Na Alemanha, 522.821 católicos abandonaram a Igreja em 2022.
Será isto a "Igreja em saída" de que fala o Papa Francisco?
Temos de sugerir ao Papa que passe a falar de "Igreja em entrada".
Na Alemanha, 522.821 católicos abandonaram a Igreja em 2022.
Será isto a "Igreja em saída" de que fala o Papa Francisco?
Temos de sugerir ao Papa que passe a falar de "Igreja em entrada".
Irá realizar-se um campeonato que será disputado por equipas de padres e seminaristas de instituições católicas em Roma. Depois de jogarem entre si num torneio “Twenty20”, os melhores jogadores são seleccionados para o “Vatican XI”, a equipa do Vaticano, e vão desafiar a Igreja de Inglaterra para que também forme uma equipa para disputar um jogo no Lord’s, o estádio mais célebre da modalidade, em Londres. Ler aqui.
Não seria eticamente aceitável fazer despesas com o propósito de as não pagar. Mas o "perdão da dívida", desde as épocas mais recuadas até aos tempos mais recentes, nada tem de insólito. A própria Alemanha, depois de guerras criminosas, beneficiou largamente desse gesto ancestral.
Há 60 anos, 20 países, entre eles a Grécia, Irlanda e Espanha, decidiram perdoar mais de 60% da dívida da Alemanha Ocidental. Segundo uma análise de Éric Toussaint - historiador e presidente do Comité para a Anulação da Dívida do Terceiro Mundo -, a dívida antes da guerra ascendia a 22,6 mil milhões de marcos, com juros. A dívida do pós-guerra foi estimada em 16,2 mil milhões. No acordo assinado, em Londres, estes montantes foram reduzidos para 7,5 mil e 7 mil milhões respectivamente. Isto equivale a uma redução de 62,6%. O historiador alemão, Albrecht Ritschl, confirmou que existiu um perdão de dívida gigantesco ao país, que no caso do credor Estados Unidos foi quase total. Em 1953, os Estados Unidos ofereceram à Alemanha um haircut, reduzindo o seu problema de dívida a praticamente nada (Cf. Dinheiro Vivo 28/02/2013).
Pedir o perdão da dívida pode ter inconvenientes. Não lutar por ele é continuar com o país estrangulado. Na Eucaristia, os cristãos confessam que é no perdão que Deus manifesta o seu poder. Demos essa oportunidade a Angela Merkel.
En Alemania 160 párrocos de la arquidiócesis de Freiburg declaran vía internet que suministran la Eucaristía a los que se han casado dos veces. (…)
Los sacerdotes –que representan alrededor de un séptimo del clero de Freiburg que dirige el arzobispo Robert Zollitsch, que también es el presidente de la Conferencia episcopal alemana– declararon en su manifiesto que están «completamente cosncientes» de violar la postura de la Iglesia católica. «Con nuestra firma –explican–, expresamos que, en nuestra actividad pastoral en relación con los divorciados que se han vuelto a casar, nos dejamos guiar por la misericordia», citando el principio salus animarum suprema lex (la salvación de las almas es la ley suprema).
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...