sábado, 12 de abril de 2014
Anselmo Borges: "O dinheiro faz a felicidade?"
sábado, 28 de dezembro de 2013
Anselmo Borges: "Pequenos pensamentos para 2014"
sábado, 19 de janeiro de 2013
Anselmo Borges: "A regra de ouro e a empatia"
sábado, 22 de dezembro de 2012
Homens e dinheiro
Abbé Pierre, 1955
domingo, 29 de julho de 2012
Breu
Simone Weil (1909-1943)
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Orientação
O amor é uma orientação e não um estado de alma. Se o ignoramos caímos no desespero ao primeiro golpe da infelicidade.
Simone Weil, "Espera de Deus" (Assírio & Alvim), pág. 123
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Como alcançar a felicidade – II
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Como alcançar a felicidade
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Inveja
François de La Rochefoucauld (1613-1680)
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Amizade com a criação
Carlos G. Vallés, s.j.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Anselmo Borges: Os trabalhos mais felicitantes
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Felicidade da credulidade?
domingo, 31 de julho de 2011
Bem-aventurados os alucinados
Bem-aventurados os alucinados, porque deles será o real
bem -aventurados os desiludidos, porque neles o pensamento se fará humano
bem-aventurados os corpos que morrem, porque deles será a sensualidade do invisível
bem-aventurados os desesperados, porque deles será a restante esperança
bem-aventurados sejas tu, ó Terra, porque será a explosão
que levará o vivo a todo o Universo.
Maria Gabriela Llansol (1931-2008)
terça-feira, 14 de junho de 2011
Felicidade e irritação
Ditado chinês (lido em "Ser cristão para quê?", de Timothy Radcliffe), que poderá irritar feministas, protectores dos animais e ecologistas.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Bento Domingues: Deus ou o dinheiro?
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A velha ideia da felicidade interna bruta
já se tem falado que talvez o mais importante não seja o produto interno bruto, mas a felicidade interna bruta. Foi o primeiro-ministro do Nepal que surgiu com esta ideia e nós achamos muito interessante.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Bento Domingues: Bem-aventurada desconstrução
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Público 2: A religião traz a felicidade ou ela já está no cérebro?

“Há uma felicidade do instante, outra associada à participação na vida cívica, outra identificada com Deus ou a religião. A felicidade confronta-se com o mal e o sofrimento. Será que podemos saber onde ela mora?” Artigo de António Marujo no P2 de hoje. Aqui, com uma belíssima imagem de Marc Chagall.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Anselmo Borges: Religião, felicidade e infelicidade
Realizou-se nos dias 9 e 10 de Outubro passado, no Seminário da Boa Nova, Valadares, um Colóquio internacional, subordinado ao tema "Religião e (In)felicidade", com 220 participantes, e conferencistas vindos das Neurociências, da Sociologia, da Filosofia, da Teologia.
Aquele "in" de (In)felicidade indicava, à partida, o reconhecimento de que as religiões foram e são simultaneamente causa de felicidade e infelicidade.
Pela sua própria definição, a religião está referida à salvação: felicidade, sentido último, o sentido de todos os sentidos...
Grandes filósofos, como Kant, Hegel, Bloch, Habermas, reconheceram que foi pelo cristianismo que soubemos da dignidade da pessoa humana. Em tempos terríveis de miséria material e humana, foi a religião que ajudou homens e mulheres a erguerem-se um pouco acima da animalidade e do quotidiano embrutecedor.
Quando não havia médicos nem analgésicos, foi a oração e a cruz de Cristo que deram sentido e algum alívio a todo aquele mundo de horror. E as pessoas sabiam que tinham uma missão na vida, e Deus acolhia-as na morte. Não é calculável o que as religiões fizeram e fazem pela cultura, pelo combate pela justiça e dignidade, no exercício da compaixão e do amor. Quem não reconhece o que a Igreja faz na presente crise pelos mais pobres?
Mas a corrupção do óptimo é péssima, e lá está a perversão da religião/religiões e as suas patologias. Como não pensar no terrorismo, na guerra e na tentativa de legitimar a violência com a religião?
Há três impulsos com que o Homem tem de aprender a viver: o ter, prazer, o poder. Saber viver com eles - nisso consiste a arte de viver.
O mais difícil é o poder, porque ele é o maior afrodisíaco. Por isso, de modo geral, Deus é pensado como omnipotência. Significativamente, na revelação cristã, Deus não se apresenta imediatamente como omnipotente, mas como Força infinita de criação e de amor. O Evangelho diz: "Sabeis que, nas nações, os poderosos mandam e dominam; entre vós, não será assim: quem quiser ser o primeiro deve ser o último." "Eu não vim para ser servido, mas para servir", disse Jesus.
Assim, quando a Igreja se identificou como instituição de poder, começou o afastamento do Evangelho. Até Constantino e Teodósio, os pagãos diziam, referindo-se aos cristãos: "Vede como eles se amam." Depois, surgiu o poder sacro, à maneira do poder imperial, e tudo se modificou. Não é possível a uma pessoa que conheça minimamente o Evangelho e a História deixar de fazer perguntas como esta: como é que o Evangelho de- sembocou num Papa chefe de Estado, com uma Cúria imperial, e bispos a viver em palácios?
Quando se toma o poder sacro em nome de Deus, os perigos são imensos e terríveis. Até surge a tentação de "administrar" Deus. Então, quem não está com os "administradores" de Deus é herético e condenado. Lá está o perigo do fanatismo: somos a única religião verdadeira e todas as outras devem ser combatidas. Lá está o impedimento da liberdade de pensar e a censura. O pior é a imagem de um deus mesquinho, cruel, violento, causa de ateísmo e de infelicidade.
Esses "administradores" da religião e do próprio Deus arrogam-se também o direito de administrar a moral e são eles então quem determina o que é bem e mal, o que se deve fazer e não fazer. E lá está o controlo do prazer pelo poder, porque o prazer subverte o poder. Lá está então uma sexualidade envenenada, a proibição dos contraceptivos, o celibato eclesiástico obrigatório e a sua grandeza e miséria. Lá está a pedofilia dos clérigos, ocultada para tentar preservar a instituição-poder.
E ainda: quem detém o poder deverá, no quadro desta lógica, ter também mais teres e privilégios.
A questão da religião é mesmo a religião (o conjunto de atitudes e organizações na relação com Deus): o que a religião fez e faz de Deus e como usou e usa o seu nome na sua relação com os humanos e destes com Deus. Para a felicidade, é preciso voltar ao Evangelho.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
A mulher de Einstein e a relatividade da felicidade

(Lido em Chet Raymo, “Cépticos e Crentes”, Ed. Âncora, pág. 125)
Mas salvaguarde-se que a ciência é importante, se não para a felicidade, pelo menos para o bem-estar. Mas também para a felicidade. Ajuda a compreender o universo.
Sinodalidade e sinonulidade
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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A fé começa precisamente onde o pensamento acaba. Kierkegaard









