quinta-feira, 6 de junho de 2013

O mais maravilhoso

O mais maravilhoso não é  que Jesus Cristo seja  Deus, mas que Deus seja Jesus Cristo.

Yves Congar

8 comentários:

Anónimo disse...

Perfeito. Mais uma vez: é a perspectiva descendente que valoriza a ascendente (que são, obviamente, inseparáveis), mas estou certo que virão para cá falar, sem o conseguir citar, Rahner.

Anónimo disse...

Anónimo 11:33 AM, é-me totalmente indiferente que adore andar a subir e a descer escadas… assim como é também a sua vida cristã e as suas caminhadas teológicas! E se lhe dá prazer tais glutonarias narcisistas dos saberes divinos, pois sirva-se e coma até fartar desse pão bolorento, porque na minha mesa, lhe asseguro que jamais ele voltará a ser acolhido e servido. Sobre o tema do “Rahner”, para quem andou com tanto ruído a pedir citações e explicações, o silêncio que depois ali pairou até hoje diz tudo… (nem sequer uma correcção sobre as citações ou o que quer que fosse depois)… e não me venha agora com outras desculpas, porque para quem andou ali a atirar pedras e a praticar “bullying intelectual” asseguro-lhe que jamais ficaria com a boca calada se pudesse abri-la outra vez nem que fosse para soltar apenas a sua intolerância e amargura de quem jamais consegue andar lado a lado com Deus e por isso anda aqui tão aflito a defender a necessidade das escadas! Bem diz o outro: “quanto maior a altura maior será a queda”… pode ser que nesse dia desperte de vez e consiga ver a mentira que alimentou e viveu! Passe bem e veja lá não se engasgue assim tanto com tal pão saído desses fornos teológicos já a cair em ruínas!

Peter

maria disse...

"desses fornos teológicos já a cair em ruínas!"

não é a falta de os aquecerem, Peter. ;)

Anónimo disse...

Olá Peter. Lamenta-se pelo silêncio? Que silêncio? Sente que as pessoas vivem, como o Peter, da dissimulação psicológica que lhes permite estar sempre por aqui a comentar tudo e todos, mesmo que não se lhes dirijam as palavras? Eu fi-lo no meu primeiro comentário? Acha que o Peter é a única pessoa que anda a plantar couves espiritualistas para, numa estratégia de agressão celestial sem correspondência com o que se vive, trepar por elas do homem para Deus sob os aplausos de torresmos feministas do "Nós somos Igreja"?

Mas doe-lhe, dramaticamente, o silêncio? Então rompa-o com uma citação de Rahner a provar as suas abédias sobre a transcendentalidade ascendente. Ou não consegue? É assim tão mentalmente impotente para mostrar a rectidão das suas afirmações? Anda agarrado a pastilhas elásticas espiritualistas coladas, e a apodrecer, debaixo da mesa da sua mente? Não tem coluna vertebral? Não tem bom senso para ver que o maior bullyista intelectual destas paragens, cheio de pó de arroz no seu umbigo e desajuste na sua honestidade, é a sua pessoa?

Beijos de uma quase que fá sua.

Peter disse...

Lamentar o silêncio… risadas… ou não sabe ler ou faz de conta, só constatei tal silêncio e quem o “rompeu” foi vossemecê! Tenho vindo regularmente a este espaço e não me viu ultimamente por aqui a provocar esses ruídos ploks que provocam as tais “pastilhas” que parece vão implodindo como balões virtuais onde se vê-sente projectada e por isso fica inquieta a verificar pelas alergias aos “pós de arroz” nesses gorgulhos e atchins alérgico-literários que a sua sombra deixa por aqui como rasto!
Olhe, aproveito, já que é uma “fá” não totalmente assumida deste pescador da paz,e deixo-lhe uma sugestão de amigo e com carinho acredite:

Acho que seria bom para a sua saúde espiritual e não só, tentar resolver de um vez por todas essas sombras que parece carregar nesses sentimentos de culpa de quem andou a colar às escondidas as pastilhas que mascava na sua crises dos acnes, e agora não sabe como resolver tal pecado do passado que anda a importunar-lhe a alma, pois parece-me que esse odor dos “apodreceres” tem a ver com o tempo que elas já ali estão coladas! Já agora, ou me engano muito ou essa mesas onde foram coladas tais pastilhas, pertenceram a alguma sala de aulas de um colégio de freiras, sabe, daquelas que nem à janela deixavam tais almas a rebentar de acne de se aproximar a cheirar os rostos alegres e livres dos peter’s vadios da alma que lhes povoavam os sonhos e alimentavam as paixões das suas etapas imberbes de adolescentes!

Sobre o tema do “Rahner”… ó minha cara “fá”… atão ná querem lá vére… como é tão bom a gente andar com um canudo lacrado por uma faculdade qualquer debaixo dos sovacos das nossas presunções dos saberes… sabem, assim disfarçamos os odores das nossas incertezas e medos com esses “roll-on(s)” teológicos fabricados pelas cadeias em série onde também são fabricados esses exércitos clonados que vão ainda se mantendo na linha da frente em defesa da madre teologia, ainda que já todas esfarrapadas e feridas nos seus orgulhos saudosos dos impérios perdidos!

Antes que me esqueça, gosto muito de "torresmos" sim... adoro, agora jamais embrulharia tal pitéu numa folha desses livros que abraçam tal madre bolorenta… o "torremo" ficava com um sabor horroroso, acredite...!

Xi-coração... com paz e bem...

maria disse...

falaram em torresmos? contem comigo!

broa recheada de torresmos...mnhmnhmnh...

giro, giro é o trauma com o NSI. dantes eram os comunistas, agora é o NSI...hummm, projecções exteriores de buracos interiores. vai assim, o recado, mas não vou abusar disto, não me esqueço que do outro lado está uma pessoa concreta, com rosto e nome...isto foi mesmo só por causa dos torresmos.

Anónimo disse...

Maria, vá tratar do seu jardim. A senhora não tem pedalada para conversas destas.

maria disse...

"A senhora não tem pedalada para conversas destas". nem pedalada nem interesse.

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