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sábado, 13 de maio de 2017
Santos Pastorinhos
Visões, aparições, alucinações, imposições, construções, erupções. O que seja. Mas acredito que os Pastorinhos acreditam. Ter fé, na versão católica, também é ter fé na fé dos que nos precedem. Ter fé nos outros que têm fé.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Crónica de Páscoa 2 - Portocarrero de Almada: "São Judas Iscariotes?"
O padre Portocarrero de Almada diz que Judas Iscariotes está a ser reabilitado por uma ética relativista. Supondo que sim, essa ética relativista que não quer condenar um mau não terá algo de cristão? O amor cristão não é justicialista, é relativista pelo menos num sentido, no sentido dos mais desprotegidos, frágeis, esquecidos, ofendidos, atormentados, sofredores. E pelo menos nestas duas últimas categorias Judas poderá caber. O amor cristão pode ser justicialista a priori, mas é relativista a posteriori. O pai ameaça o filho com o chicote antes de ele partir. Mas depois vai a correr para ele, quando ele regressa, mostrando os tornozelos e não se importanto por ser motivo de chacota.
Ler aqui.
Ler aqui.
Um bocadinho:
"Não é inocente a devoção a “São” Judas Iscariotes: a ética relativista tudo reduz à ambiguidade do propósito do sujeito e, neste sentido, até a traição de Judas se justificaria. Pelo contrário, a moral cristã está fundada na lei de Deus, que Cristo não veio abolir, nem alterar, mas dar pleno cumprimento, na expressão misericordiosa do mandamento novo do seu amor".
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Vai um brinde aos papas santos!
Parece que o Papa não gostou de uma festa com buffet, e se calhar bar livre, num terraço com vista para a Praça de São Pedro, durante a canonização de João Paulo II (ainda não consigo dizer "São João Paulo II" até porque penso logo no São João Paulo I) e de João XXIII...
...muito menos que um dos padres com responsabilidades num organismo vaticano servisse a Comunhão num recipiente da empresa de catering (não, não se vê o logo da empresa).
A festa só custou 18 mil euros, paga por patrocinadores privados, mas choca com o estilo que Francisco quer para a Igreja. A notícia, li-a no "Público". As imagens, copiei-as daqui. E há lá mais.
...muito menos que um dos padres com responsabilidades num organismo vaticano servisse a Comunhão num recipiente da empresa de catering (não, não se vê o logo da empresa).
A festa só custou 18 mil euros, paga por patrocinadores privados, mas choca com o estilo que Francisco quer para a Igreja. A notícia, li-a no "Público". As imagens, copiei-as daqui. E há lá mais.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Dois textos de João César das Neves
João César das Neves escreveu na segunda-feira, no DN, sobre "A festa dos cinco papas", os quatro da canonização do dia 27 mais um outro.
Oito dias antes, JCN escreveu um conto de Páscoa.
Ontem foi um dia especial. Dois papas vivos declararam perante o mundo que dois papas mortos estavam na vida plena. A canonização de João XXIII e João Paulo II pelo Papa Francisco, na presença do papa emérito Bento XVI, constitui um acto único na história do mundo. Será que interessa ao mundo?Ler tudo aqui.
Oito dias antes, JCN escreveu um conto de Páscoa.
O meu amigo fora claro: o seu prédio ficava entre a igreja e a livraria. Cedinho nessa manhã de Páscoa ali estava eu totalmente perdido, apesar das indicações. Ele dissera que não havia nada que enganar, porque a grande cruz no cimo da torre se via à distância. Além disso eu visitara-o há uns anos e esperava reconhecer o local. Apesar disto, não fazia a menor ideia onde me devia dirigir. Estava totalmente perdido.Ler tudo aqui.
domingo, 27 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Génios da literatura - do santo ao ateu
As minhas cem figuras, desde Shakespeare até ao recentemente falecido Ralph Ellison, representam talvez cem atitudes diferentes para com a espiritualidade, abrangendo todo o espetro desde São Paulo e Santo Agostinho até ao secularismo de Proust e de Calvino.
Harold Bloom, "Génio", Temas e debates
Harold Bloom, "Génio", Temas e debates
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Anselmo Borges: "Mandela: o milagre do perdão"
Texto de Anselmo Borges no DN de hoje.
Ainda se pode dizer algo que não tenha já sido dito sobre Nelson Mandela, perante quem o mundo todo se inclinou, em sinal de respeito e veneração, aquando da sua morte a 5 de Dezembro passado, aos 95 anos? Já antes também.
Estive várias vezes na África do Sul, ainda no tempo do apartheid. Ainda vi, por exemplo, em bancos de jardim ou indicação de praia, a ordem: "Whites only" (só para brancos). Se pude visitar o Soweto, foi porque o afável bispo católico de Joanesburgo, que não era racista, pediu ao pároco negro que me acompanhasse. E foi com muita simpatia que me receberam.
Muitas vezes me perguntei como é que aquela ignomínia iria acabar. Seria possível sem um banho de sangue? Foi possível. Pacificamente, abriu-se o caminho para a democracia no quadro da coexistência racial. Isso deveu-se certamente também à inteligência política do presidente De Klerk, no novo contexto criado pela queda do muro de Berlim. Mas, para evitar a tragédia, o espírito e a acção de Mandela foram determinantes. Afinal, tudo está naquele gesto de apertar a mão aos carcereiros e convidá-los para o banquete de inauguração da nova presidência da "nação arco-íris". É necessário caminhar com a utopia, que nos diz, por um lado, o que não pode ser, porque intolerável, e, por outro, nos indica o caminho do para onde se deve ir.
Mandela percebera que os seus carcereiros eram seres humanos habitados pelo medo. Ora, o medo é do pior que há. O medo tolhe a razão e a capacidade de pensar. É preciso ter medo de quem tem medo, de tal modo que a primeira libertação tem de ser a libertação do medo. Também e sobretudo no universo da religião. Aterrados pelo medo de Deus, homens e mulheres que se julgam religiosos caminham fatalmente para desgraças tenebrosas. Por isso, a Bíblia é atravessada pela compreensão histórica lenta, que culmina em Jesus, através da sua experiência, palavras e acções, de que a única tentativa de "definir" Deus é (está em São João): Ho theós agapê estín (Deus é amor incondicional, Deus é Força infinita de criar e só sabe amar).
Mandela era cristão. Por isso, sabia que se deve perdoar aos inimigos. Pelo Evangelho, também sabia que os romanos enquanto potência de ocupação podiam obrigar um judeu a transportar a bagagem na distância de uma milha, sendo neste contexto que se percebe o que Jesus diz: "Faz uma segunda milha de livre vontade." Talvez o romano começasse a conversar, e quem sabe se não acabariam por beber um copo juntos? A reconciliação, a solução pacífica dos conflitos é preferível à violência e à guerra. E Jesus, do alto da cruz, rezou: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem."
De qualquer modo, o perdão é um milagre, também em política. Jürgen Habermas, agnóstico, talvez o maior filósofo vivo, que quereria uma filosofia que herdasse, num processo de secularização mediante a razão comunicativa, os conteúdos semânticos da religião e a sua força, reconheceu que há um resto na religião não herdável pela simples razão. Disse-o num discurso famoso, por ocasião da recepção do prémio da paz dos livreiros alemães e já depois dos acontecimentos trágicos do 11 de Setembro de 2001. Esse resto tem que ver nomeadamente com o drama do perdão.
O perdão, em última análise, já não pertence à ordem do jurídico nem do político. No perdão do imperdoável, é a razão humana enquanto capacidade do cálculo que é superada, pois nem o algoz tem direito ao perdão nem a vítima é obrigada a perdoar. Como escreveu o filósofo Jacques Derrida, perdoar o imperdoável aponta para algo que está para lá da imanência, "qualquer coisa de trans-humano": "na ideia do perdão, há a da transcendência", pois realiza-se um gesto que já não está ao nível da imanência humana. Aí, começa o domínio da religião. "A partir desta ideia do impossível, deste "desejo" ou deste "pensamento" do perdão, deste pensamento do desconhecido e do transfenomenal, pode muito bem tentar-se uma génese do religioso."
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
E eu que pensava que a declaração de santidade de João Paulo II tinha que esperar...
Em Julho, o Papa já tinha confirmado os processos de João Paulo II e de João XXIII. A dupla canonização está marcada para 27 de Abril de 2014, dia em que será comemorada a festa da Divina Misericórdia, estabelecida por João Paulo II.
No Público de hoje. E eu que pensava que a declaração de santidade de João Paulo II tinha que esperar, sei lá, uns 20 aninhos...
No Público de hoje. E eu que pensava que a declaração de santidade de João Paulo II tinha que esperar, sei lá, uns 20 aninhos...
sexta-feira, 5 de julho de 2013
João Paulo II curou um aneurisma
No CM de ontem. O milagre que iria surpreender o mundo (ver aqui) é a cura de um aneurisma. Ok, um aneurisma é uma coisa complicada, mas parece-me que o mundo não ficou lá muito surpreendido.
Sempre que me falam de milagres, a minha fé (admito, não deve ser muita) enfraquece-se um bocadinho.
Sempre que me falam de milagres, a minha fé (admito, não deve ser muita) enfraquece-se um bocadinho.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Segundo milagre de João Paulo segundo
A comissão teológica da Congregação para a Causa dos Santos
atribuiu um segundo milagre ao papa João Paulo II. As fontes citadas pela Ansa (agência italiana),
não identificadas, afirmaram que o novo milagre irá "surpreender o
mundo". Li no DN.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
13 de junho, dia dos dois Antónios
No dia 13 de junho de 1888 nasceu em Lisboa Fernando Pessoa, o poeta, que entre "Fernando" e "Pessoa" tinha o nome "António" (Fernando António Nogueira Pessoa).
13 de junho é, portanto, o dia dos dois Antónios e Fernandos mais célebres de Portugal.
terça-feira, 14 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
11 de maio de 1979. Óscar Romero encontra-se com João Paulo II
No dia 11 de maio de 1979, D. Óscar Romero teve uma audiência com João Paulo II. Dizem os relatos, do próprio em primeiro lugar, que saiu do encontro triste com o Papa polaco, tal foi a frieza demonstrada. João Paulo II pediu-lhe para ser mais cooperante com o governo de El Salvador.
Mais tarde, em 1983, numa visita a El Salvador, João Paulo II rezou no túmulo do bispo mártir. E em 1997, declarou-o "Servo de Deus".
Entretanto, há muito que os anglicanos o veneram no dia 24 de março, dia da sua morte (em 1980), enquanto alguns católicos contestam o estatuto de "mártir".
quarta-feira, 1 de maio de 2013
"Deste lado já está, podem virar"
Lourenço de Huesca e a grelha (225-258)
Ricardo Araújo Pereira esteve na Feira do Livro de Bogotá,
Colômbia, e dissertou sobre o humor. Dizem que deu show. E diz a notícia do
“Público” de ontem a dada altura:
Mas a história de Ricardo que mais encantou os colombianos cheira a churrasco. "Não sei se conhecem a história de S. Lourenço, eu não conhecia, espero que seja verdade, ele morreu numa grelha. Reza a lenda que as últimas palavras do [mártir] S. Lourenço foram: «Deste lado já está, podem virar». Não sei se isso é verdade, mas, para a Igreja Católica, S. Lourenço é o santo patrono dos churrascos, dos chefes de cozinha. São Lourenço morreu como os outros, mas ser capaz de dizer estas palavras é uma pequena vitória sobre a morte e a única possível", conclui o autor que na sua curta vida já teve várias ideias para epitáfios: "Espero que seja provisório" e também uma nova versão do poema de Paul Eluard «Nasci para te conhecer, para te nomear, libertinagem»".
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Santidade versus sabedoria
Inácio de Loiola dizia que
Muita sabedoria unida a uma santidade moderada é preferível a muita santidade com pouca sabedoria.
Teresa de Ávila, que tinha 41 anos quando morreu o fundador
dos jesuítas, não sei se conhecendo o dito inaciano, deixou bem claro às suas filhas o critério para escolher um diretor espiritual:
Escolhei um confessor antes sábio que santo.
E comentava ter sofrido muito às mãos de confessores não
sábios.
sábado, 9 de março de 2013
Anselmo Borges: Desafios para a Igreja com o novo Papa
Texto de Anselmo Borges no DN de hoje.
Olivier Bobineau
A Igreja Católica leva consigo um imenso paradoxo. O sociólogo Olivier Bobineau descreveu bem a situação. "A Igreja católica é uma junção paradoxal de dois elementos opostos por natureza: uma convicção - o descentramento segundo o amor - e um chefe supremo dirigindo uma instituição hierárquica e centralizada segundo um direito unificador, o direito canónico. De um lado, a crença no invisível Deus-Amor; do outro, um aparelho político e jurídico à procura de visibilidade. O Deus do descentramento dos corações que caminha ao lado de uma máquina dogmática centralizadora. O discurso que enaltece uma alteridade gratuita coexiste com o controlo social das almas da civilização paroquial - de que a confissão é o arquétipo - colocado sob a autoridade do Papa. Numa palavra, a antropologia católica tenta associar os extremos: a graça abundante e o cálculo estratégico. Isso dá lugar tanto a São Francisco de Assis como a Torquemada."
Esta junção paradoxal é superável? Os desafios para a Igreja com o novo Papa são muitos. Ficam aí alguns, sem cuidar muito da sua ordem.
1. Desafio essencial é a conversão de todos os seus membros ao Evangelho, começando pelos que estão mais alto: papa, bispos, cardeais, padres. Acreditar em Jesus e tentar segui-lo. E anunciar a fé viva de sempre na linguagem do nosso tempo, articulando-a com a razão. E, contra um cristianismo reduzido a proibições, apresentá-lo como mensagem positiva e realização felicitante de sentido.
2. Outro, decisivo para o futuro: a reforma da Cúria Romana e do governo da Igreja em geral (há quem se pergunte: mas a Cúria será reformável?). Tem de haver mais simplicidade (acabar com aqueles títulos todos: Eminência, Excelência, Monsenhor...) e transparência e democraticidade. Pergunta-se, por exemplo, se o actual modelo de eleição papal não sofre de endogamia, já que o Papa escolhe aqueles que elegerão o sucessor. Não se impõe um processo mais participativo e universal? Quanto às dioceses, alguém já sugeriu, em vez de dioceses gigantes, um bispo para um número mais reduzido de fiéis, que deveriam participar na sua eleição.
3. É intolerável que possa haver sequer suspeitas de que pelo Banco do Vaticano passa lavagem de dinheiro. Exige-se, pois, uma gestão eficaz e transparente. Jesus foi contundente: "Não podeis servir a Deus e a Mamôn" (o Dinheiro divinizado).
4. Tem de continuar a mão inflexível da tolerância zero no que se refere à pedofilia.
5. É uma pergunta enorme, a de um biblista belga, que me disse um dia em Bruxelas: como é que o movimento iniciado por Jesus desembocou numa instituição com um Papa chefe de Estado?
Evidentemente, onde há homens e mulheres - e os católicos são 1200 milhões - tem de haver um mínimo de instituição. O que ela não pode é ter o primado, pois este pertence às pessoas e aos seus problemas. O Papa é uma figura de influência mundial e, uma vez que, por razões que a História explica, a Santa Sé e o Vaticano existem, exige-se que estejam, através das suas redes diplomáticas, ao serviço da paz, dos direitos humanos e do diálogo entre as nações.
6. Sem se negar, a Igreja tem de modernizar-se e, sendo verdadeiramente global, tem de estar aberta ao pluralismo. Esta abertura implicará também o acesso da mulher aos ministérios ordenados, o fim da lei do celibato, a reconciliação com a sexualidade e a revisão de questões como a pílula e o preservativo, a possibilidade da ordenação de homens casados, a comunhão para os divorciados recasados.
7. A continuação do diálogo ecuménico intracristão e inter-religioso e intercultural é um desafio irrenunciável, bem como o contributo para o debate nas questões de bioética.
8. A Igreja de Cristo tem de estar ao lado dos problemas dos homens e das mulheres, a começar pelos mais fragilizados. Por isso, espera-se dela pronunciamentos sem tibieza sobre a justiça social, a condenação de doutrinas económicas que endeusam o lucro, o combate pela dignidade de todos, a salvaguarda da paz, dos direitos humanos, a preservação da natureza.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
António, um rapaz de Lisboa, Sr. De Botton
Maxilar inferior de Santo António, em Pádua
No cada vez mais útil “Religião para ateus”, leio pelas
páginas 125 e seguintes uma espécie de elogio às pregações cristãs. Aos sermões.
Se só tivesse lido estas páginas, seria tentado a descobrir uma fina ironia nas
palavras de de Botton. Mas não creio que seja o caso, ainda que ele esteja
errado se presumir que os católicos, mesmos os convictos, por exemplo, rezem sete
vezes por dia e às 10 da noite entoem o “Nunc dimittis”.
Mas está errado, na realidade, quanto a um facto da vida de
António de Lisboa. Diz o filósofo que raramente acontece aos professores
universitários o que aconteceu a Santo António (na aulas universitárias,
adormece-se): ser “amarrado a uma mesa depois de falecer para lhe ser cortada a
garganta e removidos o maxilar inferior, a laringe, a língua, subsequentemente
montados numa caixa de ouro com pedras preciosas incrustadas a expor no centro
de um santuário dedicado à memória dos seus dons oratórios”. Até aqui, tudo
bem, ainda que entre o falecimento e o corte tenha passado mais de 30 anos. Mas depois escreve: “Foi precisamente este o destino de Santo António de
Pádua, o frade franciscano do séc. XIII que acedeu à santidade devido ao seu
talento e energia excecionais para falar em público, e cujo aparelho vocal, em
exposição da basílica da sua cidade natal, ainda atrai peregrinos admiradores
de todos os cantos do mundo cristão”.
Refere-se, claro, à Basílica de Santo António de Pádua. Mas
a cidade natal de António é Lisboa.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Mais uma de João XXIII
José Roncalli
Num dia de S. José, quando já era Papa, João XXIII falou aos
cardeais sobre a convocação do concílio. No fim, quando já dispunha de pouco
tempo, lembrou-se de S. José e disse: “Hoje é dia de S. José. Que vos hei de
dizer de S. José? Olhai: era tão humilde que nem seque monsenhor o fizeram”.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
9 de janeiro de 1902. Nasce o fundador do Opus Dei
Paulo VI e Josemaría Escrivá
O fundador do Opus Deus, Josemaría Escrivá de Balaguer,
nasceu no dia 9 de janeiro de 1902, em Aragão. Morreu no dia 26 de junho de
1975, em Roma, e foi canonizado por João Paulo II no dia 6 de outubro de 2002.
A Wikipédia cita deste santo uma frase que eu por vezes
gostaria de levar mais a peito contra a minha tendência para o diletantismo e a
procrastinação:
"O trabalho não é apenas um dos mais altos valores
humanos e um meio pelo qual os homens hão de contribuir para o progresso da sociedade;
é também um caminho de santificação".
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