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terça-feira, 19 de julho de 2011

Qual guerra santa da Igreja ao governo por causa da privatização da RTP?

No "i" de hoje. A Igreja vai para a guerra, diz a jornalista Ana Sá Lopes (sem citar nenhuma fonte eclesial em concreto), porque a Igreja não quer perder a publicidade na Renascença e nos jornais regionais.

Parece-me é que o fantasma da "guerra santa" provocada pela Igreja dá jeito a alguns meios de comunicação social não eclesiais que se escondem atrás do espectro. Posso sempre dizer que uma fonte me disse isso.

Pessoalmente, só vejo com bons olhos a privatização da RTP (televisão e rádios). Se o Estado deve ter órgãos de informação e comunicação (coisa que tolero com pouca convicção), que os financie com dinheiros públicos, mas com rigor e transparência. E sem publicidade, que é dinheiro privado. Mas, no caso de ter meios, quem programa e com que critérios programa? Não vejo por que é que o dinheiro público há-de financiar concursos e programação de baixo nível. Para mais, não acredito que o Estado seja capaz de dizer o que é baixo ou alto nível. Um conselho de sábios? Nomeados por quem? Pelo partido do governo? Só vejo mesmo uma alternativa e é por uma questão de princípio, independentemente da racionalização económica que a "troika" impõe:  privatização mesmo. Ou então o fecho.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Abrunhosa entrevista o Bispo do Porto


Pedro Abrunhosa entrevistou D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, para o "Página 1" de 25 de Maio (jornal digital da Rádio Renascença). A entrevista pode ser vista e ouvida aqui.

domingo, 28 de junho de 2009

Livro: Para rezar com mais uns milhares de portugueses


Para apresentar este livro, nada mais adequado do que as palavras do P.e Peter Stilwell, no Prefácio, que o explica a quem não segue habitualmente a programação da Rádio Renascença (RR): “Todas as manhãs, discretamente, nos interstícios de uma comunicação em catadupa, a animação matutina da RR altera, por um instante, o seu ritmo e abre-se uma fresta por onde sopram ventos de outras paragens, mais longínquas e profundas, onde a nossa humanidade continuamente se refaz. É um serviço de repercussões incalculáveis que a Renascença presta, quando, em casa, no caminho ou no trabalho, mesmo antes do sinal horário das oito, nos propõe a oração da manhã. São milhares os portugueses que, por um momento, interiormente se detêm para escutar e deixar-se mover ao ritmo de uma meditação ou de uma prece e, em paz, elevar o coração para Deus. O efeito derrama-se seguramente pelo mundo em volta numa filigrana de esperança e fraternidade”.

“Acordar com Deus” reúne as orações da manhã proferidas aos microfones da rádio por António Rego (padre e jornalista), João Aguiar (padre, presidente do Conselho de Gerência da RR), José Eduardo Borges de Pinho (leigo, teólogo), Maria da Conceição Costa Barreira de Sousa (mãe de quatro filhos, servita), Maria Teresa Frazão (professora), Maria Victor (leiga, educadora), Teodoro Mendes (leigo, ensaísta).

Orações que se lêem num minuto e que podem iluminar um dia inteiro.


Acordar com Deus, Vários autores, Ed. Paulinas, 166 páginas

Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...