terça-feira, 11 de outubro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Anselmo Borges: Semana Mundial da Harmonia Inter-Religiosa
Texto de Anselmo Borges no DN de hoje:
Nota deste blogue: Sobre a Semana Mundial da Harmonia Inter-Religiosa ver aqui.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Livra-nos do medo

Santificado seja o teu nome,
não o meu.
Venha o teu reino,
não o meu.
Seja feita a tua vontade,
não a minha.
Dá-nos paz contigo,
paz com os homens,
paz connosco,
e livra-nos do medo.
Dag Hammarskjöld (1905-1961)
Segundo Secretário-geral da ONU. Morreu em 1961, num acidente de aviação na Zâmbia, quando tentava apaziguar as partes em conflito no Congo.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
2 de Outubro de 1979. João Paulo II discursa na ONU
João Paulo II visitou os EUA de 1 a 7 de Outubro de 1979. E afirmou na ONU, num discurso que obteve muito eco: quinta-feira, 17 de setembro de 2009
17 de Setembro de 1961. Cai o avião de Dag Hammarskjold

Dag Hammarskjold (1905-1961), sueco, foi secretário geral das Nações Unidas, de 1953 a 1961, depois de ter sido ministro (o seu pai fora primeiro-ministro) e presidente do Banco da Suécia.
No tempo em que esteve à frente da ONU, em plena guerra fria, este cristão convicto actuou com independência e imparcialidade. Opôs-se à aliança anglo-franco-israelita que queria recuperar o canal de Suez que o Egipto nacionalizara e empenhou-se em promover a paz no antigo Congo Belga. No conflito que se seguiu à independência de 1960, recusou que as forças da ONU tomassem partido por uma das partes em confronto no Congo (o que fez com que Krustchev batesse com o sapato no ambão da ONU).
No dia 17 de Setembro de 1961, Hammarskjold desloca-se para o norte da Zâmbia para discutir um cessar-fogo com uma das partes. O seu avião cai pouco depois de avistar o aeroporto. Foi um acidente e não um atentado. Dag Hammarskjold morreria no dia seguinte.
Nesse ano, recebeu o Nobel da Paz a título póstumo (primeira e única vez). Hoje a ONU atribui uma medalha com o nome deste secretário-geral a quem morre ao serviço da organização.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
DSI 19 - Da RN à CV: A "Populorum progressio"

Quinze meses depois do encerramento do II Concílio do Vaticano, Paulo VI publica a sua primeira encíclica social, sobre um tema que na altura foi considerado inesperado: o desenvolvimento dos povos.
O mundo vivia uma fase de optimismo económico. No Ocidente, as taxas de crescimento, no pós-guerra, são elevadas. Surge a “sociedade da abundância”, de alguma forma simbolizada pela abertura do primeiro hipermercado. Abre em França, em 1963, com 2500 metros quadrados onde se pode comprar quase de tudo. Em África, com as independências políticas, pensa-se que chega uma era de desenvolvimento.
O documento de Paulo VI, ainda que tenha um fundo de optimismo – o sonho do desenvolvimento para todos –, está marcado pelo duro reconhecimento de que no mundo predomina o subdesenvolvimento. “Os povos da fome dirigem-se hoje, de modo dramático, aos povos da opulência”, escreve logo no n.º 3.
O documento começa, no entanto, com uma frase que além de lembrar a célebre primeira frase da Gaudium et Spes (“As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos nossos contemporâneos… são também as dos discípulos de Cristo”) revela o tal tom positivo e a nova forma de a Igreja se relacionar com o mundo: “O desenvolvimento dos povos, especialmente daqueles que se esforçam por afastar a fome, a miséria, as doenças endémicas, a ignorância; que procuram uma participação mais ampla nos frutos da civilização, uma valorização mais activa das suas qualidades humanas; que se orientam com decisão para o seu pleno desenvolvimento, é seguido com atenção pela Igreja”.
À preocupação de Paulo VI com o desenvolvimento dos povos não terão sido alheias as grandes viagens que realizou à América Latina e a África, ainda cardeal, e a à Índia, já como Papa. Não há nada como ir aos locais onde se sofre para se perceber o que é a pobreza. Julgo que nenhum Papa antes de Paulo VI visitou outros continentes.
O tema da encíclica de algum modo foi inesperado, mas já em duas ocasiões fundamentais Paulo VI o abordara. Na visita à assembleia-geral da ONU, em 1965, em Nova Iorque, afirma: “Nós sabemos com quanto ardor vós vos dedicais a diminuir o analfabetismo e a espalhar a cultura no mundo. A dar aos homens uma assistência sanitária apropriada e moderna. A colocar ao serviço do homem os maravilhosos recursos da ciência, da técnica, da organização: tudo isso é magnífico e merece o elogio e o apoio de todos, incluindo o Nosso. Nós queríamos também dar o exemplo, mesmo se a pequenez dos Nossos meios impede de lhes apreciar o alcance prático e quantitativo: Nós queremos dar às Nossas instituições um novo desenvolvimento contra a fome do mundo e a favor das suas principais necessidades: é assim, e não de outro modo, que se constrói a paz”. Na encíclica afirmará, num título que ficará célebre: “O desenvolvimento é o novo nome da paz” (PP, 78). Entretanto, na visita á Índia (1964), tinha proposto a criação de um Fundo Mundial, “sustentado por uma parte da verba das despesas militares” – ideia que retoma no n.º 51 da PP.
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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P.e Gabriele Amorth Ando a ler “Mais fortes que o mal. O demónio, reconhecê-lo, vencê-lo, evitá-lo”, do mui célebre exorcista italia...


