segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Madre Teresa de Calcutá deixou-nos há 14 anos

Madre Teresa de Calcutá morreu há 14 anos. É recordada hoje na secção "No passado", no "Público". O texto de António Marujo diz que "em 1986, em Portugal, [Madre Teresa] dizia que não tinha «muito tempo a perder» com visitas a santuários. «Os pobres estão a morrer; é preciso salvá-los»".


Recordo um texto de Anselmo Borges do ano passado (aqui):
Para mostrar a sua atitude face à vida, o jornalista Jesus Bastante, sintetizou, no estilo pergunta-resposta, o que chamou o "testamento" de Madre Teresa: 
O dia mais belo? Hoje. A coisa mais fácil? Equivocar-se. O maior obstáculo? O medo. A raiz de todos os males? O egoísmo. O maior erro? A guerra. A distracção mais bela? O trabalho. A pior derrota? O desalento. Os melhores professores? As crianças. A primeira necessidade? Comunicar. O pior sentimento? O rancor. A pessoa mais perigosa? A que mente. A via mais rápida? O caminho certo. A maior satisfação? O dever cumprido. O melhor remédio? O optimismo. A mais bela de todas as coisas? O amor. As pessoas mais necessárias? Os pais. O mais imprescindível? O lar. O melhor presente? O perdão. O sentimento que mais te bloqueia? A tristeza. O que te faz mais feliz? Ser útil aos outros. A força mais poderosa do mundo? A fé. O maior mistério? A morte. A sensação mais agradável? A paz interior. 
Depois, como lema de vida, reflectindo sobre o tempo: "Vou passar pela vida só uma vez. Por isso, alguma coisa boa que possa fazer ou alguma amabilidade que possa ter com um ser humano devo fazê-la agora, pois não passarei outra vez por aqui".

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