domingo, 29 de abril de 2012

Bento Domingues: Um inquérito para esquecer?

Texto de Bento Domingues no "Público" deste domingo, 29 de abril.

6 comentários:

Anónimo disse...

Pois é. O senhor Bento Domingues termina como devia ter começado: os tempos de hoje não são os tempos de há 50 anos. Mas parece que ele, com o seu contínuo enfeitar saudosista do tempo do Vaticano II (o tempo para o qual a mensagem deste ainda fazia sentido), ainda não se deu conta disto. Mas mais grave ainda, em minha opinião, é ele considerar-se num hermeneuta autorizado do Concílio quando, lamentavelmente, apenas vê parte do mesmo.

O Vaticano II está, hoje mais do que nunca, a poder ser aplicado segundo a intenção dos padres conciliares e não segundo os apeteceres de pessoas que se iludiram, e quiseram iludir outros (e assim levaram a estas à desilusão), sobre o sentido do mesmo.

Viva o Vaticano II! Mas o Vaticano II verdadeiro e pleno e não a antologia liberaloide do mesmo que o senhor Bento Domingues apregoa.

Prontos. Que me venham as criticas a este desabafo de alma.

Fernando d'Costa

Maria J. disse...

Porque diz " Prontos" ?

Será um plural majestático?

HD disse...

Jesus antes de estar com alguém, procurava saber “e tu és de quem, para eu saber se falo ou não contigo” ?

HDias

Anónimo disse...

Maria J.,

"Prontos" é plural, mas não é majestático. É como sempre disse. Estou errado? É apenas "pronto"? Terei mais cuidado no futuro.

HD,

tem que me dizer que evangelhos apócrifos anda a ler.

Fernando d'Costa

HD disse...

Evangelhos apócrifos?
Sejamos sérios.
Jesus não fazia acepção de pessoas, pela sua origem ou “rótulo”…

O preconceito cega, na procura da virtude seja de quem for.
Afinal é mais importante denegrir alguém porque ele não é da nossa “cor”, do que ter o bom senso de argumentar sobre as parcelas de texto, que não se concorda?
Pode-se não concordar com F. Bento Domingues ou Monsenhor Escriva de Balaguer, mas que ninguém fique pela mera repulsa e rejeição pessoal, colada a algum “índex” de qualquer tendência católica.

Que se use o discernimento para argumentar sobre o que cada um escreveu. Como Cristãos podemos discordar de conceitos, não perseguimos é pessoas, pois isso é a rotura com o fundamento da nossa Fé.
HDias

Anónimo disse...

Pois é. Nada de rótulos a não ser que esses sejam criados pelas próprias pessoas que nos levam a lê-los nas suas palavras e acções. Mas não em parece que esse tenha sido o meu caso: constatei um facto: Bento Domingues, que chamou a Inácio de Loyola "louco" numa entrevista recente numa das nossas Revistas de fim-de-semana - e isso não é colar rótulos? -, é useiro e vezeiro em apresentar excertos do Vaticano II silenciando outros.

Não tenho qualquer dúvida: é uma pessoa saudosista encapsulada num sonho que nunca se concretizará: o sequestrar do Vaticano II por parte dos movimentos progressistas da Igreja em detrimento de outros que são tão Igreja do que estes (e talvez mais fieis ao Vaticano II como um todo).

Por outro lado não quis dizer que não estava de acordo com o que que que seja neste artigo, antes, pegando nas suas palavras conclusivas dizer, num desabafo de alma, o que o Mestre disse "medice cura te ipsum". As palavras que ele diz, são as que ele devia viver.

Fernando d'Costa

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