Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Varela Gomes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Varela Gomes. Mostrar todas as mensagens

sábado, 14 de janeiro de 2012

Sobre o declínio da arte sacra

Paulo Varela Gomes no "Público" de hoje. Ou quando até as cangas dos bois eram belas. 



Canga minhota tirada daqui (com explicações).

domingo, 16 de maio de 2010

Paulo Varela Gomes em vez de Bento Domingues

Hoje não há Bento Domingues no "Público". "Por impedimento pessoal, a crónica dominical de frei Dento Domingues não é publicada hoje, voltando no próximo domingo, 23 de Maio", diz o jornal. Mas há Paulo Varela Gomes, um cronista (historiador) que aprecio. Fala da pedofilia do clero, do celibato, da revolução sexual.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Os casos de pedofilia no clero põem em causa o celibato?

Os casos de pedofilia no clero põem em causa o celibato dos padres? Há duas correntes com opiniões ligadas, parece-me, ao seu próprio estatuto. Os bispos e padres tendem a dizer que não, que os valores do celibato continuam sólidos. Caso exemplar desta corrente foi a opinião de D. Januário Torgal, que na SIC disse a Miguel Sousa Tavares – cito de cor – que a prova de que o celibato não está em causa é que a maior parte dos casos de pedofilia acontece no interior da própria família das vítimas. Mas também houve bispos, como o cardeal de Viena (aqui), e padres, como Hans Kung, que disseram que o celibato é a raiz do mal. O teólogo suíço foi o mais contundente, alargando a questão a outros âmbitos (aqui).

Do lado do “sim, o celibato está causa” (ou até mais do que isso), recolho a opinião de Paulo Varela Gomes, no “Público” de 13 de Março.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

"Os mestres" de Paulo Varela Gomes

No “Público” de sábado passado (13 de Fevereiro), um artigo de Paulo Varela Gomes (que não conheço, mas cujos textos aprecio imenso) sobre uma obra que deve ser excepcional. Quando eu for a uma das quatro bibliotecas portuguesas que a têm, tentarei pôr-lhe os olhos em cima.

Escrito por beneditinos (paciência de beneditino!), o "Dicionário de Arqueologia Cristã e de Liturgia" consta de 30 volumes e foi publicado em Paris entre 1903 e 1940. E não havia Google, nem computadores.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Minaretes 3 - O gótico não veio da arte islâmica


Sobre as origens do gótico, leia-se este texto de Paulo Varela Gomes (suponho que seja o mesmo já referido neste blogue, aqui), nas cartas dos leitores, no "Público" de 8 de Dezembro. O texto de Rui Tavares pode ser lido aqui.



quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Cultura indo-portuguesa em perigo

Paulo Varela Gomes escreve no “Público”, no “P2”, às quartas-feiras. Chama-se “Carta de cá” a sua secção semanal. O “Cá” refere-se a Goa, onde o historiador está. Mas está de partida. No dia 26 de Agosto – disse-o ontem – escreve a última das cartas de lá, a 84.ª. Espero que continue a escrever a partir de qualquer outro sítio.

Esta semana o historiador fala do oratório (um móvel em forma de “grande armário”, diante do qual os católicos goeses entoaram ladainhas na oitava de Santa Ana, no dia 2 de Agosto) e dos próprios católicos goeses. Não é a primeira vez que fala deles. Aprecio a seriedade com que escreve sobre a religião.

No texto desta semana diz que a cultura católica goesa está a morrer, o que significa que a cultura indo-portuguesa está perto do fim. Desvanece-se “na penumbra da história”. Afirma:

“Pesa sobre os católicos de posição social mais elevada – os pobres, felizmente, não pensam nisso – a culpa de se terem convertido, há séculos, ao catolicismo, e de o serem ainda, muitos deles.

Os católicos seriam a classe dominante, indignos de interesse, até mesmo académico. Mas hoje são uma minoria, tantas vezes acossada, certamente incompreendida. A sua existência, tanto no passado como hoje, causa embaraço a todos os que gostariam de ver um mundo mais a preto e branco, colonialistas de um lado, indianos de outro, dominadores de um lado, dominados de outro. São estes, os do mundo a preto e branco, indianos e portugueses, que deixam morrer a cultura indo-portuguesa na culpa e no silêncio”.

Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...