Mostrar mensagens com a etiqueta Catarina de Sena. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Catarina de Sena. Mostrar todas as mensagens

sábado, 1 de março de 2014

domingo, 7 de outubro de 2012

Música e iluminuras da nova Doutora da Igreja



Bento XVI declarou hoje que Hildegarda de Bingen é Doutora da Igreja. A quarta, depois de Teresa de Ávila, Teresa de Lisieux e Catarina de Sena.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

No autoconhecimento o homem conhece melhor a Deus, diz Catarina de Sena

“No autoconhecimento o homem conhece melhor a Deus. Ao contemplar a bondade divina em si e no espelho, ele compreende que tem em si uma dignidade e uma indignidade. Dignidade por reconhecer-se imagem divina por dom gratuito da criação; indignidade por ver no espelho da divindade o pecado humano. Quem se olha num espelho vê as manchas do próprio rosto; o mesmo acontece com a pessoa que, com amor e fé, se contempla em Deus. A pureza divina mostra-lhe melhor os defeitos da própria face”.

Excerto de “O Diálogo”, de Catarina de Sena, pág. 51 (ed. Paulus, Brasil)

29 de Abril de 1380. Morre Catarina de Sena

Catarina e o dominicano Raimundo de Cápua, que foi seu correspondente, confessor e biógrafo

Catarina Benincasa nasceu em Siena (ou Sena, na Itália) no dia 20 de Março de 1347 e morreu em Roma no dia 29 de Abril de 1380. Há 630 anos. Vigésima quarta filha de um casal de comerciantes, Catarina não sabia ler nem escrever, mas ditou mais de 300 cartas e um livro, “O Diálogo” (ver aqui), em que a sua alma dialoga com Deus.

Catarina desde os 15 anos (outros dizem 16) que integrou a Ordem Terceira de São Domingos, uma organização para leigos, vivendo em recolhimento. Passava longos dias sem comer. Talvez fosse mesmo anoréctica.

Quando a peste atingiu a Itália, distinguiu-se no cuidado aos doentes. Adepta do papado em Roma, lutou pelo regresso do Papa à cidade eterna, quando este estava em Avinhão.

Está sepultada na Basílica do Vaticano. É a única leiga proclamada “doutora da Igreja” (por Paulo VI, em 1970) e é co-padroeira da Europa (proclamou-a João Paulo II em 1999).

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

30 de Dezembro 1370. Eleição de Gregório XI

Regresso de Gregório XI a Roma, por Giorgio Vasari

Gregório XI, o último Papa francês, foi eleito no dia 30 de Dezembro de 1370. Começou o pontificado em Avinhão e terminou-o em Roma. Morreu no dia 27 de Março de 1378. Gregório XI mudou-se para Roma por influência de Catarina de Sena (que está sepultada na Basílica de São Pedro). Terminava assim uma espécie de cativeiro, porque a terra dos papas é Roma.

Após a morte de Gregório XI, porque os franceses não gostam do regresso a Roma (e além dos franceses, diversos outros reis, incluindo, por vezes, o português), começa o Cisma do Ocidente. Um papa em Roma e outro (antipapa) em Avinhão.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

15 de Outubro de 1389. Urbano VI cai da mula e morre

Urbano VI (nascido Bartolomeu Prignano, por volta de 1318) foi Papa de 8 de Abril de 1378 até 15 de Outubro de 1389. Caiu da sua mula, quando participava numa procissão, e morreu. Este é o pormenor da história deste Papa.

O aspecto mais importante é que a eleição de Urbano VI (que era arcebispo mas não cardeal – foi o último não cardeal a ser eleito) pretendeu manter o papado em Roma. Os papas fixaram-se em Avinhão, entre 1309 e 1377, e só com Gregório XI (papa de 1370 a 1378) e a influência de Catarina de Sena é que o papado regressou a Roma. Elegendo um italiano, por pressão do povo de Roma, esperava-se que papas se mantivessem em Roma.

Acontece que os franceses não gostaram da eleição e decisão de Urbano VI e, passados quatro meses, elegeram Roberto de Genebra, que tomou o nome de Clemente VII (antipapa; no séc. XVI haveria outro o mesmo nome e que foi mecenas de Rafael e Miguel Ângelo e ) e era mais simpático (mas isso é irrelevante para o caso). Urbano VI excomungou-o e foi excomungado por Clemente VII e começou assim o Cisma do Ocidente.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

16 de Setembro de 1394. Morre Clemente VII, antipapa

No dia 16 de Setembro de 1394, morre em Avinhão Clemente VII, antipapa. Em Roma estava Urbano VI, o legítimo.
A história passou-se assim (via Wikipedia): Em 1377, o Papa Gregório XI decidiu, por intervenção de Santa Catarina de Sena, deslocar a sede do papado de novo para Roma. No ano seguinte o papa morreu e foi substituído por Urbano VI. Esta escolha foi influenciada pela população de Roma, que queria assegurar com a eleição de um italiano a permanência do papado na cidade. A maioria dos cardeais de origem francesa discordava desta escolha e detestava o novo papa pela sua personalidade conflituosa. Como resposta, quatro meses após a eleição de Urbano VI, os cardeais franceses reuniram-se em Anagni e realizaram novo conclave. Desta reunião saiu a proclamação de Roberto de Genebra como Papa, sob o nome de Clemente VII. Para concretizar o cisma, Clemente VII excomungou e foi excomungado por Urbano VI e fixou residência em Avinhão.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Clássicos 11: “O Diálogo”, de Santa Catarina de Sena


(Primeiro parágrafo:) "Estava certa pessoa arrebatada em grandíssimo desejo da glória divina e da salvação dos homens… Exercitara-se durante algum tempo na prática da virtude, vivendo habitualmente na cela do autoconhecimento para melhor conhecer a Deus presente em si mesma. Quem ama, procura seguir a Verdade e revestir-se dela. Não existe, porém, melhor modo de saborear a Verdade e de ser por ela iluminado, que a oração humilde e contínua, baseada no conhecimento de si e de Deus. Tal oração une o homem a Deus nas pegadas de Cristo crucificado; identifica-o com ele no desejo, na afeição, na união amorosa. Jesus parece afirmar tudo isso, quando diz: “Quem ama, guarda as minhas palavras e eu me manifestarei a ele; será uma só coisa comigo e eu com ele” (Jo 14,21; 17,21). Em outras passagens bíblicas, ainda, encontramos o seguinte: pelo amor, o homem torna-se um outro Cristo!"

O Diálogo | Santa Catarina de Sena | Paulus, 1984, 420 páginas

Catarina nasceu em Sena (1347). Era a vigésima quarta filha de Tiago e Lapa Benincasa. Mística, ingressou na Ordem da Penitência de São Domingos, em 1362. Morreu no dia 29 de Abril de 1380, repetindo: “Pequei, pequei Senhor, tem piedade de mim”. Foi canonizada em 1461 e declarada doutora da Igreja em 1970, por Paulo VI. Dizem que era anoréctica. Os seus restos mortais estão na Basílica do Vaticano.

Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...