quarta-feira, 16 de julho de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
Bento Domingues: "Consciência ecuménica, consciência baptismal"
sábado, 30 de março de 2013
Anselmo Borges: "Francisco, Bismarck e as bem-aventuranças"
quinta-feira, 14 de março de 2013
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Bispos católicos poluem mais do que protestantes - na Alemanha
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
O meu carro é mais papista do que o teu
A Renault ofereceu um carro elétrico ao Papa, notícia do DN de hoje, mas a germano-católica Mercedes já prepara um papamóvel híbrido. E Bento XVI, que decerto preferia estar com os seus livros nos tempos livres, lá tem de fazer o frete.
sábado, 30 de junho de 2012
Anselmo Borges; A caminho do Vaticano III?
domingo, 24 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Diz um planeta para o outro...
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Catalina Pestana e as joaninhas de S. Francisco
sábado, 11 de dezembro de 2010
Anselmo Borges: Ética ecológica
Texto de Anselmo Borges no DN de hoje:É significativo que, até pela via etimológica, ética e ecologia estão relacionadas. De facto, ética vem do grego êthos, que significa costumes e morada; ecologia provém de duas palavras gregas (oikos, casa, e lógos, razão, discurso) e significa tratado da casa, também em conexão com economia (oikos e nómos, lei), a lei da casa.
Logo pela etimologia se vê a importância decisiva do tema, pois é da nossa casa e do cuidado por ela que se trata. O debate tem-se tornado premente por causa da crise ecológica: alterações climáticas, contaminação do ar, do solo e da água, desertificação, extinção de espécies.
A responsabilidade ética é evidente, mas não é fácil responder a perguntas que se colocam neste domínio. Por exemplo: como se fundamentam os nossos deveres para com a natureza? Somos obrigados a cuidar dela por causa de nós ou porque ela tem valores objectivos?
Ler tudo aqui.
domingo, 3 de outubro de 2010
3 de Outubro de 1226. Morre Francisco de Assis

Placa numa rua de Assis
Francisco de Assis, a “luz que brilhou sobre o mundo”, segundo expressão hiperbólica de Dante (no Evangelho de João diz-se o mesmo sobre o Verbo), e que inspirou uma das obras de Saramago, por exemplo, morreu no dia 3 de Outubro de 1226, aos 44 anos. Amanhã é dia de S. Francisco. E dos animais e da ecologia, mas por causa do santo de Assis.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Os novos cavalos
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Somos muitos ou somos poucos?
Em "A Criação. Um apelo para salvar a vida na Terra" (apelo de um cientista aos crentes para que cuidem mais do planeta; por enquanto há uma imagem deste livro ali ali ao lado), de E. O. Wilson, escreve-se a certa altura que a biomassa humana é "invisivelmente pequena". "É matematicamente possível empilhar todas as pessoas que existem na Terra num único contentor cúbico com 1,6 km de lado e enfiá-lo longe da vista numa parte remota do Grand Canyon" (pág. 45). Diz também que o ser humano tornou-se uma força geofísica (daí o problema ecológico). Mas realço o ponto: cabemos todos num espaço muito pequeno.quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Deus e a ciência, mas também a ecologia e Lévinas

O número de Janeiro-Fevereiro do “Le Monde des Religions” (n.º 39) não é interessante apenas pelo grande tema de capa, dossiê, “Deus e a Ciência”, brilhantemente desenvolvido pelo editorial de Frédéric Lenoir (com críticas quer para o “delírio criacionista” quer para Richard Dawkins e a sua tentativa de provar cientificamente a não-existência de Deus) e por, entre outros textos, um debate entre Jean Staune (que diz que “o mundo não é ontologicamente suficiente”) e André Comte-Sponville (que diz que “passar dos problemas científicos para um discurso religioso sobre a transcendência” é uma “escroquerie intellectuelle”).
Interessa também pelo ensaio sobre “ecologia e religiões” e pelas “três chaves para compreender Emmanuel Lévinas”. E as três chaves são: o rosto, o amor e a morte.
Bento Domingues referiu-se a esta publicação na sua última crónica e inspira-se grandemente no editorial de Frédéric Lenoir.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
21 de Dezembro de 1933. Morre o Padre Himalaya, grande inventor, pioneiro da ecologia em Portugal

Ao Padre Himalaya devem-se duas grandes invenções: o Pireliófero e a Himalayite.
O Pireliófero (“eu trago fogo do sol”) é um aparelho que concentra a energia solar até aos 3500 graus. Servia para fundir metais ou rochas. Na Exposição Universal de São Luís (EUA), o invento obteve duas medalhas de ouro e uma de prata. Com a febre actual pela energia solar, o que faria o Padre Himalaya?
A Himalayite é uma pólvora sem fumo, de baixo custo, resistente ao choque. Chegou a ser usada pelo exército norte-americano.
O Padre Himalaya concebeu ainda um plano para irrigar todo o país, inventou um novo tipo de farinha, e fez modificações em motores.

domingo, 20 de dezembro de 2009
O Concílio de Copenhaga, por José Diogo Quintela

Por vezes aponto aqui a aplicação de termos de origem religiosa a outros contextos e situações. A de hoje vem na revista Pública (do Público) de hoje. Já é habitual o uso da linguagem religiosa por José Diogo Quintela. Haverá quem não goste, mas do que tenho observado, o humorista faz um uso inteligente das referências religiosas. Não dá para escandalizar. E dá para rir. Eu acho.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
D. Carlos Azevedo: Às voltas com o Planeta
Passou o tempo de pagar a quem ridicularizasse as ‘questões verdes’. Já não há lugar para desvalorizar a consciência ecológica, que implica a responsabilidade de todos, como "problema social de grande envergadura". Assim o revelou a Cimeira de Copenhaga, na Dinamarca, que termina hoje com a presença de delegados de 192 países. Só a quantidade de países, quase totalidade do mundo, é por si extremamente significativa da gravidade do problema ecológico.
É fundamental uma palavra credenciada para orientar a reflexão, dado que sobre o tema do clima e da salvaguarda da criação há muita confusão, diversidade de visões, de análises e até de explicações científicas. A ciência parece vendida a quem lhe encomenda o estudo ou o parecer! Realmente, qual a evolução, qual a gravidade, qual o peso das intervenções humanas na evolução do Planeta? Bento XVI dedica a sua mensagem para o dia 1 de Janeiro de 2010, Dia Mundial da Paz, ao tema ‘Se queres cultivar a paz, preserva a criação’.
Ora, é impossível ignorar a preocupação não alarmista, mas fidedigna, que o desleixo ou mesmo o abuso em relação à terra e aos bens naturais está a causar. "Seria irresponsável não tomar em séria consideração" o apelo a uma nova solidariedade que atinja uma renovação cultural profunda. Na linha do que Bento XVI afirmou na ‘Caritas in Veritate’, a crise ecológica só pode ser avaliada por uma "revisão profunda e clarividente do modelo de desenvolvimento e também reflectir sobre o sentido da economia e dos seus objectivos, para corrigir disfunções e deturpações".
Dado que o ‘estado da saúde ecológica’ se inter-relaciona com as outras crises, como a crise moral, impõe-se um modo de viver "marcado pela sobriedade e solidariedade, com novas regras e formas de compromisso". É este discernimento que os governantes do mundo têm imperiosamente o dever de operar de modo responsável pelo futuro das novas gerações. O ser humano não é um igual entre os seres vivos. Somos guardiães da criação e não podemos cruzar os braços. "Quando cuidamos da criação, verificamos que Deus, através da criação, cuida de nós." Atravessa a mensagem papal um vivo apelo à responsabilidade ecológica de todos os cidadãos. A degradação ambiental questiona comportamentos e estilos de vida, modelos de consumo e de produção. Só uma "real mudança de mentalidade" salvará o Planeta. Divulguem-se modelos positivos que inspirem a educação para a responsabilidade ecológica.
D. Carlos Azevedo, Bispo Auxiliar de Lisboa
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Pergunta vencedora num congresso sobre vida sustentável
Há dias chegou-me este texto por e-mail. Desconheço o dia e local do congresso. Pode bem não ter acontecido. Mas a questão não perde a pertinência."Todos pensam em deixar um planeta melhor para os nossos filhos... Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Bento XVI verde e solidário

A crise ecológica obriga a uma solidariedade intergeracional e intrageracional, diz Bento XVI na Mensagem para o próximo Dia Mundial da Paz, 1 de Janeiro de 2010.
Número 8 da Messagem (pode ser lida na íntegra aqui):
“Na realidade, é urgente a obtenção de uma leal solidariedade entre as gerações. Os custos resultantes do uso dos recursos ambientais comuns não podem ficar a cargo das gerações futuras. «Herdeiros das gerações passadas e beneficiários do trabalho dos nossos contemporâneos, temos obrigações para com todos, e não podemos desinteressar-nos dos que virão depois de nós aumentar o círculo da família humana. A solidariedade universal é para nós não só um facto e um benefício, mas também um dever. Trata-se de uma responsabilidade que as gerações presentes têm em relação às futuras, uma responsabilidade que pertence também a cada um dos Estados e à comunidade internacional». O uso dos recursos naturais deverá verificar-se em condições tais que as vantagens imediatas não comportem consequências negativas para os seres vivos, humanos e não humanos, presentes e vindouros; que a tutela da propriedade privada não dificulte o destino universal dos bens; que a intervenção do homem não comprometa a fecundidade da terra para benefício do dia de hoje e do amanhã. Para além de uma leal solidariedade entre as gerações, há que reafirmar a urgente necessidade moral de uma renovada solidariedade entre os indivíduos da mesma geração, especialmente nas relações entre os países em vias de desenvolvimento e os países altamente industrializados: «A comunidade internacional tem o imperioso dever de encontrar as vias institucionais para regular a exploração dos recursos não renováveis, com a participação também dos países pobres, de modo a planificar em conjunto o futuro». A crise ecológica manifesta a urgência de uma solidariedade que se projecte no espaço e no tempo. Com efeito, é importante reconhecer, entre as causas da crise ecológica actual, a responsabilidade histórica dos países industrializados. Contudo os países menos desenvolvidos e, de modo particular, os países emergentes não estão exonerados da sua própria responsabilidade para com a criação, porque o dever de adoptar gradualmente medidas e políticas ambientais eficazes pertence a todos. Isto poder-se-ia realizar mais facilmente se houvesse cálculos menos interesseiros na assistência, na transferência dos conhecimentos e tecnologias menos poluidoras”.
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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P.e Gabriele Amorth Ando a ler “Mais fortes que o mal. O demónio, reconhecê-lo, vencê-lo, evitá-lo”, do mui célebre exorcista italia...







