terça-feira, 12 de novembro de 2013

Porto quer novo bispo. E tem todo o direito

Notícia do CM de ontem. Inclui dois candidatos ao cargo. Presumíveis mas certamente involuntários. Ambos muito novos no episcopado.

21 comentários:

Anónimo disse...

D. Virgíio iria cair melhor. Parece-me ter muita categoria. E o Porto precisa disso. Ele e o de Bragança têm pinta (embora este seja um pouco novo). No que respeita a D. Couto não me parece ter visibilidade, mas segundo o que se conhece dele é um senhor que se entrega totalmente ao Senhor. Por isso o Espírito lá resolverá... e o Vaticano também.

Anónimo disse...

D. Couto já tem alguns anos de episcopado. Primeiro em Braga e atualmente como residencial de Lamego. Tem 61 anos, por isso penso que terá a idade ideal.
É da diocese do Porto, lecionou na Faculdade de Teologia durante muitos anos, conhecendo a maioria dos sacerdotes. Tem uma cultura acima da média, é conferencista renomado, muito próximo do povo de Deus com quem se relaciona com afabilidade e simplicidade. Caso seja ele o escolhido, o Porto ficará com um grande pastor.
Pedro Afonso

Anónimo disse...

Poderia comentar isto: http://rorate-caeli.blogspot.com/2013/11/holy-fathers-message-on-25th.html

Jorge Pires Ferreira disse...

Caro anónimo que pede um comentário. Não sei o que comentar. Os tradicionalistas têm lugar na Igreja católica, como muitos outros, desde que "sub Petro", que agora é Francisco. A FSSP foi criada para acolher os dissidentes de Lefebvre e agora terá, suponho, outras pessoas que gostam das coisas mais à antiga (o que não quer dizer necessariamente, do ponto de vista litúrgico, por exemplo, mais próximas das fontes). Tudo ok.

Anónimo disse...

Ok.

Anónimo disse...

Isto é dificil de se fazer é claro que havia que mexer varias dioceses para a escolha de o novo bispo
Esperemos uma noticia em relação ao novo bispo do porto

Anónimo disse...

Em Dezembro lá vem... D. Couto estará melhor certamente...

Anónimo disse...

Seria interessante saber a opinião do povo de Lamego.
Faria bem aos "adoradores" do Bispo António Couto saberem que uma grande parte da Igreja em Lamego, não se importaria de "perder" um Bispo que é muito culto, inteligente e coisa e tal mas que passa muito tempo no Porto e em Lisboa. Lá vai o Porto gramar com mais um Bispo que tem muito de professor mas pouco de pastor.
Mandem-nos quem quiserem, já que não somos tidos nem achados na decisão, mas ao menos procurem um que goste de trabalhar, de meter as mãos na massa e não só nos papéis. O Bispo Pio Alves tem sido uma muito boa descoberta e seria um excelente Bispo do Porto.

Anónimo disse...

Eu votaria pelo Pio Alves, que, sim, parece (não sou da diocese, não o conheço pessoalmente) um "humilde trabalhador". De resto, estamos muito mal servidos em termos de bispos.Não precisam de ser inteletuais. Audazes, sim. São boas pessoas, iá. Mas não se vê audácia pastoral alguma. Ok, eu vivo no centro do país, longe dos extremos. E sou um pária paroquial. É capaz de haver por lá, de Viseu a Bragança, coisas interessantes.

Anónimo disse...

O de Bragança dá cartas nos media, mas também está com o povo simples, basta ver nas visitas pastorais. Não vai lá só rezar missas. Está com o povo simples, doentes, acamados, idosos etc etc. Falta muito isso aos nossos bispos. Humanamente penso que o de Bragança supera-os a todos, mas tem esperar... Daqui a 10 anos veremos...

Anónimo disse...

D. Pio Alves para o Porto? Meu Deus, será que o Porto perdeu a sua identidade? Um opista?! Perguntem a muitas das pessoas com quem ele lidou nestes meses... É de um autoritarismo! Tem muito de oposto a Francisco.
António Couto oferece muito mais perspetivas ao Porto. Está-lhe no sangue a "alma portuense", é culto, próximo dos leigos, tem rumo...
Entre os bispos que temos, penso que António Couto é o melhor para o Porto.
No geral o episcopado português continua a milhas de Francisco. Nem nos gestos, nem na linguagem, nem no modo de vida, nem na profecia, nem na audácia pastoral... Um episcopado reativo e não propositivo, muito centrado nas velhas questões da sexualidade.

Anónimo disse...

Não conheces o de Bragança de certeza. O Couto parece-me muito parado... O Papa Francisco? Mas até parece que a Igreja depende só dele... Fazem-se muitas leituras precipitadas.

Anónimo disse...

Seja Ele o Dom Pio, o Dom Américo ou o Dom Couto, nada ficará como antes: os padres da invicta aguentaram o Dom Clemente, de carreira de route, para se livrarem do Dom Carlos e até estão disposto a ceder alguma liberdade ao Opus Dei, para devolver de novo o protagonismo ao Porto.
Nos meios eclesiásticos do Norte, do Vaticano e nos corredores da CEP já é, silenciosamente, assumido que o próximo Cardeal de Portugal será o Bispo do Porto (por ser a Prelatura mais importante de Portugal) ou o Bispo de Fátima, pela dimensão universidade da catolacidade do Santuário.
Lisboa terá que aprender a fazer o seu luto, pelos diversos atropelos a colegialidade dos Bispos, pela nomeação de Bispos inaptos e pelos diversos escândalos amiúde nos média.
Há mulher de César não basta ser, tem de parecer. E O Dom Clemente, tem demonstrar que é o Bispo de todos e não só dos movimentos da Nova Evangelização da Cidade (erros cometidos em Lisboa e repetidamente cometidos no Porto)...
A boa-consciência e o divino juízo acusam-nos as montas Ordenações de padres, diáconos e, particularmente, de diáconos permanentes - quem em caso algum teriam chegado ao altar sem o beneplácito do Dom Policarpo e do Patriarca Clemente, um e outro como Reitores dos Seminários, erros repetidos no Porto, há custa do sofrimento, do silenciamento do Clero da Invicta por amor à paz!

Anónimo disse...

O Dom Pio é um bom homem e também foi outra vitima do Dom Clemente o que nos impede de deixar-mos de pensar. E será bom não esquecer que o principal responsável desta situação única da Diocese da Invicta que só tem paralelo com o impasse entre o Papa Paulo VI e o Salazar, aqui quem representa o Papa é o Núncio Apostólico e o poder ou «estrutura do poder» é o Bispo Clemente que bazou do Porto já há 9 meses para Lisboa.

Anónimo disse...

A ausência de bispo no Porto, bispo residencial, certo, apesar de todo o esforço e mérito dos que cá estão, reconheço-o, é a maior vergonha da Igreja portuguesa dos últimos cinco anos e não vejo escândalo maior nos anteriores. É que não se compreende. Algo escapa. Algo precisa de ser contado. Não imagino o quê, apesar dos meus bons contactos lá para aqueles lados tão graníticos.

Anónimo disse...

Mas para quê tanta conversa: OS ÚNICOS responsáveis dão bispo Clemente, que «usou a cátedra da Invicta» para chegar a Cardeal, a Patriarca e a bispo de Lisboa o segundo responsável é o «fiel» discípulo do Padre Escriva, o Núncio Apostólico de Lisboa. O Clero do Porto deve saber tirar proveito desta prova e rude humilhação de Lisboa, para pedir à Santa Sé que acordo medieval do cardinalato - seja distinguida a Diocese mais Importante de Portugal e uma das Maiores da Península Ibérica. Lisboa, tem que perceber que não vale tudo..., que é regras mínimas de colegialidade, de urbanidade eclesial e responsabilidade Pastoral. Um Bispo não pode e não deve aceitar um cargo para o qual não está dotado pastoralmente; não pode aceitar um cargo para não tem «disponibilidade psico-espiritual» porque está em função de um gabinete de imagem e da propaganda com os fins únicos e objetivos da conquista do poder em Lisboa, na CEP e no Vaticano...
Como padres da Invicta não percebemos o silêncio acobardado dos prelados portugueses, perante o cabal afronto à Diocese do Porto. Se a memória não nos falta, esta cobardia só teve um paralelo nos tempos do Ditador.
Na realidade in facto este é pior Núncio Apostólico, em Portugal, nos últimos 35 anos. Mas vamo-nos mantendo calados sem pedirmos o seu afastamento de Portugal o mais rapidamente possível?
A lentidão, o relaxamento e incúria eclesial é um castigo e uma humilhação de Lisboa ao Clero e à Diocese Portucalense.
Todos nós sabemos a má-formação dos Seminários do Patriarcado; as Ordenações precipitadas; os casos pendentes na imprensa, nos tribunais eclesiásticos e civis dos padres de Lisboa.
Lisboa é uma Diocese sem audácia pastoral; sem uma agenda evangélica para responder aos «sinais dos tempos», particularmente, aos mais pobres, aos mais excluídos e às margens da Igreja...
Não há novos desafios pastorais, os mesmos que controlavam o poder, o status quo: o Nuno Brás, o Álvaro Bizarro e o Padre Tito, os homens de confiança do Policarpo e do Clemente, são a referência mais tacanha de uma visão redutora dos anos 50 do Pontificado do Card. Cerejeira.
Ainda ninguém explicou às Igrejas a norte de Leiria o que foi feito ao dinheiro que as Dioceses meteram nos Olivais e agora - vão meter a dobrar e muito mais na Buraca.
O afastamento dos bispos, dos padres e dos diáconos de Lisboa - representam o pior do tempo do pré-concilio, que o Porto sempre contestou.
Enquanto o Porto tem um laicado bem formado, qualificado e co- responsável, tem Lisboa tem o João Seabra, o César das Neves e a Aura Miguel. A liberdade, a na partilha e eclesiologia da comunhão e a capacidade de «encaixe» aos sinais dos tempos e às preferias são excluídas. Essa mesma imagem pode ser confrontada no célebre prós e contras onde o Prof. César das Neves se apresentou mais com um «agente da inquisição» e o Prof. Rangel, que questionou o pensamento instalado e todas as teorias da conspiração de Cruzada.

Anónimo disse...

Mas para quê tanta conversa: OS ÚNICOS responsáveis dão bispo Clemente, que «usou a cátedra da Invicta» para chegar a Cardeal, a Patriarca e a bispo de Lisboa o segundo responsável é o «fiel» discípulo do Padre Escriva, o Núncio Apostólico de Lisboa. O Clero do Porto deve saber tirar proveito desta prova e rude humilhação de Lisboa, para pedir à Santa Sé que acordo medieval do cardinalato - seja distinguida a Diocese mais Importante de Portugal e uma das Maiores da Península Ibérica. Lisboa, tem que perceber que não vale tudo..., que é regras mínimas de colegialidade, de urbanidade eclesial e responsabilidade Pastoral. Um Bispo não pode e não deve aceitar um cargo para o qual não está dotado pastoralmente; não pode aceitar um cargo para não tem «disponibilidade psico-espiritual» porque está em função de um gabinete de imagem e da propaganda com os fins únicos e objetivos da conquista do poder em Lisboa, na CEP e no Vaticano...
Como padres da Invicta não percebemos o silêncio acobardado dos prelados portugueses, perante o cabal afronto à Diocese do Porto. Se a memória não nos falta, esta cobardia só teve um paralelo nos tempos do Ditador.
Na realidade in facto este é pior Núncio Apostólico, em Portugal, nos últimos 35 anos. Mas vamo-nos mantendo calados sem pedirmos o seu afastamento de Portugal o mais rapidamente possível?
A lentidão, o relaxamento e incúria eclesial é um castigo e uma humilhação de Lisboa ao Clero e à Diocese Portucalense.
Todos nós sabemos a má-formação dos Seminários do Patriarcado; as Ordenações precipitadas; os casos pendentes na imprensa, nos tribunais eclesiásticos e civis dos padres de Lisboa.
Lisboa é uma Diocese sem audácia pastoral; sem uma agenda evangélica para responder aos «sinais dos tempos», particularmente, aos mais pobres, aos mais excluídos e às margens da Igreja...
Não há novos desafios pastorais, os mesmos que controlavam o poder, o status quo: o Nuno Brás, o Álvaro Bizarro e o Padre Tito, os homens de confiança do Policarpo e do Clemente, são a referência mais tacanha de uma visão redutora dos anos 50 do Pontificado do Card. Cerejeira.
Ainda ninguém explicou às Igrejas a norte de Leiria o que foi feito ao dinheiro que as Dioceses meteram nos Olivais e agora - vão meter a dobrar e muito mais na Buraca.
O afastamento dos bispos, dos padres e dos diáconos de Lisboa - representam o pior do tempo do pré-concilio, que o Porto sempre contestou.
Enquanto o Porto tem um laicado bem formado, qualificado e co- responsável, tem Lisboa tem o João Seabra, o César das Neves e a Aura Miguel. A liberdade, a na partilha e eclesiologia da comunhão e a capacidade de «encaixe» aos sinais dos tempos e às preferias são excluídas. Essa mesma imagem pode ser confrontada no célebre prós e contras onde o Prof. César das Neves se apresentou mais com um «agente da inquisição» e o Prof. Rangel, que questionou o pensamento instalado e todas as teorias da conspiração de Cruzada.

Anónimo disse...

Se não for o D. Pio Alves o novo bispo do Porto, será o D. Anacleto, bispo de Viana. Não se esqueçam que tanto o D. Júlio como o D. Armindo vieram de Viana. Quando foram nomeados, foi uma surpresa, poucos eram os que falavam destes dois grandes bispos.

Anónimo disse...

Que venha um santo, pastor e um bom homem, não queremos escritores, poetas ou doutores. Já chega de humilhação!

Anónimo disse...

Após devida recuperação clínica, o Senhor Dom António Couto, aceita a transferência, desejada pelo Reverendíssimo Clero do Porto. E agora começa a cruz ou a via-crucis da Diocese de Lamego, com a forte probabilidade da nomeação de um Prelado do Opus Dei, segundo a tradição secular nos últimos 30 anos.

Anónimo disse...

A confirmar-se, boa escolha para o Porto.
Quanto a Lamego, acontece-lhe o que muitas vezes sucede com as dioceses mais periféricas. Fica com um dos auxiliares das chamadas "fábricas de bispos": Lisboa, Porto e Braga. Os titulares destas três dioceses vão indicando quem lhe agrada. Depois, quando se enchem deles, há que despachá-los e as outras dioceses que os aguentem. Enquanto o sistema não mudar, é isto que acontece. E viva a solicitude pastoral para com as Igrejas Locais!!!

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