sábado, 24 de outubro de 2015
Primeiro comer, depois filosofar
Domingos Terra, in "A fé da Igreja", Paulus, pág. 131
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Bruno Forte: "Uma teologia para a vida"
O livro que me tem acompanhado nos últimos dias (e que fez com que a revisão do carro custasse menos a passar, por exemplo). É uma boa introdução à teologia. Sobre alguns pontos, inclusive de discordância, havemos de falar em breve. Informação da editora Paulus:
Num estilo de livro-entrevista com o escritor Marco Roncalli, Bruno Forte põe em relação fé e história, teologia e filosofia, reflexão e ação pastoral, religião e estética, educação e vida quotidiana. Um livro que apresenta a busca de Deus no nosso tempo, a crise da pós-modernidade, o confronto entre identidade e diálogo, a religião, a globalização, o futuro do Cristianismo. Temas que fazem parte da vida de crentes e não crentes.
quinta-feira, 7 de março de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
As potencialidades do Homem-Aranha na nova evangelização
Paramento com o "Homem-Aranha". Têm de ser estudadas as virtualidades do Homem-Aranha na evangelização. É a segunda vez que dou com ele em coisas de temática cristã, ou a terceira, se contar com um texto em que João César das Neves afirma que "grandes poderes trazem grandes responsabilidades" (uma frase tirada de um dos filmes do aracnídeo). A segunda vez foi num dvd da Paulus, sobre São Paulo em Corinto. O dvd intitula-se "O Céu de Corinto". O Homem-Aranha aparece várias vezes entre a multidão que ouve o apóstolo Paulo. E também aparece no seguinte trailer, aí pelos minutos 2:29 e 2:52.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Concílio contra a musealização da Igreja
Vaticano II. 50 anos, 50 olhares
Era um homem muito inteligente e sereno, interessado e atento e, sobretudo, dotado de grande humanidade. Ficou para a história a sua notável ação e firmeza como bispo, ao defender a Igreja em tempos conturbados (nomeadamente após o 25 de abril de 1974) e também como presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.
Quando o vi pela primeira vez em Fátima, reconheci-o logo (porque era uma referência importante e aparecia na comunicação social...), mas fiquei pasmada com a sua simplicidade e o modo como passou a tratar esta (então) “jovem caloira” jornalista. Desviava sempre o seu percurso para me vir falar e - cheio de paternidade - perguntar por mim e pela minha vida. Às vezes, sentava-se um bocado a conversar, o que era sempre uma experiência extraordinária - ora chamava a minha atenção para a beleza da luz do entardecer em Fátima, ora se interessava pelo livro que eu estava a ler e, com frequência, contava episódios do Concílio Vaticano II... Gostava de sublinhar o clima de liberdade em que os trabalhos se desenrolaram desde o início e dava vários exemplos em como essa liberdade se exprimiu nas intervenções dos padres conciliares, mesmo quando tomaram rumo diferente do inicialmente previsto. Outra das recordações foi vivida logo no primeiro dia do Concílio, a 11 de outubro de 1962. D. Manuel Trindade juntou-se aos cerca de 2200 participantes numa longa fila para poder entrar solenemente na Basílica de São Pedro. Só que, para organizar este mega cortejo, tiveram todos de entrar pelas portas dos museus. Então, este bispo português, viu-se dentro daquele espaço, com enormes corredores, rodeados de milhares de obras de arte, muitas delas milenares e arcaicas, peças mudas do passado... e a sua sensação foi meio estranha, porque - concluía ele sorridente – também a Igreja é milenar mas ali estava patente que a Igreja não queria ser objeto de museu, porque aquela multiplicidade fascinante de milhares de bispos, cardeais e patriarcas dos quatro cantos do mundo caminhavam para dar início a um grande acontecimento.
domingo, 2 de outubro de 2011
Livro: "As minhas primeiras orações"
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
A novidade de Marilyn intelectual - mas não para os jovens cristãos

António Tabucchi escreveu no prefácio de “Fragments”, livro que compila pequenos textos de Marilyn Monroe: “No interior deste corpo vivia a alma de uma intelectual e poeta de que ninguém tinha um pingo de suspeita”.
O livro vai sair no dia 12 de Outubro em França e a seguir em mais dez países. No “Ípsilon” de sexta-feira passada (20 de Agosto de 2010, aqui) comenta-se a obra com espanto. “Marilyn, a intelectual” é o título do texto. Parece que há uma surpresa geral sobre os gostos literários da actriz, que além de escrever poesia, lia Beckett, Joyce, Shaw, Steinbeck, entre outros. O autor do texto do suplemento do “Público” ainda refreia os ânimos ao afirmar que não é totalmente inédito o conhecimento da intelecutalidade de Norma Jean, já que em 1999 o seu exemplar de “Ulisses”, de James Joyce, foi leiloado na Christie’s, mas o tom é de admiração geral.
Ora, lendo a notícia, lembrei-me de uma pequena história lida em tempos num livro de uma editora católica. Copio-a.
Embora os estúdios cinematográficos a tenham explorado utilizando a imagem da loira tonta e explosiva, Marilyn Monroe (1926-1962) em muitas ocasiões demonstrou que era uma mulher autodidacta dotada de uma inteligência subtil. Além disso, todos ficaram surpreendidos ao descobrir quale era o seu prazer preferido: a leitura. James Joyce, Tennessee Williams, Alexandre Dumas, Truman Capote, Tolstoi, a Bíblia…
Numa conferência de imprensa, um jornalista, convencido de que aquela informação era apenas um truque, perguntou-lhe se era verdade que ela se tinha proposto para protagonizar “Os Irmãos Karamazov” numa futura versão cinematográfica.
Ela respondeu: “Não, não, não quero interpretar o papel dos irmãos, mas o de Gruchenka, a protagonista da novela”.
A história é contada em “O bom humor de homens célebres”, de Alfonso Francia, um livro com histórias de gente famosa para debater valores éticos em grupos de jovens cristãos. Esta história tinha como finalidade fazer notar a diferença entre a imagem transmitida e realidade concreta das figuras públicas. Aparência e essência. Embrulho e conteúdo.
O livro foi publicado em Portugal, pelas edições São Paulo (actualmente Paulus) em 1997, mas a edição original espanhola é de 1995. Daí que tenha de concluir: o que agora causa admiração em alguns intelectuais, já há muito tempo era do conhecimento de alguns grupos de jovens cristãos.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Falso regresso do demónio

José Antonio Fortea
Paulus
340 páginas
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Textos de Bento XVI em Portugal em livro

Paulinas
120 páginas

Paulus
184 páginas
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Clássicos 3 - "Imitação de Cristo", de Tomás de Kempis

“Quem Me segue não anda em trevas” (Jo 8,12). São palavras com que Jesus Cristo nos exorta à imitação da sua vida e dos seus costumes se quisemos ser verdadeiramente esclarecidos e livres de toda a cegueira espiritual. O nosso empenho deve, portanto, consistir em meditar profundamente a vida de Cristo.
Imitação de Cristo | Tomás de Kempis | Paulus, 2003, 254 páginas
Tomás nasceu em Kempen (Kempis), na Renânia (Alemanha), em 1379 ou 1380, e morreu a 25 de Julho de 1471, no mosteiro de Saint Agnetenberg, perto de Utreque (Holanda). São-lhe atribuídas cerca de 40 obras. A “Imitação de Cristo” é a mais conhecida e mais influente.
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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A fé começa precisamente onde o pensamento acaba. Kierkegaard
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...







