domingo, 10 de fevereiro de 2013
A mensagem do Papa para a Quaresma diz 28 vezes caridade
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Uma árvore é um vestido de noiva na Primavera
sexta-feira, 9 de março de 2012
Capela "Árvore da Vida" vence prémio popular de arquitetura
No "Correio da Manhã" de hoje. Ver no SN da Pastoral da Cultura mais fotografias, texto e vídeo sobre esta capela do Seminário Conciliar de Braga.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Plantar árvores
sábado, 11 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
"A história de Adão e Eva não se aguenta em pé", diz o biblista Armindo Vaz
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Árvore, ó árvore - textinho do Talmude
domingo, 17 de abril de 2011
Árvore
Se não plantares uma árvore no teu coração,
não aparecer nenhum pássaro para cantar.
Provérbio chinês
domingo, 23 de janeiro de 2011
Não se distinguem
Mostrou-me muitas árvores que não tinham folhas, mas pareciam-me como que secas. Eram realmente todas semelhantes, e pergunta-me:
- Vês estas árvores?
- Vejo, Senhor, digo eu, são semelhantes e secas.
Respondeu-me dizendo:
- Estas árvores que vês são os que habitam neste mundo.
- Então, Senhor, digo eu, porque são como que secas e semelhantes?
- Porque, disse ele, neste mundo, nem os justos nem os pecadores se distinguem, mas são semelhantes. Este mundo é, para os justos, um inverno e não se diferenciam, enquanto habitam com os pecadores. Pois, assim como, no inverno, as árvores que deixaram cair as folhas são semelhantes e não se distingue quais sejam as secas das verdes, do mesmo modo, neste mundo, não se distinguem os justos dos pecadores, mas são todos semelhantes.
Parábola retirada de “O Pastor”, obra cristã de meados do século II, atribuída a Hermas. O escravo Hermas, depois de libertado, constitui família e acumula fortuna, mas acaba por desbaratá-la e é denunciado pelos seus próprios filhos a quando de uma perseguição aos cristãos. Durante a crise, Hermas encontra-se com enviados de Deus (“Visões”), o que dá origem à obra “O Pastor”.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Sufjan Stevens: "Put the Lights on the Tree"
(Put them on the tree)
Put the ribbon on the wreath
(Put it on the wreath)
Call your grandma on the phone
(Call her on the phone)
If she's living all alone
(If she's all alone)
Tell her Jesus Christ is here
(Tell her He is here)
Tell her she has none to fear
(There is none to fear)
If she's crying on the phone
(Crying on the phone)
Tell her you are coming home
(You are coming home)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Regressar a casa
Todas as flores aspiram a ser fruto
Todas as manhãs a ser noite,
Nada há de eterno na Terra
A não ser a mudança, a fuga.
Mesmo o mais belo dos Verões anseia
Por conhecer o Outono, o definhar
Aguenta-te, mantém-te clama,
Quando o vento te quiser arrebatar.
Deixa estar, não tentes defender-te
Que aconteça o que tiver de ser.
Deixa o vento, que te arranca e parte,
Conduzir-te de regresso a casa.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Seguir
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Gaiolas
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Mostrai-me, meu Senhor, em que deserto

Mostrai-me, meu Senhor, em que deserto,
Em que ribeira, vale, monte ou serra,
Em quanto me deixais andar na terra,
Do ceo me deixareis andar mais perto.
Que pois, ou coberto ou desencoberto,
Me faz cruel imigo cruel guerra,
De quanto dentro de mim mesmo se encerra
Lugar de defensão tenha mais certo.
Mas como, onde posso defender-me,
Enquanto for de mim acompanhado,
com tanta experiência de perder-me,
Senão sendo metido em vosso lado
Para todo de mim mesmo esquecer-me,
E só de vós, meu Deus, ser alembrado?
Agostinho da Cruz (1540-1619)
sábado, 4 de setembro de 2010
Árvores e gaiolas
segunda-feira, 22 de março de 2010
Árvore da História da Europa

Ontem foi o Dia da Árvore, um dos dias mais bonitos do ano. Há tempos apontei diversas “árvores do conhecimento” (1, 2, 3, 4). Mas há dias dei com esta magnífica “Geschictesbaum Europa” – árvore da História Europa, de autor desconhecido. Infelizmente não dá para ler muito, mas dá para perceber algumas coisas. O ano 0 (zero) está no princípio do tronco. A cada ramo corresponde uma nação, embora também haja ramos para a política e a cultura. Portugal, a par da Espanha, sai do segundo grande ramo da esquerda.
sábado, 3 de outubro de 2009
Por que razão o conhecimento tem de vir de uma árvore?

“Na minha ideia, esta progressão da ruína para a correcção está intimamente relacionada com a natureza do próprio conhecimento, que é, quanto muito, um processo: da ignorância para a consciência, da «ruína» intelectual para a sua «correcção», do caos indistinto para um estudo ordenado. O conhecimento, portanto, engloba ao mesmo tempo o ponto inicial, que é vazio, prejudicial, doloroso, e o ponto final, que é prazer. Na minha ideia, é esta qualidade do processo, do desenvolvimento, que só pode ocorrer ao longo do tempo, que responde, finalmente à pergunta por que razão o conhecimento tem de vir de uma árvore. Porque uma árvore é uma coisa que cresce; e o crescimento, como a aprendizagem, só pode acontecer ao longo e através do próprio tempo. De facto, fora do meio que é o tempo, palavras como «crescer» e «aprender» não podem ter qualquer significado”.
Daniel Mendelsohn, in "Os Desaparecidos", pág. 77.
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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A fé começa precisamente onde o pensamento acaba. Kierkegaard















