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"Em Viena ainda é possível admirar um bocado da manjedoura de Belém, a bolsa de Santo Estêvão, a lança que golpeou Jesus no flanco com um prego da Cruz, a espada de Carlos Magno, um dente de São João baptista, um osso do braço de Sant’Ana, as correntes dos apóstolos, um bocado das vestes de São João Evangelista e outro fragmento da toalha da Última Ceia”.
Umberto Eco in "A Vertigem das Listas", ed. Difel, pág. 173.
A indústria de espadas de Carlos Magno é um negócio florescente, a julgar pelos sítios que as vendem on-line. Uma tentativa breve de saber se existem realmente espadas de Carlos Magno permitiu concluir que há duas, uma em Viena (no Kunsthistorisches Museum, a da imagem) e outra em Paris (no Louvre).
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