A escola adoptou das igrejas o estrado e o púlpito e o professor, à semelhança do padre, começou a transmitir, expositivamente, a informação aos alunos, que a recebem de uma forma passiva. Ensina-se o grupo e não o indivíduo, o que, muitas vezes, leva a que alguns jovens não compreendam o que está a ser ensinado e percam o interesse: “Há 50 anos, as pessoas repetiam as orações em latim e não percebiam o que estavam a dizer. Hoje, acontece o mesmo com os alunos.”
domingo, 1 de setembro de 2013
A escola adoptou das igrejas o estrado e o púlpito e o professor...
De um texto sobre o que deve mudar na escola de hoje (Catarina Fernandes Martins: "Quando a escola deixar de ser uma fábrica de alunos"), na revista 2 ("Público" deste domingo):
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1 comentário:
> as pessoas repetiam as orações em latim e não percebiam o que estavam a dizer
Felizmente as mentes esclarecidas que escrevem no Público não repetem nenhuma cartilha de que não entendem as consequências.
Não senhor, de maneira nenhuma. Aquilo são verdadeiros pináculos inultrapassáveis do conhecimento humano.
Verguem-se, vermes.
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