O cristianismo é uma relação com Deus em Cristo. Cada momento importante da vida eclesial remete-nos sempre para o centro: a relação espiritual com Cristo.
H. Schurmann
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
-
Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
-
O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
-
Karl Rahner Quem acompanha este blogue sabe que tem andado por aqui e aqui uma discussão sobre o diabo e outras questões diabólicas. ...
5 comentários:
O que importa é o ALVO e Ele é Cristo…. O resto, é tudo “pedra e poeira” que, quanto muito, servirá para calcetar os caminhos onde nos movemos em direcção a Ele… bom, algumas dessas pedras gostam de ficar mais visiveis que as outras, nem que para isso tenham que afundar ainda mais as outras que coabitam na mesma estrada da vida…! Bom, mas tais visibilidades, na verdade não são mais do que a busca de respostas mais fáceis à inquitações que os dominam e habitam! Valha-nos Deus que o caminho é bem largo para todos, ainda que a porta é estreita…! Mas a Esperança não morre, porque estou certo que os braços de Cristo são bem mais largos dos que os dos homens!
Ele nunca nos deixará que percamos a noção do CENTRO.. o AMOR... adiante, "o caminho faz-se caminhando"...
Este assino por baixo
Jacome
De onde tira estas citações? Não serão inventadas por si?
De qualquer modo não acredito numa fé espiritualista sem incarnação social com tudo o que isso implica. Uma Igreja dos puros e dos espirituais não é a Igreja do Cristo que dizem amar. Na verdade apenas amam o seu eu, ignorando que fazendo desse eu o seu deus acabam por não ter um Deus para esse eu.
Meu amigo,
eu cá tenho as minhas fontes. Não as revelo, algumas, mas tudo o que cito é fiel ao que foi dito e escrito.
Uma vez, num outro contexto, inventei um teólogo. Mas isso foi no tempo em que não havia Internet para confirmar a sua existência.
Em relação ao seu comentário, concordo. A adesão cristã faz-se na conjugação dos dois pensamentos.
Haha. Eu também fiz isso num exame oral. Justifiquei uma opinião própria que sentia titubeante com um "parecer de autoridade" que o examinador rapidamente disse conhecer.
Enviar um comentário