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sábado, 20 de agosto de 2016
sábado, 19 de julho de 2014
sábado, 15 de março de 2014
Noé
Mais uma polémica. Agora por causa do filme "Noé". A notícia do "Público" diz, mais coisa menos coisa, que há críticas de judeus (o realizador, Aronofsky, é judeu), católicos e muçulmanos. Mas por que motivos? Quanto aos muçulmanos, parece que é apenas e simplesmente por o filme representar fisicamente Noé. A velha questão da iconoclastia. Não é se é bem ou mal representado. É simplesmente por representar.
É altamente improvável vir a ver o filme no cinema. Mas até gostaria.
É altamente improvável vir a ver o filme no cinema. Mas até gostaria.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Eu cliquei num banner...
Jesus, Gandhi e a Madre Teresa clicam pela UNICEF. Eu sei que alguns católicos não gostam de determinadas práticas deste organismo das Nações Unidas, mas os vídeos... Ainda não parei de rir. Obrigado, H.V.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Esses romanos...
Rome Reborn 2.2: A Tour of Ancient Rome in 320 CE from Bernard Frischer on Vimeo.
Roma, uns aninhos depois da liberdade para o cristianismo. Ano 320. Manda Constantino. Espantoso.
Apenas um edifício se aguentou tal e qual até aos dias de hoje. Sabe qual? Quem conhece minimamente Roma de certeza que já nele entrou.
Roma, uns aninhos depois da liberdade para o cristianismo. Ano 320. Manda Constantino. Espantoso.
Apenas um edifício se aguentou tal e qual até aos dias de hoje. Sabe qual? Quem conhece minimamente Roma de certeza que já nele entrou.
domingo, 17 de março de 2013
Adriano VII? Clemente XV? Não. Francisco
Referi aqui que o nome Francisco reconcilia jesuítas e franciscanos, pois foi Clemente XIV, de origem franciscana, o Papa que suprimiu os jesuítas. Ora ontem disse o Papa Francisco, mesmo no final do seguinte vídeo, que lhe sugeriram o nome Clemente XV, precisamente para vingar o Papa "rigoroso" do séc. XVIII.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
As potencialidades do Homem-Aranha na nova evangelização
Um padre benze os fiéis com uma pistola de água, ou uma metralhadora, e veste paramentos com super-heróis estampados. Passa-se no México. Deve ser isto a nova evangelização. Li no Público.
Paramento com o "Homem-Aranha". Têm de ser estudadas as virtualidades do Homem-Aranha na evangelização. É a segunda vez que dou com ele em coisas de temática cristã, ou a terceira, se contar com um texto em que João César das Neves afirma que "grandes poderes trazem grandes responsabilidades" (uma frase tirada de um dos filmes do aracnídeo). A segunda vez foi num dvd da Paulus, sobre São Paulo em Corinto. O dvd intitula-se "O Céu de Corinto". O Homem-Aranha aparece várias vezes entre a multidão que ouve o apóstolo Paulo. E também aparece no seguinte trailer, aí pelos minutos 2:29 e 2:52.
Paramento com o "Homem-Aranha". Têm de ser estudadas as virtualidades do Homem-Aranha na evangelização. É a segunda vez que dou com ele em coisas de temática cristã, ou a terceira, se contar com um texto em que João César das Neves afirma que "grandes poderes trazem grandes responsabilidades" (uma frase tirada de um dos filmes do aracnídeo). A segunda vez foi num dvd da Paulus, sobre São Paulo em Corinto. O dvd intitula-se "O Céu de Corinto". O Homem-Aranha aparece várias vezes entre a multidão que ouve o apóstolo Paulo. E também aparece no seguinte trailer, aí pelos minutos 2:29 e 2:52.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
O pecado pode ser perdoado antes de ser cometido?
Um pecado pode ter um perdão adiantado, antes de ser cometido? Não é este o enredo principal do filme, mas reconheça-se que sem o contexto católico o drama não teria tanto sentido.
sábado, 19 de maio de 2012
19 de maio de 1890. Nasce Mário de Sá-Carneiro
Mário de Sá-Carneiro, o grande amigo de Fernando Pessoa, nasceu em Lisboa, no dia 19 de maio de
1890. Suicidou-se em Paris, no dia 26 de abril de 1916.
Eu não sou eu nem sou o outro,
Sou qualquer coisa de intermédio:
Pilar da ponte de tédio
Que vai de mim para o Outro.
Adriana Calcanhoto canta Mário de Sá-Carneiro.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Com tanta culpa, estamos a ficar mais judeus
O Abrupto (Pacheco Pereira) enumera-se as novas culpas (aqui):
Ser pobre é uma culpa.
(Significa não ser competitivo, ser preguiçoso, depender dos subsídios, explorando as novas gerações e hipotecando o seu futuro.)
Ser funcionário público é uma culpa.
(Viver a expensas dos contribuintes.)
Ser desempregado é uma culpa.
(Não ser competitivo no mercado de trabalho, não se ser “empreendedor”.)
Ser desempregado de longa duração é uma culpa.
(Sinal de preguiça e não-“ajustamento”. Condição sensível à “pieguice”.)
Ser desempregado com mais de quarenta anos é uma culpa.
(Não se ter “adaptado” a tempo. Condição sensível à “pieguice”.)
Ser desempregado com vinte anos é uma culpa.
(Não ter escolhido uma formação com “empregabilidade”.)
Ter estudado História é uma culpa.
(Escolher ser não-empregável.)
Ter estudado Filosofia é uma culpa.
(Escolher ser não-empregável.)
Ter estudado Literatura é uma culpa.
(Escolher ser não-empregável.)
Ter estudado Sociologia é uma culpa.
(Escolher ser não-empregável.)
Ser de “humanidades” é uma culpa.
(Escolher ser não-empregável.)
Viver mais do que sessenta e cinco anos é uma culpa.
(Ameaça à segurança social por via das reformas.)
Exercer os seus direitos legais à reforma é uma culpa.
(Significa pensar que se tem direitos quando não se tem nenhum. As carreiras contributivas para a segurança social são mais úteis para controlar o défice.)
Ter nascido entre 1940 e 1950 é uma culpa.
(Fazer parte da geração maldita dos anos sessenta que tem todas as ideias erradas.)
Ter nascido entre 1950 e 1960 é uma culpa.
(Fazer parte da geração maldita dos anos setenta, a segunda em perigosidade depois da dos anos sessenta.)
Ter nascido entre 1960 e 1970 é uma culpa.
(É a geração do “cavaquismo”, como se sabe, um resquício de um PSD “social-democrata” anacrónico.)
(É a geração do “cavaquismo”, como se sabe, um resquício de um PSD “social-democrata” anacrónico.)
Ter nascido entre 1970 e 1980 é uma culpa.
(Idem.)
(Idem.)
Estar vivo e adulto em 2012 é uma culpa.
(Viveu-se “acima das suas posses”.)
(Viveu-se “acima das suas posses”.)
Estar vivo no 25 de Abril de 1974 é uma culpa.
(Veja-se este comunicado da JSD: “O sucesso da marca do 25 de Abril e da conquista da democracia será tanto maior quanto menos depender dos agentes da mudança de 1974.”)
Não pensar que o 25 de Abril é uma “marca”, é uma culpa.
(Sinal de “corporativismo” a favor de uma marca duvidosa.)
Ter direitos sociais é uma culpa.
(O que é bom é ser-se contra os direitos, em particular quando a família é rica.)
Não ter uma família rica é uma culpa.
(Significa que os pais e os avós já não foram competitivos, genética errada.)
Ser sindicalizado é uma culpa.
(Fazer parte das forças do bloqueio antiquadas que resistem ao “ajustamento”.)
Viver fora de moda é uma culpa.
(Significa não querer ser competitivo.)
Duvidar do modo como somos governados é uma culpa.
(Ser-se “socratista” ou “velho do Restelo”.)
(Podia continuar sempre.)
Fim de citação.
Agradeço a HD, que me alertou para o catálogo.
Tal acentuar da culpa recordou-me uma passagem de "Angels in America", de que julgo já ter falado neste blogue para dizer que o perdão é coisa dos católicos. Os judeus só têm culpa.
Estamos assim a ficar mais judeus, a julgar pelo elenco do morador da Marmeleira (o diretor do DN critica-o, a propósito da análise do que se passou no Pingo Doce, com uma frase de antologia: "Armados de superioridade intelectual, refinada nos mosteiros de sabedoria livresca nas marmeleiras em que Portugal produz alguns dos seus mais venerados sábios, descortinam sempre coisas fantásticas", aqui).
O vídeo da passagem sobre a culpa para os judeus e o perdão para os católicos. Este bocadinho no cemitério, de 01'05'' a 03'31'', está no meu top 5 das melhores cenas das últimas décadas, mesmo que o inglês do rabi custe a perceber.
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
13 de fevereiro de 1906. Nasce Agostinho da Silva
Agostinho da Silva faria hoje 96 anos. Nasceu no dia 13 de
fevereiro de 1906, no Porto. E morreu em Lisboa, no dia 3 de abril de 1994.
Neste filósofo, admirava o gosto pela conversa, a tirada desconcertante, o amor
pela liberdade, quase anarquia, ao ponto de não tem BI nem número de
contribuinte – coisas que se tolera em alguém desprendido como ele era.
De vez em quando falava de Deus.
Toda a prova da existência de Deus o rebaixa a nosso próprio nível.
Acreditar num Deus provado seria tão relevante como acreditar na tabuada.
Deus não se afirma nem se nega: Deus É, mesmo quando não é, numa plena manifestação da sua suprema liberdade.
Deus é imanente e transcendente ao homem; o homem é imanente e transcendente a Deus.
Crê com todo o teu ser; só assim terás atingido o máximo da dúvida.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Domingo, dia de passear
Domingo também é dia de passear. Eu vou à segunda capital de Portugal, onde estão sepultados os primeiros reis. Mas hoje não vou vê-los.
Ver aqui a lista dos lugares referidos no videoclip e os links para os vídeos de onde foram tiradas as imagens.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Richard Dawkins parodiado
O ateu Richard Dawkins parodiado por pregar aos convertidos, isto é, os desconvertidos, os ateus. Tem de arranjar novas temáticas. Dos mesmos autores, That Mitchell anr Webb Look, da hilariante melancia ateia.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Aprendendo com um movimento de pés-descalços
Há dias, Henrique Dias sugeriu-me o seguinte vídeo, uma conferência TED. Fala de capacidades, gente humilde, solidariedade, subsidiariedade. Nunca ninguém diga que não pode fazer nada.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
História de Natal
A história bem contada é aquela de que já conhecemos bem o enredo, mas mesmo assim queremos ouvi-la novamente. Como esta.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Série sobre os Bórgia, hoje no AXN
Começa hoje a série "Os Bórgia", com Jeremy Irons no papel de Alexandre VI. Passa no canal AXN, às 22h25.
Sendo sobre a família Bórgia, que deu à Igreja o Papa Alexandre VI e inspirou "O Príncipe" de Maquiavel, pode-se esperar desta série quase tudo: luxúria, poder, intrigas, sangue, dinheiro, arte.
A promoção do canal diz o seguinte:
Sendo sobre a família Bórgia, que deu à Igreja o Papa Alexandre VI e inspirou "O Príncipe" de Maquiavel, pode-se esperar desta série quase tudo: luxúria, poder, intrigas, sangue, dinheiro, arte.
A promoção do canal diz o seguinte:
Os Bórgia é um retrato complexo e cru de uma das famílias mais intrigantes da História. Jeremy Irons interpreta Rodrigo Bórgia, o astuto e manipulador patriarca da família, que se move nas mais altas esferas do poder da era renascentista. A série começa quando Rodrigo Borgia se torna Papa Alexandre VI. A história desta série acompanha ainda os seus filhos Cesare (François Arnaud), Juan (David Oakes) e a sua bela e escandalosa filha Lucrezia (Holliday Grainger). Os Bórgia segue a ascensão desta família até se tornar na mais poderosa e influente do Renascimento italiano e que viria mais tarde a inspirar Maquiavel (“O Príncipe”) e Mário Puzo (“O Padrinho”). Os Bórgia é da autoria de Neil Jordan, realizador de “Jogo de Lágrimas” premiado com um Óscar da Academia, responsável também pela produção executiva e que realiza ainda os 2 primeiros episódios.Para já, parece-me que a figura de Alexandre VI, do ponto de vista estético, sai beneficiada com Jeremy Irons.
Vai ser uma série boa para conhecer este período da história da Igreja e do mundo e para catar incongruências históricas, como a Colunata de Bernini, que se vê no trailer (pode ser que seja só no trailer), numa época em que o escultor ainda não tinha nascido. Aliás, no tempo de Alexandre VI, ainda nem a Basílica de S. Pedro como a conhecemos tinha sido construída.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Susan Sarandon fez de freira mas não é beneditina
Os efeitos poderosos da água limpa
Outubro ainda é o "mês das missões", embora o termo cause urticária em alguns contextos, por ter andado demasiado ligado à imposição cultural do Ocidente. E se realmente for isso, é pouco e desastroso.
Mas a solidariedade, com ou sem missões, não pode parar. Se não soubermos fazer brotar a água viva, ao menos façamos surgir água limpa.
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