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sexta-feira, 30 de março de 2012

Mensageiros


Cada criança que nasce traz a mensagem de que Deus ainda não se esqueceu dos homens.

Rabindranath Tagore

sábado, 7 de maio de 2011

Umas frases de Tagore, no meio do texto de um cardeal

Tagore e Gandhi

O cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, analisou alguns dos escritos de Rabindranath Tagore, que nasceu há 150 anos, em Calcutá (ver aqui), num artigo publicado no jornal “Il Sole 24 Ore” (01-04-2011).
Tagore escreveu frases / poemas como estas, que retiro do texto do cardeal:
Deus cansa-se dos grandes reinos, jamais das pequenas flores.
e
Dá-me a força, ó Senhor, de nunca renegar o pobre, de não dobrar os joelhos diante da insolência dos poderosos.
e
O nosso verdadeiro valor está em nós mesmos, mas está espalhado em todas as pessoas do mundo. Devemos caminhar para nos unir, senão não nos reencontraremos.
e ainda
Eu sonhava que a vida fosse alegria. Despertei-me: a vida é serviço. Então, servi e, no serviço, encontrei a alegria.
Tagore deixou 150 mil linhas (de poesia, suponho), 300 mil linhas de prosa, 3 mil cantos musicais, sem contar artigos e discursos. Além das artes, empenhou-se na construção de estradas, hospitais e até de uma escola, que hoje é universidade. Ler artigo de D. Ravasi aqui.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

7 de Maio de 1861. Nasce Tagore


O grande poeta e romancista indiano Rabindranath Tagore, Nobel de Literatura em 1913, nasceu no dia 7 de Maio de 1861, há precisamente 150 anos. E morreu há 70 anos, no dia 7 de Agosto de 1941.

Foi Tagore que deu a Gandhi o título Mahatma, “grande alma”.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

7 de Maio de 1861. Nasce Rabindranath Tagore

Rabindranath Tagore nasceu em Calcutá, no dia 7 de Maio de 1861, e morreu em Santiniketan, no dia 7 de Agosto de 1941. Poeta e escritor bengalí, integrou o movimento Brahmo Samaj, que aliava cristianismo e hinduísmo. Foi Prémio Nobel da Literatura em 1913, o primeiro asiático a receber o prémio.

Um poema de Tagore:

Dia após dia, ó senhor da minha vida,
estarei diante de ti face a face?

De mãos postas, ó senhor de todos os mundos,
estarei diante de ti face a face?

Sob o teu grande firmamento,
em solidão e silêncio, humilde de coração,
estarei diante de ti face a face?

Neste teu mundo laborioso,
tumultuado por lutas e lidas,
entre multidões que se atropelam,
estarei diante de ti face a face?

E quando a minha missão terminar
neste mundo, ó Rei dos reis,
mudo e solitário,
estarei diante de ti face a face?

Outro, aqui.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Ele vem, vem, vem sempre

Não ouviste os seus passos silenciosos?
Ele vem, vem, vem sempre,
em cada instante e em cada idade,
todos os dias e todas as noites.
Ele vem, vem, vem sempre,
nos dias esplêndidos do ensolarado Julho,
como na obscura angústia humedecida das noites de Janeiro.
Ele vem, vem, vem sempre.

Rabindranat Tagore (1861-1941)

Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...