Diálogo entre um monge que é gestor e um gestor que é missionário. Mas talvez salte o habitualmente dispensável, porque irrelevante, prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa. Parece que as editoras querem é ter lá o nome do comentador, diga as banalidades que disser. Digo-o sem ter lido este.
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1 comentário:
já li, recomendo. um bom livro.
catarina ramos
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