O Papa gravou um vídeo e elogiou o trabalho dos "cartoneros", porque reclicam o lixo, fazem um trabalho "ecológico", e fazem um trabalho produtivo, "uma produção que fraterniza e dá dignidade ao próprio trabalho".
A esquerda (certa esquerda, right) que tanto elogiou o "economia mata" de "Evangelii Gaudium" vai elogiá-lo agora? Gostava de ver. E a direita que tanto o temeu tem aqui um bom motivo de meditação.
O vídeo, na realidade, mostra que os óculos mais adequados para interpretar a economia franciscana não é a idelogia mas a profecia. Sempre e em qualquer lado. Quem tem olhos e ouvidos...
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sábado, 21 de dezembro de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Eu e o Papa Francisco (2) - "A Festa de Babette"
Francesca Ambrogetti e Sergio Rubin perguntam a Jorge Bergoglio (agora Papa Francisco):
- Há algum filme que recorde especialmente?
Ele fala de vários argentinos, mas mas diz em primeiro:
- Há algum filme que recorde especialmente?
Ele fala de vários argentinos, mas mas diz em primeiro:
- A Festa de Babette, mais recente, tocou-me imenso.
Note-se que, para o Papa, "mais recente" corresponde a 1987, ano do filme dinamarquês.
Note-se que, para o Papa, "mais recente" corresponde a 1987, ano do filme dinamarquês.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Eu e o Papa Francisco (1) - Marc Chagall
Esta é uma nova secção cá no blogue. Pouco mais que brincadeira.
Já disse que se o Papa acredita no diabo enquanto ser pessoal que de vez em quando possui pessoas (para mim ainda não é claro se ele acredita mesmo nisto), não estou com ele. E, digo já, também não estou com ele nas críticas abertas e sem grandes precisões ("quem não distingue confunde", como dizia um célebre professor meu) que faz ao "capitalismo". Na minha opinião, o capitalismo é como a democracia. Podem ser maus, mas ainda não temos sistemas melhores. São reformáveis. E os outros sistemas são muito piores.
Onde me encontro com papa Francisco? Refiro-me a coisas particulares, não às grandes linhas da fé católica, que, como é claro, pelo menos para mim, procuro seguir. Encontro-me com ele na pintura.
Perguntam-lhe Francesca Ambrogetti e Sergio Rubin:
- Um quadro?
E ele responde:
- "A Crucificação Branca", de Marc Chagall.
Já disse que se o Papa acredita no diabo enquanto ser pessoal que de vez em quando possui pessoas (para mim ainda não é claro se ele acredita mesmo nisto), não estou com ele. E, digo já, também não estou com ele nas críticas abertas e sem grandes precisões ("quem não distingue confunde", como dizia um célebre professor meu) que faz ao "capitalismo". Na minha opinião, o capitalismo é como a democracia. Podem ser maus, mas ainda não temos sistemas melhores. São reformáveis. E os outros sistemas são muito piores.
Onde me encontro com papa Francisco? Refiro-me a coisas particulares, não às grandes linhas da fé católica, que, como é claro, pelo menos para mim, procuro seguir. Encontro-me com ele na pintura.
Perguntam-lhe Francesca Ambrogetti e Sergio Rubin:
- Um quadro?
E ele responde:
- "A Crucificação Branca", de Marc Chagall.
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