quinta-feira, 11 de abril de 2013

E por falar em poder, serviço e povo

Se a multidão sem unidade é anarquia, a unidade que não depende da multidão é tirania.

Yves Congar. Disse-o sobre a Igreja católica.

2 comentários:

Anónimo disse...

Nunca serei tolerante com os intolerantes. Explico-me: sou pelo amor ao próximo, mas não como do mesmo prato de laicos, jacobinos e fundamentalistas religiosos. Yves Congar, autor que li muito, perdeu muita da sua identidade religiosa, no seu filo-protestantismo politicamente correcto(-as multidões!).O movimento ecuménico tornou-se uma casa de pós-modernismos! Sou pelo diálogo e acordo possível, com todos os meus irmãos baptizados.Já partilhei vida com judeus, calvinistas e budistas. O "diálogo" não é nada simples! Mas enfim, o Amor misteriosamente, ajuda muita adversidade a ser ultrapassada.Não é fácil!

Anónimo disse...

..e como é que se concretiza essa dependência da multidão ? Democracias populares, democracias ocidentais...das populares sabem-se os resultados trágicos ...a democracia com plebescito, Churchill catalogou-a muito bem. Se posso entender essa vontade de muita gente no sentido de democratizar a Igreja não estou mesmo a ver no concreto, como é que isso se faz. O q noto tb é q muitos que pugnam por isso estão já organizados em grupos de tendencias que se consideram pouco escutadas pela hierarquia e têm normalmente uma visão ideológica/politica muito vincada com pontos de agenda concretos. Dá um pouco para imaginar o que seria uma organização da Igreja nos moldes democraticos .....em 1º lugar seria logo uma superestrutura cheia de departamentos com um orçamento gigante e com todos os vicios que se encontram nas comuns organizações sufragadas ou será que a questão do poder não existe em todo o lado? Depois imagino o que seriam as 'varridelas' como propõe Bento Domingues e quem seriam os substitutos...Bom é Indiferente, gostaria mesmo era de ver quem fala tanto deste assunto o que é que propõe.
Saudações
Jacome

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