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sábado, 21 de setembro de 2013

Mesmo quando tiver a impressão de que me perdi

Confiarei sempre em Ti.
Mesmo quando tiver a impressão de que me perdi
e que caminho na sombra da morte.

Thomas Merton (1915-1968)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O desejo de Merton



Creio que te agrada o meu desejo de te agradar.
Espero ter este desejo no coração em tudo o que faço
e nunca, no futuro, fazer nada sem este desejo.


Thomas Merton (1915-1968)

sábado, 12 de março de 2011

terça-feira, 20 de julho de 2010

O poeta e o contemplativo


O poeta reentra em si próprio para criar. O contemplativo reentra em Deus para ser criado.

Thomas Merton (1915-1968)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Algo muito maior do que nós

Todos nós estamos adicionados
a algo muito maior do que nós.
Não podemos averiguar ainda
o que seja.
Mas sabemos, na linguagem da nossa teologia,
que somos todos membros do Cristo Místico
e que todos crescemos juntos nele,
que criou todas as coisas.
Podemos dizer que estamos sempre a viajar,
e viajando como se não soubéssemos
para onde vamos.
Mas também podemos dizer que já chegámos.
Não podemos alcançar a posse perfeita de Deus
nesta vida;
é por isso que estamos a viajar e nas trevas.
Mas já O possuímos pela graça,
e, por conseguinte, nesse sentido,
já chegámos e residimos em plena luz.
Oh! Mas quão longe fui para Vos encontrar,
muito embora já tenha chegado a Vós.

Thomas Merton (1915-1968)

domingo, 14 de março de 2010

Vida em Cristo

Quando falamos de “vida em Cristo”, segundo a frase de São Paulo, “eu vivo mas não eu: é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20), não estamos a falar de auto-alienação, mas da descoberta do nosso verdadeiro si-mesmo em Cristo. Nessa descoberta e ressurreição de Cristo é o verdadeiro cerne da fé e da mística cristã.

Thomas Merton, in “O Homem Novo”, ed. Vozes, pág. 82

domingo, 20 de setembro de 2009

Leitura de domingo - 3

Henri Nouwen (1932-1996)

A comparação é perigosa. Mas o conhecimento genuíno ajuda.

“Nos seus escritos autobiográficos, Merton e Nouwen revelam-se pessoas impacientes, mesquinhas, neuróticas, egoístas, desconfiadas, irritáveis e, por vezes, até maldosas. Mais uma vez, porém, são sinceros acerca do seu pecado. Esta candura permita-lhes, a certa altura, reconhecer a mão de Deus e o convite a uma maior confiança e intimidade com o Senhor” (pág. 73 de "Torna-te aquilo que és").

Leitura de domingo - 1


O pequeno livro “Torna-te aquilo que és” (ed. Paulinas), com o subtítulo de “Da imitação à autenticidade”, é uma partilha sobre o caminho para a auto-aceitação. As palavras “caminho” e “partilha” estão tão gastas e são tão usadas em contexto de espiritualidade que é um risco pô-las lado a lado na mesma frase. Mas é isso que o livro é: uma partilha da busca espiritual do jesuíta James Martin e um percurso seguindo principalmente a vida do trapista franco-americano Merton e do padre holandês Nouwen.

Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...