sábado, 7 de janeiro de 2012
Sete histórias de paixão pela Bíblia
terça-feira, 23 de março de 2010
"Time" 15/16 - Mais líderes cristãos na capa

Pedro Arrupe, na “Time” de 23 de Abril de 1973
Superior geral dos jesuítas de 1965 a 1983, Pedro Arrupe (1907-1991) foi um dos sobreviventes de Hiroshima. Era missionário do Japão e estava a 6 quilómetros do epicentro da explosão que arrasou a cidade. Mas o artigo da “Time” é mais sobre a congregação e a procura de uma nova identidade do que sobre o líder. Começa com duas citações:
If ever any Congregation of Men could merit eternal Perdition on Earth and in Hell, it is the company of Loyola.
John Adams, writing to Thomas Jefferson, in 1816
The expense is reckoned, the enterprise is begun; it is of God, it cannot be withstood.
Edmund Campion, S.J., in 1581, shortly before being hanged, drawn and quartered
Ler aqui.
Pat Robertson. 17 de Fevereiro de 1986
Pastor baptista, sulista, pentecostal. Advogado. Chegou a ser candidato à presidência dos EUA. Tem uma rede de televisão e dinamiza o programa “The 700 Club”. Ler aqui.

Jimmy Swaggart, 6 de Abril de 1987

Billy Graham. 15 de Novembro de 1993
Conselheiro de presidentes (George Bush – pai dizia que é “o pastor da América”), por vezes tido como próximo dos católicos e do Papa, Billy Graham (1818) é o mais conhecido dos pregadores evangélicos. A “Time” dedicou-lhe uma capa nos seus 75 anos (ler aqui), quando lutava contra a doença de Parkinson, e outra em 2007 (ler aqui).
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Relíquias 6 - O crânio do jovem Baptista está numa catedral alemã

quarta-feira, 14 de outubro de 2009
14 de Outubro de 1964. Luther King é Nobel da Paz

No dia 14 de Outubro de 1964, o pastor da Igreja Baptista da Avenida Dexter, em Montgomery, Alabama, foi anunciado como Prémio Nobel da Paz.
A Fundação Nobel justificou a atribuição pelo seu protagonismo na Conferência de Liderança Cristã do Sul (SCLC, Southern Christian Leadership Conference), que organizava o activismo pelos direitos civis.
Martin Luther King (1929-1968) é o laureado com o Nobel da Paz mais jovem. Tinha 35 anos (o advogado Obama tem 48).
A foto refere-se a uma das ocasiões em que foi preso, na altura dos protestos contra a discriminação nos transportes públicos (protestos desencadeados após Rosa Parks, em 1955, ter-se recusado a dar o seu lugar a uma mulher branca).
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Devia ter sido o ano no início de uma grande amizade

"Conversão de Paulo", na Capela do Paulina (de Paulo III), no Vaticano
Tiago Cavaco, pastor baptista (e músico panque-roque sob o nome de Tiago Guillul), escreve sobre o Ano Paulino (“dois mil e nove, quis Roma, é ano paulino”) na “Ler” de Setembro (págs. 58-59). Não refere nenhum autor católico, o que talvez nem ficasse mal, porque houve boas edições sobre Paulo em 2008/09 (um exemplo: “Paulo”, de Jerome Murphy-O´Connor, nas Paulinas), mas fala de um autor que, quase de certeza, não é conhecido pelos católicos que estão mais ou menos a par do que se publica: “Paulo de Tarso na Estrada de Damasco”, de Wlater Wagerin, na Presença. 400 páginas “com ritmo e emoção”. “Oferta certa para o leitor sazonal”. “Tem o condão raro de entreter ao mesmo tempo que cristianiza”.
Cavaco faz uma observação curiosa: “A iniciativa vaticana de declarar 2009 ano paulino pode suscitar o cinismo protestante. Não foi a leitura de Paulo uma porta de saída de Roma”. Foi. Mas as comunidades católicas, como facilmente terá constatado quem as frequenta, não lidaram em 2008/09 com o Paulo da fé e da inovação, mas antes com o Paulo missionário e criador de comunidades. E Roma devia prever isso. Paulo não fez mossas. E logo a seguir veio o Ano Sacerdotal. Onde é que já vai Paulo?
Paulo faz sentido por causa daquele que lhe trocou as voltas à vida. Fica o apelo do pastor: “É avançar sem medo. Para os versículos severos e para os arrebatamentos poéticos. É obedecer à universalidade e compreender o regionalismo. É deixar o Apóstolo cantar e ralhar connosco. E sobretudo, nunca cair no erro de optar pelo Paulo que convém às tendências da época (todos sabemos que é Paulo que escolhe os seus leitores e nunca o oposto, numa preciosa explicação da doutrina da predestinação). É fazer de 2009 o ano do início de uma grande amizade”.
domingo, 5 de julho de 2009
Paulo e Pedro

Pedro Mexia, no “Público” de 4 de Julho, escreve sobre Paulo de Tarso. Além do habitual – que nasceu em Tarso, que é o primeiro intelectual cristão, que escreveu cartas (Mexia prefere a aos Gálatas), que escreveram sobre ele no Livro dos Actos, que teve uma revelação, que de Jesus valoriza a morte e ressurreição – diz, em notável síntese:
“A grande revelação Paulina consiste na convicção de que a fé em Cristo não se dirige apenas a judeus mas a todos. Ele é conhecido como «o apóstolo dos gentios» porque recusou a tese «judaizante» segundo a qual primeiro era preciso ser judeu (ou convertido ao judaísmo) e só depois se podia abraçar o cristianismo. Além disso, os judaizantes defendiam o cumprimento estrito da Lei, enquanto para Paulo a Lei era suplantada pelo espírito, e por isso os rituais e mandamentos judaicos estavam ultrapassados. Nenhuma outra doutrina causou tantos ataques. A polémica entre Paulo e Pedro é um dos momentos mais marcantes de toda a história do cristianismo e revela até que ponto o cristianismo é também uma religião de polémica e confronto, bem diferente de uma certa imagem beatífica e sentimental”.
Pedro Mexia dedica o texto a Tiago Cavaco, que é pastor baptista, bloguista (Voz do Deserto) e, ao mesmo tempo, músico panque-roque, como gosta de dizer, sob o nome de Tiago Guillul.
Imagem: "Damascus Illumination", de Paul Granlund, 1967, bronze na Igreja Luterana de S. Paulo, West Avenue at Madison.
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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P.e Gabriele Amorth Ando a ler “Mais fortes que o mal. O demónio, reconhecê-lo, vencê-lo, evitá-lo”, do mui célebre exorcista italia...





