terça-feira, 8 de abril de 2014

D. António Francisco. Do Paço aos Paços

Até há pouco era o meu bispo. Julgo que nunca falei dele no meu blogue (talvez apenas num ou noutro comentário, como reação). Agora que já não é meu, por cá estará sempre que... (na verdade, não sei qual é a condição), como hoje. Começa com um gesto simples. Caminhar a pé, do Paço até aos Paços. Um gesto simples de um homem grande. Que espero que conquiste o Porto com a sua simplicidade, humildade, serviço.


12 comentários:

Anónimo disse...

Será que em Aveiro vos irá cair a “sorte” de ter que engolir mais um sapo em nome da “santa obediência” e acolher o da Opus que falhou o lugar no Porto! Ainda hoje um Padre amigo de longa caminhada viajou até aqui a tratar de assuntos e convidou-me para almoçar! Não sei como ele consegue com este calor andar enfiado naquela batina faz-me alguma confusão /bom também não se pode ter tudo/ somos amigos e pronto/ as diferenças ficam para as conversas à mesa como aconteceu /já esperava/! No meio de um peixe grelhado que estava delicioso lá veio aquela pergunta inócua mas malandreca: Então o que pensas tu da Opus Dei? /Ele até já sabe mas não desiste do sonho dele! Lamento mas a resposta fica entre nós os dois! Isto tudo só para vos dizer que naquele alvoroço dialéctico habitual veio-me logo à memória este post e essas marés que andam inquietas naquela ria de Aveiro a viver nova orfandade espiritual! “A ver vamos” como se escapará ali ao “naufrágio”!

Anónimo disse...

Lavrador provavelmente.

Anónimo disse...

De certeza que não.

Anónimo disse...

Alerta Papa Francisco: «Vaticano: Papa pede aos teólogos que evitem o risco do narcisismo».

Assim de repente lembro-me de frei Bento Domingues, Anselmo Borges e Tolentino Mendonça. Tudo bandeirinhas deste blog.

Anónimo disse...

5:38 da tarde/ e existe por acaso alguma teologia que não seja narcisista! A própria ideia de explicar/organizar/condensar Deus a partir de conceitos meramente humanos ensinados ou palreados por essas cátedras das contemplações do umbigo intelectual é pura presunção de quem gosta de saborear alimentar-se e viver dos seus próprios disparates que julga convencido serem verdades absolutas e definitivas!

Anónimo disse...

A única verdade absoluta é Deus e a única certeza que surge da busca sincera de Deus é o seu Amor por cada um de nós sem excepção! Tudo o resto semeado por essas teologias humanas é puro devaneio /aqui é que reside o maior risco!/ de quem está mais interessado em dar e impor respostas sobre Deus do que encontrá-las /porque a terem-nas encontrado/ há muito que já teriam calado a boca vivendo em conformidade com essa verdade revelada no Filho!

Anónimo disse...

Ao menos Tolentino, Anselmo e outros fazem algo. Outros...

Anónimo disse...

Bom, entre mal menores ao menos que não vos caia do céu nessas águas da ria de Aveiro algum “filisteus de batina” com uma mente anacrónica e burlesca como aquela do arcebispo de Granada que tem a coragem de afirmar em público esta monstruosidade a somar aos abusos de poder /depois há quem “berre” por aqui porque alguém denuncia num vídeo esses poderes que dão espaço a estas “bondades” humanas tão dedicadas ao serviço dos irmãos/ que descreve o Raposo na sua crónica no Expresso de hoje /barbaridades que já eram há muito do meu conhecimento/! Olhem o que este pastor de almas tão santo disse:

"matar a un nino indefenso, y que lo haga su propria madre, da a los varones la licencia absoluta de abusar del cuerpo de la mujer, porque la tragedia se la traga ella".

“Com amigos assim, a Igreja não precisa de inimigos”. diz Raposo!

Nota: /o casaco “filisteus de batina” é da sua confecção o que é de admirar nele e na sua fabriqueta de crónicas/ mas isso é tema para outro tear linguístico!

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/com-amigos-assim-a-igreja-nao-precisa-de-inimigos=f865007

Anónimo disse...

"Ao menos Tolentino, Anselmo e outros fazem algo. Outros...". Entre fazer o que fazem e não fazer nada, do ponto de vista evangélico o melhor é não fazer nada. Sem qualquer dúvida.

Anónimo disse...

O mundo cristão está cheio de gente que não faz "nada" e nem deixa fazer ou tenta que tudo fique na mesma! Antes errar fazendo algo do que viver uma vida cheia de dons rejeitados tudo por causa das prudências humanas que no final ainda nos fazem sujar mais os pés no Caminho! /ninguém escapa da caminhada sem os pés sujos mesmo até aqueles(as) que sobem aos montes da “Transfiguração” diários com as suas vidas e testemunhos!

Anónimo disse...

Errar na vida cristã é fazer o serviço daquele a quem Jesus chamou Satanás (grande amigo daqueles três pascôncios).

Anónimo disse...

6:28/ deduzo então pelas suas divagações que na vida cristã não há espaço para o erro humano! Não está a querer sugerir pois não que o homem deixa de ser um ser humano total e normal quando coloca uma “gravata de cristão” num qualquer acontecimento que pelos vistos parece fazer parte de algum episódio extra da vida humana! E ainda que esteja aqui apenas a referir-se ao erro intencional mesmo esse tem saída ou então a Redenção seria uma mentira! O que não tem saída é desistir da graça e do perdão como foi o exemplo de Judas ao contrário de Pedro (estamos aqui a falar de dois dos primeiros discípulos imagine!)! A gravidade do erro de ambos estava ao mesmo nível da traição/ as respostas ao erro cometido é que foram diferentes! 6:28/ não esqueça que esses “(três pascôncios)” como lhes chama são tão dignos da graça como qualquer um de nós que vivemos todos os dias cometendo erros!

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