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terça-feira, 4 de julho de 2023

Igreja "em saída"

Na Alemanha, 522.821 católicos abandonaram a Igreja em 2022.

Será isto a "Igreja em saída" de que fala o Papa Francisco?

Temos de sugerir ao Papa que passe a falar de "Igreja em entrada".

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A jantarada dos bispos

Enquanto termina e não termina o sínodo dos bispos sobre a família (porque não um sínodo das famílias sobre os bispos?), sem nada para mostrar, ao que se saiba, dizem as notícias que o cardeal Marx deu uma jantarada (terá sido uma "cheat meal"?) a uma série de bispos numa "villa" que a arquidicose de Munique tem em Roma. Isso foi no domingo.

Parece que hoje há outra. Se alguém poder ir, o casarão de nove milhões de euros fica na Via delle Medaglia d’Oro.


Alguns poderão ficar admirados com a jantarada dos padres sinodais, cerca de 20, de vários países. Mas já houve concílios que terminaram com bailes.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Frargentina contra Bentalemanha

A Renascença compilou imagens sobre a final do mundial e os dois Papas (prefiro insistir dois bispos de Roma; um é emérito). Ver aqui.



Mas não está lá esta.


sábado, 8 de fevereiro de 2014

Anselmo Borges: "O Papa e o maldito sexo. 1"

Texto de Anselmo Borges no DN de hoje:

Não. Francisco não é o Papa dos "pobrezinhos", ao contrário do que, com menosprezo, escrevem certos comentadores. Ele é o Papa de todos, na justiça, na solidariedade, nas reformas da Igreja, e é esperável que tenha êxito.

Tem gigantescos desafios pela frente e, entre eles, está certamente a questão da sexualidade e da família no mundo actual. Nesse sentido, lançou um inquérito dirigido a todos os católicos do mundo e não apenas aos bispos e aos padres, precisamente sobre este tema, de tal modo que os fiéis todos puderam exprimir-se livremente a Roma, o que nunca tinha acontecido ao longo dos dois mil anos da Igreja. O Papa quer ter conhecimento directo da experiência e do pensar das pessoas sobre estas temáticas. Antes, a Cúria era informada pelos bispos, contendo os seus relatórios "mais desejos piedosos do que factos", como refere a Der Spiegel da passada semana (27 de Janeiro). Não se conhece ainda o número de respostas nem os seus resultados - em Portugal, o interesse parece ter sido diminuto e não se viu empenho forte por parte da Igreja oficial -,mas eles constituirão uma base de reflexão para o Sínodo extraordinário dos Bispos, em Outubro próximo.

O número referido da Der Spiegel, com capa com o título acima - Der Papst und der verdammte Sex -, adianta já respostas de algumas das 27 dioceses alemãs, mostrando "o abismo entre a Igreja e os fiéis". Mesmo na Baviera conservadora, 86% dos fiéis não consideram pecado a utilização da pílula ou do preservativo; 63% dos casados que voltaram a casar continuam a comungar e 90% não foi por causa disso que o não fizeram; 70% declararam que nas fases difíceis da separação não receberam apoio por parte da Igreja.

Muitos condenaram a doutrina católica por "estranha à realidade" e alguns, atendendo à linguagem das perguntas, sentiram-se enquanto "europeus da Europa Central a recuar pelo menos cem anos". Segundo a BDKJ (União dos católicos alemães - juventude), "a moral sexual católica não tem qualquer importância para nove em cada dez jovens católicos"; "sexo antes do casamento e anticonceptivos fazem evidentemente parte da sua vida em relação". Ainda segundo a BDKJ, 96% das pessoas que mantêm "vida sexual" sem casamento católico não têm nenhum problema com isso e, apesar disso, os jovens católicos participam nos sacramentos. O Vaticano está enganado quando pensa que os casais só depois do casamento vivem e dormem juntos. Uma vida em comum à experiência "é hoje uma realidade de que já se não pode abstrair", comunica a diocese de Augsburgo. E assim por diante, na sequência alfabética das dioceses, até Würzburg, onde "uns 90% dos casais praticam uma vida em comum ad experimentum" - Friburgo: "a vida comum antes do casamento pela Igreja não é nenhum caso extraordinário, mas normal".

Alguns sentiram-se inclusivamente "chocados", quando o interrogatório usa, para os divorciados, a expressão "situações irregulares", sendo excluídos da comunhão e não se tendo a Igreja preocupado com os seus "problemas" ou "necessidades de fé". Outro grupo que recebe grande apoio da base é o dos homossexuais. Comunidades houve que acharam muito importante que se acrescentasse um ponto às perguntas do Vaticano, exigindo que se ponha fim à lei do celibato obrigatório.

Os resultados das respostas, que dão um mau testemunho da instituição eclesiástica e mostram a discrepância entre a doutrina e a realidade mereceram este comentário do bispo de Mainz, o famoso cardeal Karl Lehmann, uma voz constante a favor de um catolicismo aberto: "Estes resultados, mesmo que não sejam representativos, testemunham e fortalecem a impressão de uma situação infeliz, fatal." "Há muito que já sabíamos", disse sobre o profundo abismo entre o povo fiel e a hierarquia, "muita coisa foi reprimida".

Os fiéis exigem agora a publicação integral dos resultados. Seja como for, mesmo com todas as suas deficiências, o inquérito desencadeou uma dinâmica que será difícil parar. A pergunta é: como vai Roma lidar com a questão?

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Ouro, incenso e mitra

O bispo do luxo, li na "Sábado", gostava de brocados de ouro e de celebrações com incenso. Tem mitra, mas falta a mirra.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Adeus, bispo gastador. Olá, equipa de críquete

O bispo de Limburgo (Alemanha), que gastou 31 milhões de euros na sua residência episcopal, foi afastado temporariamente da sua diocese. Li aqui. O "Dinheiro vivo" há tempos escreveu sobre este senhor. Ler aqui.


Entretanto, diz uma notícia que o

Vaticano funda equipa de críquete e desafia Igreja de Inglaterra

Assim de repente, a gente lê e não acredita. Mas a notícia explica e lá se compreende.
Irá realizar-se um campeonato que será disputado por equipas de padres e seminaristas de instituições católicas em Roma. Depois de jogarem entre si num torneio “Twenty20”, os melhores jogadores são seleccionados para o “Vatican XI”, a equipa do Vaticano, e vão desafiar a Igreja de Inglaterra para que também forme uma equipa para disputar um jogo no Lord’s, o estádio mais célebre da modalidade, em Londres. Ler aqui.
É algo tão ridículo como a Clericus Cup. É desporto universitário e mais nada. Não sei por que é que o país do Papa se mete nestas coisas.

domingo, 6 de outubro de 2013

Bento Domingues: "Perdão da dívida"

Terceiro e último ponto do texto de Bento Domingues no "Público" de hoje:


Não seria eticamente aceitável fazer despesas com o propósito de as não pagar. Mas o "perdão da dívida", desde as épocas mais recuadas até aos tempos mais recentes, nada tem de insólito. A própria Alemanha, depois de guerras criminosas, beneficiou largamente desse gesto ancestral. 
Há 60 anos, 20 países, entre eles a Grécia, Irlanda e Espanha, decidiram perdoar mais de 60% da dívida da Alemanha Ocidental. Segundo uma análise de Éric Toussaint - historiador e presidente do Comité para a Anulação da Dívida do Terceiro Mundo -, a dívida antes da guerra ascendia a 22,6 mil milhões de marcos, com juros. A dívida do pós-guerra foi estimada em 16,2 mil milhões. No acordo assinado, em Londres, estes montantes foram reduzidos para 7,5 mil e 7 mil milhões respectivamente. Isto equivale a uma redução de 62,6%. O historiador alemão, Albrecht Ritschl, confirmou que existiu um perdão de dívida gigantesco ao país, que no caso do credor Estados Unidos foi quase total. Em 1953, os Estados Unidos ofereceram à Alemanha um haircut, reduzindo o seu problema de dívida a praticamente nada (Cf. Dinheiro Vivo 28/02/2013). 
Pedir o perdão da dívida pode ter inconvenientes. Não lutar por ele é continuar com o país estrangulado. Na Eucaristia, os cristãos confessam que é no perdão que Deus manifesta o seu poder. Demos essa oportunidade a Angela Merkel.


Amanhã porei o texto todo aqui. Mas desde já digo que não concordo de maneira nenhuma com o perdão da dívida portuguesa. Invocar a situação da Alemanha do pós-guerra para exigir ou pelo menos sugerir um perdão da dívida portuguesa não faz qualquer sentido. E nem sei se não será uma afronta ao povo alemão, destroçado, ainda que por vezes convivente, com o poder totalitário. Em Portugal, não houve guerra, o país não está destruído, não tem de começar do zero. A dívida foi feita livremente pela democracia e o país vive em democracia, apesar de tudo.

Se a dívida portuguesa se fez com consumo (entre outras coisas, certamente), tem de ser paga com menos consumo e mais produção. Além do mais, o discurso de Bento Domingues é contraditório com outro das mesmas bandas que diz que "os ricos paguem as dívidas" ou "a crise". Se os ricos deveriam pagar as dívidas e se agora se pede para que ela seja perdoada, deseja-se que seja perdoada aos ricos? Também me custa, mas eu quero pagar a dívida. Todos devem pagá-la, segundo o princípio cristão-marxista de "cada um segundo as suas capacidades".

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Alemão que nasceu mulher dá à luz e dizem que é o primeiro homem a dar à luz na Europa

Notícia do DN de hoje (e não do "Inimigo Público"): 


Primeiro transexual a dar à luz na Europa é alemão

Um transexual alemão foi o primeiro homem a dar à luz na Europa. O bebé, um rapaz, nasceu a 18 de março em casa, em Berlim, com a ajuda de uma parteira, de acordo com o Daily Mail.
O homem, que não foi identificado, nasceu mulher e tem feito nos últimos anos tratamentos hormonais para mudar de sexo.
No entanto, manteve o sistema reprodutivo feminino e usou um dador de esperma para engravidar.
Oficialmente, o bebé não tem mãe, apenas pai.

"A pessoa em questão não quis aparecer na certidão de nascimento como mãe, mas sim como pai e o seu pedido foi respeitado", referiu um porta-voz da Administração do Senado de Assuntos Internos de Berlim.


A notícia diz que "oficialmente, o bebé não tem mãe, apenas pai". Na realidade, tem dois pais, o dador de esperma (provavelmente desconhecido, ok) e o homem que anteriormente era mulher, se é que esta pessoa é um pai. Admirável e, na minha opinião, repugnável mundo este. Está tudo trocado, como dizia o outro. Veio da Alemanha, onde Nietszche deve ter ficado contente por mais uma concretização da vontade de poder.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Bispos católicos poluem mais do que protestantes - na Alemanha


Deixem esse e tragam outro que polua menos. Karl Lehmann

Os carros dos bispos católicos poluem mais do que os dos bispos evangélicos (169 gramas de emissões de CO2 por quilómetro dos católicos contra 140 dos evangélicos).

Dos 47 que responderam ao inquérito de uma associação ambientalista, apenas cinco, todos eles protestantes, respeitam o limite europeu de emissões que é de 130. 19 apanham com o “cartão amarelo” e 23 recebem o “vermelho”.

O menos poluidor é Jochen Bhol, da Igreja Evangélica da Saxónia. Anda de Mercedes Classe E híbrido. 

Dos 23 "reprovados", dois provêm da Igreja Evangélica, 21 da Igreja Católica. O último da lista é o cardeal Karl Lehmann, bispo de Mainz e ex-presidente da Conferência Episcopal da Alemanha. O seu Mercedes Classe R a diesel emite 223 gramas de CO2 por quilómetro.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Bispos alemães defendem exclusão de quem não paga imposto


Na Alemanha, e também já em alguns comentário neste blogue, esta notícia está a dar polémica. Pode chocar que um sacramento fique por receber se não se paga o imposto religioso, mas as regras são essas e para não o pagar (em tal caso, a quantia não vai para o fisco alemão, mas fica no bolso do contribuinte) é preciso declarar que não se pertence à igreja em causa (católica ou outra).

Portanto, também fica mal a alguém não querer contribuir (um dos cinco antigos mandamentos da Igreja, julgo que já ninguém os aprendem é"contribuir para as despesas de culto" ou "ajudar a Igreja nas suas necessidades"), mas querer receber o que é próprio dessa comunidade.

Julgo que a notícia tem uma imprecisão. O imposto não será de 9 por cento sobre os rendimentos (quase o dízimo!) mas de 9 por cento do imposto liquidado. Mesmo assim é muito. Dá uma média de 200 e tal euros por pessoa, tendo em conta que a Igreja católica tem 25 milhões de membros declarados (muitos estarão isentos) e recebe 6 mil milhões de euros. 

Note-se que em Portugal pode-se dar 0,5 por cento do imposto liquidado a  uma instituição e na Itália há o "8 por mil". Em Espanha também há algo do género, embora a Igreja receba muito mais do Estado, por outras vias, comparativamente ao que acontece em Portugal.

Evidentemente, há aqui uma questão mais radical que se coloca: a graça de Deus - que só pode ser gratuita - precisar de uma estrutura que, para se manter, custa dinheiro. E custa em todo o lado, com impostos, côngruas, coletas, peditórios, cortejos, etc., etc. Poderia ser de outro modo? Até no tempo de Jesus assim foi. E, dizem alguns, quem o financiava eram... umas mulheres ricas.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Papa processa "Titanic"



O Papa não gostou da capa e contracapa da revista "Titanic". Eu também não gostei e por isso não a compraria, tal como deixei de comprar o "Expresso" (uma ou duas vezes por ano compro-o, como na semana passada, para saber que ando a perder muito pouco apesar do peso) por causa não do cartune referido no texto do "Público", mas de um outro com Bento XVI e fetos humanos, julgo que no final de 2006. Mas defendo que o Papa é criticável, como Maomé é criticável. Ou "objecto de sátira", como diz a peça.


Os abusos da liberdade de expressão também são liberdade de expressão. Há limites? Sim. Mas uma revista satírica é precisamente um dos espaços onde eles (o bom nome, a verdade, a reserva da vida privada, a verdade histórica...) são subvertidos. E rir-me-ia com as explicações do diretor da publicação: "É Fanta! É chocolate!"

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mais humor vaticanês*


O núncio Pacelli, de visita aos bispos da Baviera, em 1922

Um embaixador alemão, com algum sarcasmo, perguntou ao núncio Pacelli, futuro Pio XII:
- Por que é que os italianos se comportam na igreja como se estivessem num teatro?
Pacelli respondeu-lhe:
- Pelos mesmos motivos que os alemães se comportam no teatro como se estivessem numa igreja.


* O título deste post serve-se do pedido de um leitor, que terá resposta um dia destes.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Vaca alemã e outras fés



Retirado do Record (aqui), com esta legenda: A vaca vidente Yvonne fez a sua escolha esta sexta-feira, durante o pequeno-almoço: previu o triunfo de Portugal no jogo frente à Alemanha (sábado). Está feito e a escolha é insuspeita: Yvonne é alemã. Vive perto de Deggendorf.




Nestes tempos pós-religião, que os filósofos dizem ser de predominância da razão técnico-científica, é com imenso humor que vejo os novos oráculos a entrar em ação, principalmente por causa do futebol, que, em si mesmo, é para muitos um sucedâneo da religião - mesmo que disso não tenham consciência.


Chesterton bem o sabia: quando não se acredita em Deus, não quer dizer que não se acredite em nada; acredita-se em tudo. 


Polvos, cães, piriquitos, porcos... Agora é uma vaca alemã. Claro que poucos levam a sério as previsões, assim espero. Mas o facto de serem amplamente divulgadas (eu faço uma metadivulgação) o que significa? Se fôssemos estritamente racionais dávamo-nos a isto?

Notícia do Corpo de Deus

Notícia com data de ontem.
En Alemania 160 párrocos de la arquidiócesis de Freiburg declaran vía internet que suministran la Eucaristía a los que se han casado dos veces. (…) 
Los sacerdotes –que representan alrededor de un séptimo del clero de Freiburg que dirige el arzobispo Robert Zollitsch, que también es el presidente de la Conferencia episcopal alemana– declararon en su manifiesto que están «completamente cosncientes» de violar la postura de la Iglesia católica. «Con nuestra firma –explican–, expresamos que, en nuestra actividad pastoral en relación con los divorciados que se han vuelto a casar, nos dejamos guiar por la misericordia», citando el principio salus animarum suprema lex (la salvación de las almas es la ley suprema).
Ler mais aqui. Agradeço a Henrique Dias, que me alertou para a notícia. Nos países latinos acontece o mesmo. Mas nestes há sempre uma relatividade entre os princípios e a prática. Não precisam de coincidir. E cada um age por seu lado, sem manifestos. Por isso é que as reformas de se ver nascem na Alemanha (e na Áustria e noutros países não latinos).

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Humor de Georg Ratzinger


Cardeal Faulhaber

A leitura de “Meu irmão, o Papa”, de Georg Ratzinger e Michael Hesemann proporcionou-me uns dias muito agradáveis. Hei de apontar aqui os pontos que mais apreciei neste livro (e um ligeiro desgosto).

Georg, nos seus 84 anos, fala com grande bonomia e espantosa memória. A idade, que será certamente causa de uma qualidade, pelos vistos não afetou a outra.

Nota-se em todas as páginas que tem um grande amor pelo irmão. Parece, até, que é um amor, uma dependência, maior que o do irmão por ele.

Uma ou outra vez há humor no livro. Boa disposição há muita mais. Um caso de humor:

Um dia, o cardeal Faulhaber (o cardeal que crismou e ordenou os Ratzinger; anti-Hitler, foi o principal redator da encíclica “Mit brennender Sorge”, em que Pio XI condenou o nazismo, e várias vezes defendeu os judeus, sendo apelidado de “juden-kardinal”) foi visitar o seminário onde estudavam os irmãos Ratzinger. Conta Georg: “Uma vez, o porteiro, que também servia as refeições, entornou-lhe molho na batina. Quando o cardeal o fixou repreensivamente, o porteiro, Sr. Bartl, titubeou: “Eminência, não faz mal, temos mais molho na cozinha” (pág. 154).

quarta-feira, 28 de março de 2012

Souto Moura não desenha para seitas

O dinheiro não compra tudo. Resposta do arquiteto Souto Moura numa entrevista da "Visão" de 1 de março deste ano:


Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...