segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Fernando Guedes e o Verbo
domingo, 9 de junho de 2013
Transcendência e condescendência
Yves Congar
quinta-feira, 6 de junho de 2013
O mais maravilhoso
Yves Congar
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Atração
Yves Congar
quarta-feira, 22 de maio de 2013
O livro sublinhado de João XXIII
João XXIII - daqui a dias faz 50 anos que ele morreu - foi núncio em Paris até 1953. Dizem que, apreciando o nível cultural do clero francês e não por ironia, um dia afirmou: "Nenhum padre francês se dá por satisfeito enquanto não fizer gemer as prensas com um livro seu".
Na realidade, lia os autores franceses. Mais tarde foi encontrado entre os seus haveres um livro intitulado "Verdadeira e falsa reforma na Igreja", sublinhado e anotado, publicado originariamente em 1950. Autor: Yves Congar, o teólogo mais influente no II Concílio do Vaticano.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
E por falar em poder, serviço e povo
Yves Congar. Disse-o sobre a Igreja católica.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Tradição e mudança
O meu papel - se é que existe - consistirá sem dúvida em ser testemunha da Tradição no meio da mudança; sendo a Tradição completamente outra coisa que uma afirmação mecânica e repetitiva do passado: ela é presença ativa de um princípio a toda a sua história.
Yves Congar
terça-feira, 26 de março de 2013
Involucionismo
"É por falta de esqueleto que alguns animais têm de se envolver em carapaças".
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Bento Domingues: "O Papa não é a cabeça da Igreja"
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Congar: "Felizmente, há Ratzinger"
sábado, 13 de outubro de 2012
Anselmo Borges: 11 de Outubro de 1962
terça-feira, 26 de junho de 2012
Adivinhe quem disse (8)
Apesar das desilusões e dificuldades, mantenho-me fiel à Igreja Católica, a minha Igreja tão provada.
a) Hans Kung. Mas este tem de estar cá sempre?
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Até onde chegam os tradicionalistas
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 17 de março de 2012
Anselmo Borges: 50 anos depois
quinta-feira, 21 de julho de 2011
terça-feira, 22 de junho de 2010
O petit Yves Congar escreveu um "Diário da Guerra 1914-1918"

Yves Congar escreve no dia 25 de Agosto de 1914 que os alemães são “os boches os canalhas os ladrões os assassinos os incendiários” (sem vírgulas, que a edição respeita a grafia original, incluindo nos erros, e reproduz os desenhos).
O teólogo viria mais tarde a viver na Alemanha. Neste país, o contacto com os luteranos seria muito importante para o futuro de teologia ecuménica, que, com Yves Congar, passa a ter como objectivo o alargamento da ideia de catolicidade (presente nas outras confissões), em vez de ser uma tentativa de fazer regressar os presumivelmente separados.
O livro é contextualizado por Stéphane Audoin-Rouzeau, um especialista na Grande Guerra, e comentado por Domenique Congar, sobrinho do teólogo, que pede aos numerosos amigos alemães do tio que compreendam o que está escrito.
O diário foi publicado em 1997, após a morte do teólogo.
22 de Junho de 1995. Morre Yves Congar

Yves Congar (08-04-1904 – 22-06-1995), dominicano francês, é um dos grandes teólogos do século XX. Pode não ser tão conhecido como Karl Barth ou Karl Ranher, mas talvez tenha sido mais influente no modo de ser da Igreja Católica, a começar pelo II Concílio do Vaticano. A teologia do laicado (os fiéis têm direitos e deveres, têm uma missão e um estatuto digno, contra uma teologia secular que dizia que só tinham a prender do clero), a eclesiologia de comunhão (igreja como grande assembleia à volta de Jesus Cristo e não como sociedade estruturada hierarquicamente) e o ecumenismo (diálogo e procura de união entre cristão) devem muito a este teólogo que, proibido diversas vezes antes do Concílio, foi elevado a cardeal em 1994.
Entre as muitas obras de Congar (uma aqui) destaco os seus três diários: “Journal de la Guerre (1914-1918)”, “Journal d'un théologien (1946-1956)”, “Mon Journal du Concile, I : (1960-1963) e II (1964-1966).
Se o segundo e o terceiro são importantes para a teologia, o primeiro é curiosíssimo para a cultura do séc. XX. Publicado postumamente, mostra como uma criança e adolescente (10-14 anos), com palavras e desenhos, viu a I Guerra Mundial.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Clássicos 13: “Ensaios Ecuménicos”, de Yves Congar

(Primeiro parágrafo:) “Hesitei em reunir e publicar estes textos, de tal modo tenho consciência de que ficaram muito aquém da realidade ecuménica que hoje vivemos. Pois, contrariamente ao que repetem os menos entusiastas, o ecumenismo avança em planos diferentes ou segundo os diversos modos da sua prática, que não tem esmorecido. Estes textos são de um teólogo. Não me envergonho deste qualificativo – exprime a minha vocação e o meu serviço. Serviço necessário: será de lamentar, isso sim, que não seja mais aplicado ao ecumenismo. Alguns destes textos datam de há dez ou mesmo quinze anos, como aquele que trata da avaliação da eclesialidade dos outros, por exemplo. Mas, no âmbito da teoria, não se adiantou nada desde então; o reconhecimento prático, esse progrediu. Evidentemente, tínhamos considerado a questão do ponto de vista católico”.
Ensaios Ecuménicos | Essais oecuméniques, le mouvement, les hommes les problèmes | Yves Congar | Verbo, 1985, 330 páginas
Obra fundamental para a história do ecumenismo do lado católico até ao pontificado de Paulo VI. Yves Congar, francês, “o apóstolo da paciência” – tantas foram as vezes que se calou por ordens superiores –, foi padre dominicano (1904-1995). Em 1994, foi nomeado cardeal por João Paulo II. Os seus “Diário de um teólogo” e “Diário de um teólogo no concílio” são obras espantosas para perceber a grandeza do homem e a sua actividade (e também o seu sofrimento).
terça-feira, 30 de junho de 2009
Rahner e Ratzinger - III
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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P.e Gabriele Amorth Ando a ler “Mais fortes que o mal. O demónio, reconhecê-lo, vencê-lo, evitá-lo”, do mui célebre exorcista italia...









