altas esferas do poder da era renascentista. A série começa quando Rodrigo Borgia se torna Papa Alexandre VI. A história desta série acompanha ainda os seus filhos Cesare (François Arnaud), Juan (David Oakes) e a sua bela e escandalosa filha Lucrezia (Holliday Grainger). Os Bórgia segue a ascensão desta família até se tornar na mais poderosa e influente do Renascimento italiano e que viria mais tarde a inspirar Maquiavel (“O Príncipe”) e Mário Puzo (“O Padrinho”). Os Bórgia é da autoria de Neil Jordan, realizador de “Jogo de Lágrimas” premiado com um Óscar da Academia, responsável também pela produção executiva e que realiza ainda os 2 primeiros episódios.Para já, parece-me que a figura de Alexandre VI, do ponto de vista estético, sai beneficiada com Jeremy Irons.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Padres que não sabem os Dez Mandamentos
Um programa satírico da tv italiana (o canal é de Berlusconi, mas isso é irrelevante) andou pela rua a perguntar aos padres se sabiam os dez mandamentos. De certeza que muitos sabiam. E esses não passam na peça. Mas espanta-me que alguns não saibam. E, ainda mais, os rodeios que fazem para se safarem de os nomear em concreto. E há transeuntes que ajudam os padres. Ver aqui.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Tem dúvidas sobre Jesus? O Papa responde na TV
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
A melhor pergunta para colocar a Deus

Hoje é emitida a última entrevista de Larry King na CNN. “Larry King Live” é o programa que há mais tempo passa na televisão, com o mesmo autor e no mesmo horário. Está no Guinness. Cinquenta mil entrevistas depois, o homem dos suspensórios suspende o programa.
No “Público” de hoje diz-se que “ainda lhe faltava entrevistar Deus e Bin Laden”. Se pudesse entrevistar Deus, perguntava-lhe, e cá está uma pergunta genial: “Tem um filho?”
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
As freiras vão à Oprah
Pio XII na Rádio Vaticano
Pio XII disse no dia 24 de Agosto de 1939, uma semana antes de começar a II Guerra Mundial, nos microfones da Rádio Vaticano:
“Iminente é o perigo, mas ainda é tempo. Nada é perdido com a paz. Tudo pode ser com a guerra” (em italiano, aqui).
E escreveu uma encíclica, "Miranda Prorsus" (8 de Setembro de 1957), sobre a rádio, a televisão e o cinema. Pode ser lida em português, aqui.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
"Última Ceia" no espaço


Mais “Últimas Ceias”.
A de cima refere-se à mini-série “Galáctica” ("Battlestar Galactica"). Lembro-me de ter visto na televisão, no início da década de 1980, uma série com o mesmo nome. Em 2003 a série foi recriada em dois episódios. A imagem foi-me sugerida pelo ensaísta e escritor João de Mancelos.
Por falar em espaço, a segunda é a “Última Ceia” com personagens da “Guerra das Estrelas” ("Star Wars").
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
"Última Ceia" e os Simpsons

Depois da "Última Ceia" davincinana citada por séries dramáticas ("Perdidos", "Sopranos" e "Dr. House"), chega a altura da encenação por figuras do cinema de animação, a começar pelos Simpsons, que foram referidos com apreço há pouco tempo no L'Ossevatore Romano, jornal oficial do Vaticano. Ver aqui.quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Última Ceia - Sopranos

A recriação da “Última Ceia” pela cultura popular, como no caso da série “Perdidos”, tornou-se banal. Há dezenas e dezenas de adaptações, citações, paródias, subversões, etc. do quadro de Leonardo da Vinci. A imagem acima, retratando a família Soprano, foi feita pela fotógrafa Annie Leibowitz em 1999.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
"Última Ceia" promove "Perdidos"


Só vi uns minutos de “Perdidos” (“Lost”), há dois ou três anos, pelo que não sei o nome de um único personagem (talvez no final deste post já saiba) da série de 111 episódios cuja última temporada começa hoje nos EUA, embora saiba do essencial da história. Estão perdidos numa ilha, após a queda de um avião. É quase impossível não saber, tantas são as referências na imprensa ao longo dos últimos anos. Entrou na cultura popular.
Tanto o "Público" como o "Diário de Notícias" trazem hoje imagens promocionais da série (ambas ampliáveis). Imagens que se inspiram na “Última Ceia” de Da Vinci.
O DN diz que por estar John Lock ao centro, no lugar de Jesus, talvez seja ele o salvador.
sábado, 12 de setembro de 2009
Mike Bongiorno e Paolovi

No P2 do "Público" de hoje, Pedro Mexia escreve sobre Mike Biongiorno, um italo-americano apresentador de televisão, conhecido pelas suas “gaffes” e protótipo do “homo televisivus”. Morreu no dia 8 de Setembro deste ano. Sobre Mike Bongiorno há um ensaio de Umberto Eco, citado por Mexia (“Fenomenologia de Mike Bongiorno”, no “Diário Mínimo”). Escreve Eco em 1961, conforme cita Mexia: “A situação nova que se coloca a respeito da TV é esta: a TV não oferece, como ideal para o ensimesmamento do indivíduo, o superman, mas sim o everyman. A TV apresenta como ideal o homem absolutamente mediano”.
É elucidativo sobre a época em que vivemos, em que a comunicação “mais do que instrumental” é “ambiental”, como afirmou D. Manuel Clemente nas recentes jornadas de Fátima dos meios de comunicação de inspiração cristã.
E agora a pequena história
Em Mike Bongiorno as gaffes eram abundantes. “Não se envergonhava da sua ignorância, fazia gala de não aprender nada e multiplicava os erros embaraçosos em directo e ao vivo”, diz Mexia. E destaca este: “O apresentador leu mal «Paolo VI» e confessou de imediato que não fazia ideia quem fosse esse sujeito, o senhor Paolovi”.
[Como o colunista do "Público", também eu pensava que Mike Biongiorno era uma figura ficcional, à semelhança do albanês Milo Temesvar dos “Apocalípticos e Integrados”, que não existe, mas fez editores e críticos procurarem “espasmodicamente” as suas obras, como afirma o próprio Eco].
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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P.e Gabriele Amorth Ando a ler “Mais fortes que o mal. O demónio, reconhecê-lo, vencê-lo, evitá-lo”, do mui célebre exorcista italia...












