Mostrar mensagens com a etiqueta Feytor Pinto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Feytor Pinto. Mostrar todas as mensagens

domingo, 13 de fevereiro de 2011

13 de Fevereiro de 1958. Morre o pintor Georges Rouault


Georges Rouault (Paris, 1871-1858), um dos pintores religiosos mais importantes do século XX, morreu no dia 13 de Fevereiro de 1958. Pouco antes de morrer queimou mais de 300 quadros. Mas teve cerimónias fúnebres oficiais.

Em jovem, Rouault foi aprendiz de pintor de vitrais. Daí tirou os traços largos a negro, que constituíram um dos sinais distintivos da sua pintura.

Profundamente católico, pintou diversos rostos e cenas crísticas, como este imensamente sereno “Le Christ moqué par les soldats”, de 1932.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Movimento perpétuo


A afirmação de que os jornais não trazem nada de interesse é desmentida em cada edição que leio. Provavelmente, tal frase revela mais sobre a pessoa que a profere do que sobre a realidade e o reflexo dela nos jornais. Três exemplos no diário que sigo com mais atenção, relativos apenas a sábado e domingo (para além da nota já inserida sobre São Paulo):


Tecnociências e ser humano

Bento Domingues, no "Público" de 5 de Julho: “A pastoral da Igreja já compreendeu que não pode preocupar-se, apenas, com a aliança da cultura e da fé no campo da diversidade das expressões filosóficas e artísticas. As tecnociências, que estão a modificar a imagem que o ser humano tinha da sua própria natureza, da sua origem, das suas relações interpessoais, interpovos e com os outros seres vivos ou não, levantam novas questões à inteligência da fé e exigem um confronto entre diversas concepções éticas. Mediante o controlo da reprodução humana, do comportamento psíquico e das doenças, as tecnociências marcam já alguns aspectos da cultura do futuro. É preciso, para isso, que haja futuro”.


Fim da vida e ser humano

Matilde Sousa Franco, “a favor da humanização da morte”, citando Mons Feytor Pinto, no "Público" de 4 de Julho: “São inúmeras as questões que se levantam. Subsiste porém em todas elas uma preocupação dominante, a de servir o homem em crise e de lhe dar a esperança de que ele é capaz. Todos somos homens terminais, todos temos diante de nós a certeza da morte como acontecimento universal. Mas o doente terminal tem mais próxima a morte. O importante é ajudá-lo a viver esse momento como a síntese de toda a vida, com o sentido que marcou todos os caminhos já percorridos. O grande convite que é feito ao técnico de saúde é que, perante o doente terminal, se aproxime, pare, aceite ter tempo para escutar e acompanhe esse homem que sofre e que, em última análise, apenas espera uma outra mão para segurar a sua própria mão. É que a esperança de um amigo é sempre uma nova razão de esperança”.


Economia e ser humano

António Marujo, no "Público" de 5 de Julho: “Será finalmente publicada na terça-feira, após dois anos de expectativas e adiamentos, a terceira encíclica do Papa Bento XVI. Um texto onde o Papa aplicará os temas das duas encíclicas anteriores – o amor e a esperança – às questões sociais e no qual a crise actual será tema central (e uma das razões do adiamento). A mesma crise que mostra que devem “repensar” os modelos económicos e financeiros preponderantes”.

Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...