terça-feira, 27 de outubro de 2015
Fornece-se uma parafernália de refugo paranormal a cada passo...
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Uma profissão com futuro: exorcista
No DN de hoje.
Cá está uma área de atividade diretamente proporcional à publicidade. Quanto mais se disser que o diabo possui pessoas, mais atividade diabólica desta haverá (desta, que de diabólico nada tem; os pecados do mundo e no mundo, ou as "estruturas de pecado", como dizia João Paulo II, pouco interessam aos exorcistas) e mais exorcistas serão necessários. O inverso também é verdade. Quantos mais exorcistas forem nomeados e mais se publicitarem, mais clientela aparecerá. O mercado a funcionar.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Aparição ou delírio de crente?
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Fé, credulidade e crítica
A fé não se identifica com a credulidade fácil e cega, nem com o simplismo acrítico. Não está em contradição com o pensamento critico; encontram-se ambos em estreita aliança. Uma fé desprovida do elemento crítico tornar-se-ia insípida e impotente.
Walter Kasper, "Introdução à fé", Telos, pág. 89
domingo, 15 de abril de 2012
Superstição
John Henry Newman (1801-1890), perto dos 20 anos, escreveu uma autobiografia sobre as suas primeiras duas décadas de vida. Em "Apologia" (ed. Verbo), dá-nos alguns excertos desses escritos juvenis. Num deles mostra-se como os sinais cristãos pode ter um uso supersticioso:
"Eu era muito supersticioso e durante certo tempo antes da minha conversão [quando tinha 15 anos] costumava frequentemente benzer-me quando me dirigia para um lugar escuro".
sábado, 24 de março de 2012
Anselmo Borges: Fim do, de/um mundo
Texto de Anselmo Borges no DN de hoje:
Tanto bastou para que se desse, nos anos 80 do século passado, o começo de um movimento apocalíptico planetário, iniciado por José Argüelles, "maianista" americano convicto, isto é, partidário do maianismo, termo que designa as crenças New Age, apoiadas na mitologia maia. Em Le Facteur maya, publicado em 1987, afirmava que o dia 21 de Dezembro determinará uma transformação na consciência mundial bem como o início de uma nova era. Rapidamente percebeu que a aldeia global era um alvo ideal e o que é facto é que os sítios esotéricos e apocalípticos consagrados à "profecia maia" invadiram a Internet, e o cinema e a televisão associaram-se na difusão do rumor planetário desta catástrofe "profetizada" pelos maias e pretensamente confirmada por astrólogos e cientistas.
No entanto, se alguns incidem na angústia colectiva do fim do mundo, explorando uma certa depressão planetária, outros são menos alarmistas, informando que o que os maias sabiam é que o 21 de Dezembro será um "renascimento" e o "início de uma nova era mundial". "O fenómeno 2012 é totalmente indissociável da Web. É essencialmente por esse meio que se desenvolveu desse modo", explica Laure Gratias, jornalista e autora de La Grande Peur de 2012. "Em todos os sítios da Internet e em todas as obras consagradas a 2012, encontra-se esta afirmação categórica: as ideologias, as religiões e as filosofias mais diversas convergem no sentido de designarem 2012 como data do apocalipse".
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
As questões técnicas de Elvis Presley
O cantor norte-americano Elvis Presley (1935-1977) usava sempre uma cruz de Cristo, um estrela de David e a letra hebraica “chi”, segundo ele por não querer «deixar de entrar no Céu devido a questões técnicas».
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Por que razão os gregos tinham de ganhar o Euro 2004
Sobre ver a besta em todo o lado (a propósito do pedido da Igreja Ortodoxa grega, no "post" anterior), veja-se o seguinte vídeo. Nem o Euro 2004, o de Portugal, escapa. Quer dizer, a taça escapou a Portugal. Ganharam-na... os gregos. Está explicado porquê no vídeo (aos 2 minutos e 47 segundos).
Medos dos símbolos ou superstição?
A Igreja Ortodoxa grega (na Grécia, o Estado é constitucionalmente ortodoxo) está a pedir às autoridades que não utilizem o número 666 nos novos cartões de identificação dos cidadãos, que estão em preparação para emitir no próximo. Isto porque, justificam, o número 666 é o símbolo do Anticristo (li aqui).
Suponho que o Santo Sínodo da Igreja Ortodoxa faz esta exigência por medo do símbolo e não por superstição. Mas na minha perspectiva, isto não faz sentido nenhum. Isto e, por exemplo, a obsessão dos chineses pela sorte que o 8 dá, a nossa superstição no 13, a paranóia norte-americana de alguns prédios passarem do 12.º para o 14.º andar (em Portugal, os grandes prédios costumam parar no 12.º andar), ou o medo cigano dos sapos. Será necessário eliminar o 666 da matrícula dos carros, dos números de porta, dos números das facturas, do conta quilómetros, das páginas dos livros...?
Uma notícia de hoje do "Público" (aqui) diz que os comerciantes de Beja estão a pôr sapos à porta dos seus estabelecimentos para evitar que os ciganos entrem (a discriminação acontece em muitos outros locais do país).
Seria bom que a mentalidade científica e o cristianismo crítico ajudassem a acabar com estes símbolos que revelam, mais do que tudo, superstição, mesmo que baseada em tradições culturais e religiosas.
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Karl Rahner Quem acompanha este blogue sabe que tem andado por aqui e aqui uma discussão sobre o diabo e outras questões diabólicas. ...






