terça-feira, 8 de abril de 2014
D. António Francisco. Do Paço aos Paços
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
E o Porto ali tão perto
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Polémica com judeus do Porto
No "i" de hoje. Lendo o que está na notícia, pois não tenho qualquer outro elemento sobre o assunto, lamentáveis parecem-me as atitudes e as palavras do líder da Comunidade Israelita do Porto. Até parece que eles, judeus, carregam para sempre o estigma de vítimas; enquanto nós, católicos, seremos sempre os verdugos. Como se eles tivessem o monopólio do sofrimento, quando a Inquisição também perseguiu católicos, protestantes e muçulmanos, e os católicos, seguidores do judeu que era judeu, tivessem o exclusivo da violência sobre os judeus.
E já que se cita Elias (do capítulo 21 de I Reis - "a vinha de Nabot"), convém citar outro profeta judeu, Ezequiel, que dizia que se devia abandonar o velho ditado segundo o qual os pais comem uvas verdes e os filhos é que ficam com os dentes embotados.
Não conheço o lider judeu do Porto, mas é bem sabido que alguns judeus não aceitam nunca o pedido de perdão dos católicos, mesmo de João Paulo II. Porque perdoar implica dar um passo em frente.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
D. Manuel Clemente ainda é bispo do Porto segundo o "Inimigo Público"
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Porto quer novo bispo. E tem todo o direito
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Quem é o bispo do Porto?
quinta-feira, 6 de junho de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
E o bispo da diocese mais importante do país vai ser...
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Quem vai para o Porto?
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
O Porto só tem "dois mil fiéis"
No JN de hoje. Deve ser uma figura de estilo a diocese do Porto, com mais de quatrocentas paróquias e outros tantos padres ter só dois mil fiéis. Mas não me admira que interpretem à letra. Na realidade, pelo texto, quase parece que é isso que D. Clemente quer dizer.
Acrescento depois do meio-dia (agradeço a Rui Almeida, que me alertou para a informação):
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
P.e José Nuno ao DN: "É preciso definir uma política da morte em Portugal"
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Descer o nível
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
D. Manuel Clemente entrevistado pelo Jornal de Notícias
domingo, 18 de dezembro de 2011
D. Manuel Clemente tem esperança em Portugal e nos portugueses
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Revolução de 74 na óptica dos bispos portugueses
quarta-feira, 13 de abril de 2011
13 de Abril de 1989. Morre D. António Ferreira Gomes, o bispo que fez frente a Salazar
1.° - Tem o Estado qualquer objecção a que a Igreja ensine livremente e por todos os meios, principalmente através das organizações e serviços da Acção Católica e da Imprensa, a sua doutrina social?
2. º - Tem o Estado qualquer objecção a que a Igreja autorize, aconselhe e estimule os católicos a que façam a sua formação cívico-política, de forma a tomarem plena consciência dos problemas da comunidade portuguesa, na concreta conjuntura presente, e estarem aptos a assumir as responsabilidades que lhes podem e devem caber, como cidadãos católicos?
3.º - Tem o Estado qualquer objecção a que os católicos definam, publiquem e propaguem o seu programa ou programas, politicamente situados, em concreto hic et nunc, o que evidentemente não pode ir sem o despertar de esperanças de mutações ousadas e substanciais e do seu clima emocional.
4.º - Tem o Estado qualquer objecção a que os católicos, se assim o entenderem e quando o entenderem, iniciem um mínimo de organização e acção políticas, a fim de estarem aptos, nas próximas eleições legislativas ou quando o julgarem oportuno, a concorrer ao sufrágio, com programa definido e com os candidatos que preferirem?
terça-feira, 12 de abril de 2011
Correio da Manhã: Porto vai liderar a Igreja Portuguesa
sábado, 19 de fevereiro de 2011
D. Manuel Clemente e Alberto Castro sobre os idosos
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Esperança mas sem ilusão - Entrevista com D. Manuel Clemente
José Leite Pereira (JN/TSF): Não queria perder a oportunidade de falar consigo, Sr. D. Manuel, sobre a sua homilia no início do ano de combate ao laicismo, que no fundo, tem a ver com o que estivemos a falar: do envolvimento dos cidadãos.
D. Manuel Clemente: Exactamente. A laicidade é uma enorme conquista da civilização. Essa, sim, é uma verdadeira conquista da civiloização porque é uma redescoberta e um aprofundamento da realidade pessoal como dinamismo de apreensão, escolha, opção e decisão em termos daquilo a que se chama a verdade. A verdade em geral, mas, sobretudo, a verdade como ela é sentida por cada um. O respeito pela pessoa e pelas suas opções, religiosas ou não - o Papa diz na sua mensagem para este ano que a liberdade religiosa também permite a alguém não só mudar de religião como até não ter nenhuma. É uma liberdade da pessoa em relação à verdade da pessoa. A laicidade e secularidade é um grande bem. O laicismo, sobretudo como ele foi protagonizado em alguns sectores mais radicais desde a revolução francesa e depois se espalhou, em especial, na Europa latina, é outra coisa. É dizer que as convicções religiosas dos cidadãos não têm nem devem ter nenhuma projecção pública. Isto é mau e é exactamente o contrário da laicidade. A laicidade respeita a liberdade religiosa da pessoa. O laicismo suprime essa liberdade religiosa porque a põe apenas no seu intímo, na sua consciência.
JLP: Isso seria um tema bom para outro programa. De qualquer modo creio que o Sr. D. Manuel não subscreve as palavras do Cardeal espanhol, o Arcebispo Roco, que, curiosamente no mesmo dia, falando do combate ao laicismo, dizia que era preciso lançar uma reconquista pela Espanha que estava demasiado laica. Estamos a falar de duas personalidades muito diferentes: a sua e a do Cardeal espanhol. Também penso que as suas visões são um pouco diferentes das dele.
DMC: Sobretudo não uso nem sinto as coisas em termos belicistas. Compreendo historicamente a palavra reconquista. Sou capaz de a situar em Espanha que, tal como Portugal, nasceu num quadro da chamada reconquista cristã. Compreendo a alusão histórica, mas não gosto de utilizar esse tipo de terminologia porque acho, antes de mais, que serve mais para distanciar as posições do que propriamente para fazermos qualquer coisa em conjunto e nos reencontrarmos mais à frente.

Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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A fé começa precisamente onde o pensamento acaba. Kierkegaard
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...

























