Mostrar mensagens com a etiqueta Porto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Porto. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 8 de abril de 2014

D. António Francisco. Do Paço aos Paços

Até há pouco era o meu bispo. Julgo que nunca falei dele no meu blogue (talvez apenas num ou noutro comentário, como reação). Agora que já não é meu, por cá estará sempre que... (na verdade, não sei qual é a condição), como hoje. Começa com um gesto simples. Caminhar a pé, do Paço até aos Paços. Um gesto simples de um homem grande. Que espero que conquiste o Porto com a sua simplicidade, humildade, serviço.


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

E o Porto ali tão perto

Várias vozes, anónimas, por isso não sei se é a mesma, comentaram aqui no blogue que D. António Couto, bispo de Lamego, aceitou ir para o Porto. A ver vamos.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Polémica com judeus do Porto


No "i" de hoje. Lendo o que está na notícia, pois não tenho qualquer outro elemento sobre o assunto, lamentáveis parecem-me as atitudes e as palavras do líder da Comunidade Israelita do Porto. Até parece que eles, judeus, carregam para sempre o estigma de vítimas; enquanto nós, católicos, seremos sempre os verdugos. Como se eles tivessem o monopólio do sofrimento, quando a Inquisição também perseguiu católicos, protestantes e muçulmanos, e os católicos, seguidores do judeu que era judeu, tivessem o exclusivo da violência sobre os judeus.

E já que se cita Elias (do capítulo 21 de I Reis - "a vinha de Nabot"), convém citar outro profeta judeu, Ezequiel, que dizia que se devia abandonar o velho ditado segundo o qual os pais comem uvas verdes e os filhos é que ficam com os dentes embotados.

Não conheço o lider judeu do Porto, mas é bem sabido que alguns judeus não aceitam nunca o pedido de perdão dos católicos, mesmo de João Paulo II. Porque perdoar implica dar um passo em frente.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

D. Manuel Clemente ainda é bispo do Porto segundo o "Inimigo Público"

O humor não tem de ser verdadeiro. Tem de ser engraçado, jogando com alguma verosimilhança. No caso desta "notícia" do "Inimigo Público" de hoje, o tiro sai ao lado. O humorista, porque este tipo de humor faz-se a ler as verdadeiras notícias, não deve ler notícias desde maio passado.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Porto quer novo bispo. E tem todo o direito

Notícia do CM de ontem. Inclui dois candidatos ao cargo. Presumíveis mas certamente involuntários. Ambos muito novos no episcopado.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Quem é o bispo do Porto?

Estava descontraidamente a ler umas notícias na Ecclesia sobre o Porto e... Espera lá. Quem é o bispo do Porto? Ainda não há? Dizia João XXIII que a crise vocacional era um bocado fictícia, porque bispos nunca faltariam. Mas está difícil este parto (ficou sem bispo no dia 18 de maio) na maior e mais importante diocese do país. Desconfio, contudo, que alguém que me lê é capaz de saber quem é o próximo bispo do Porto.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

quinta-feira, 23 de maio de 2013

E o bispo da diocese mais importante do país vai ser...


Na revista "Visão" desta quinta. Fontes habitualmente bem informadas dizem-me que vai ser o segundo a contar da esquerda. Apesar de não ter carta de condução.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Quem vai para o Porto?


Escreve o correspondente de Braga do "Correio da Manhã" que D. Manuel Clemente regressa a Lisboa. Os do Porto, não gostam uns e  dão saltos de alegria outros. É sempre assim quando muda um responsável. Mas a notícia ainda não foi confirmada. E, se for verdade, mais interessante é saber quem é o próximo bispo do Porto, que costuma ser a diocese portuguesa mais sólida, criativa, dinâmica, estimulante.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O Porto só tem "dois mil fiéis"



No JN de hoje. Deve ser uma figura de estilo a diocese do Porto, com mais de quatrocentas paróquias e outros tantos padres ter só dois mil fiéis. Mas não me admira que interpretem à letra. Na realidade, pelo texto, quase parece que é isso que D. Clemente quer dizer.


Acrescento depois do meio-dia (agradeço a Rui Almeida, que me alertou para a informação):



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Descer o nível

No JN de hoje. Sobre a sucessão do cardeal o que há? Nada de novo. Só o diz que diz que diz. Quanto às eleições da CNIS, a história é outra. Mas confundir o Manuel Germano com o género humano, como dizia  Mário de Carvalho, não é lá grande jornalismo.



quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

D. Manuel Clemente entrevistado pelo Jornal de Notícias

Entrevista que o JN fez ao Bispo do Porto (edição do dia de Natal). O início pode ser lido on-line, aqui. (Se salvar as imagens no seu computador, pode ler com mais definição).




domingo, 18 de dezembro de 2011

D. Manuel Clemente tem esperança em Portugal e nos portugueses

Entrevista do "Público" de hoje a D. Manuel Clemente. Portugal e a Europa, principalmente. Só a última meia página aborda assuntos mais intra-eclesia. (Para ler, o melhor é guardar a imagem no próprio computador.)




quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Revolução de 74 na óptica dos bispos portugueses


José Pacheco Pereira colocou há dias no seu blogue Ephemera, que é uma forma de divulgação dos seus documentos históricos, a carta pastoral dos bispos portugueses sobre a revolução de Abril de 74. “O Contributo dos cristãos para a vida social e política”, de Julho de 1974, pode ser lido na íntegra no sítio do historiador e comentador político (aqui).

Curiosamente, não se encontra este documento no sítio da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP). Nem este nem muitos outros. O link “documentos” aponta para os documentos publicados na Agência Ecclesia, onde se coligem apenas desde 2000. É certo que a CEP tem os documentos mais antigos (desde o pós-Vaticano II) publicados em vários volumes, mas seria muito mais útil que tudo estivesse on-line.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

13 de Abril de 1989. Morre D. António Ferreira Gomes, o bispo que fez frente a Salazar

António Ferreira Gomes, Bispo de Portalegre (1948-52) e do Porto (1952-82), morreu no dia 13 de Abril de 1989. Defensor dos direitos humanos e da doutrina social da Igreja, escreveu no dia 13 de Julho de 1958 uma carta a Salazar, na sequência das eleições fraudulentas em que concorreu Humberto Delgado, sobre uma série de questões nacionais, incluíndo a participação dos católicos na sociedade portuguesa, os direitos dos trabalhadores, a formação de partidos políticos. A carta não obteve resposta, mas o Bispo do Porto teve de se exilar entre 1959 e 1969, até à morte do ditador.
No final da carta o Bispo condensa em quatro pontos as suas interpelações:
1.° - Tem o Estado qualquer objecção a que a Igreja ensine livremente e por todos os  meios, principalmente através das organizações e serviços da Acção Católica e da Imprensa, a sua doutrina social? 
2. º - Tem o Estado qualquer objecção a que a Igreja autorize, aconselhe e estimule os católicos a que façam a sua formação cívico-política, de forma a tomarem plena consciência dos problemas da comunidade portuguesa, na concreta conjuntura presente, e estarem aptos a assumir as responsabilidades que lhes podem e devem caber, como cidadãos católicos? 
3.º - Tem o Estado qualquer objecção a que  os católicos definam, publiquem e propaguem o seu programa ou programas, politicamente situados, em concreto hic et nunc, o que evidentemente não pode ir sem o despertar de esperanças de mutações ousadas e substanciais e do seu clima emocional. 
4.º - Tem o Estado qualquer objecção a que os católicos, se assim o entenderem e quando o entenderem, iniciem um  mínimo de organização e  acção políticas, a fim de estarem aptos, nas próximas eleições legislativas ou quando o julgarem oportuno, a concorrer ao sufrágio, com programa definido e com os candidatos que preferirem?
O documento pode ser lido na íntegra na Fundação Spes (aqui), uma fundação criada pelo testamento do próprio Bispo. Presidida por D. Manuel Martins, bispo emérito de Setúbal, a fundação está “vocacionada para a difusão, entre os mais responsáveis, dos valores que deverão promover o desenvolvimento de uma civilização da Beleza e do Amor”, tendo sempre como referência a “dignidade e a liberdade do Homem” (dos Estatutos).

terça-feira, 12 de abril de 2011

Correio da Manhã: Porto vai liderar a Igreja Portuguesa

Página do "Correio da Manhã" de 12 de Abril de 2011. D. Manuel Clemente também é desejado em Lisboa. É caso para dizer: ou o Bispo do Porto é muito bom (julgo que sim) ou os restantes colegas no episcopado... Mas há uma outra explicação: os jornalistas conhecem poucos bispos.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

D. Manuel Clemente e Alberto Castro sobre os idosos

Entrevista do programa semanal "Conversar com Norte" do "Jornal de Notícias" / TSF, no dia 16 de Fevereiro. Desta vez é com D. Manuel Clemente e Alberto Castro. O principal assunto é o dos idosos, na sequência das notícias de vários idosos encontrados mortos no interior de cada. O programa pode ser ouvido aqui.


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Esperança mas sem ilusão - Entrevista com D. Manuel Clemente


Mais uma entrevista com D. Manuel Clemente, com enfoque no norte do país.

Um excerto:

José Leite Pereira (JN/TSF): Não queria perder a oportunidade de falar consigo, Sr. D. Manuel, sobre a sua homilia no início do ano de combate ao laicismo, que no fundo, tem a ver com o que estivemos a falar: do envolvimento dos cidadãos.

D. Manuel Clemente: Exactamente. A laicidade é uma enorme conquista da civilização. Essa, sim, é uma verdadeira conquista da civiloização porque é uma redescoberta e um aprofundamento da realidade pessoal como dinamismo de apreensão, escolha, opção e decisão em termos daquilo a que se chama a verdade. A verdade em geral, mas, sobretudo, a verdade como ela é sentida por cada um. O respeito pela pessoa e pelas suas opções, religiosas ou não - o Papa diz na sua mensagem para este ano que a liberdade religiosa também permite a alguém não só mudar de religião como até não ter nenhuma. É uma liberdade da pessoa em relação à verdade da pessoa. A laicidade e secularidade é um grande bem. O laicismo, sobretudo como ele foi protagonizado em alguns sectores mais radicais desde a revolução francesa e depois se espalhou, em especial, na Europa latina, é outra coisa. É dizer que as convicções religiosas dos cidadãos não têm nem devem ter nenhuma projecção pública. Isto é mau e é exactamente o contrário da laicidade. A laicidade respeita a liberdade religiosa da pessoa. O laicismo suprime essa liberdade religiosa porque a põe apenas no seu intímo, na sua consciência.

JLP: Isso seria um tema bom para outro programa. De qualquer modo creio que o Sr. D. Manuel não subscreve as palavras do Cardeal espanhol, o Arcebispo Roco, que, curiosamente no mesmo dia, falando do combate ao laicismo, dizia que era preciso lançar uma reconquista pela Espanha que estava demasiado laica. Estamos a falar de duas personalidades muito diferentes: a sua e a do Cardeal espanhol. Também penso que as suas visões são um pouco diferentes das dele.

DMC: Sobretudo não uso nem sinto as coisas em termos belicistas. Compreendo historicamente a palavra reconquista. Sou capaz de a situar em Espanha que, tal como Portugal, nasceu num quadro da chamada reconquista cristã. Compreendo a alusão histórica, mas não gosto de utilizar esse tipo de terminologia porque acho, antes de mais, que serve mais para distanciar as posições do que propriamente para fazermos qualquer coisa em conjunto e nos reencontrarmos mais à frente.

Pode ser lida on-line, aqui.


Mais entrevistas com o Bispo do Porto e Prémio Pessoa 2009 aqui.

Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...