terça-feira, 10 de junho de 2014

Porta aberta

Hoje dei-me ao trabalho de ler alguns dos comentários que de vez em quando deixam em algumas das entradas. Uma vergonha. Há gente, suponho que muito católica, que não é nada cristã. E há gente que, sob o anonimato, fala contra alguém que conhece. E esse alguém atingido fala para o primeiro sabendo com quem fala, ora parecendo que sim, ora parecendo que não, ora deixando-se confuso. Não gosto disto, embora também haja quem se sirva do anonimato com bons modos (simpatia, elevação do debate, contributos úteis). Mas recuso-me a acabar com a possibilidade da má educação.

4 comentários:

Anónimo disse...

Ainda estou para perceber, se também são de “gente nada cristã” ou onde se enquadram, dentro dos juízos do administrador deste blog, os outros discursos do “ai de vós…fariseus, hipócritas, sepulcros caiados, raças de víboras …! “…

Já agora, como é possível, identificar interlocutores anónimos que comentam o outro lado, como se esses “diálogos” se tratassem de cumplicidades antagónicas, num espaço virtual, onde ninguém vê ninguém, e se assinam como anónimos!

Anónimo disse...

Outra coisa, são as chaves e a “porta”, e aí, como pensava o outro também, eu é que tenho as chaves…!

Infelizmente assim foi… assim é… e foi o pior que poderia ter acontecido ao Cristianismo, acredite, aquelas malfadadas chaves que ainda alimentam nos dias de hoje, todas essas tentações forjadas nos juízos humanos! Não é por acaso que muitas portas se vão fechando entre irmãos!

Jorge Pires Ferreira disse...

Respondendo ao das 4:08:

como disse, não sei quem são, mas eles parece que se conhecem pelos comentários que fazem. Só isso.

Os discursos do "Ai de vós... raça de víboras" tinha um rosto. Não era de um anónimo. Só isso, outra vez.

Miguel disse...

Não percebi! Mas andamos aqui, neste blog, a discutir rostos e identidades, ou ideias e posturas de vida! Não me diga que os critérios para aferir/pesar sobre a bondade e a maldade dos actos e das palavras, estão dependentes dos rostos de quem os pratica, e da menor ou maior visibilidade desses rostos!

Já agora, há uma diferença, entre a má educação, e usar de dureza nos diálogos, ao ponto de magoar e até levantar ódios e ser alvo de insultos! È um facto inegável, que muito disso tem acontecido por estes lados! Mas isso, meu caro, é um dos “preços” que pagamos pela liberdade de expressão que escolhemos oferecer! Podemos fechar “portas”, mas, como dizia alguém: “não vale a pena, andarmos a fugir dos homens, para irmos encontrar outros homens…!” A minha “luta” aqui no seu blog, ou em qualquer outro lugar na vida, não é contra pessoas, nem contra a Igreja onde também faço caminho, mas contra o mal!

Oro pela sua Mãe!

(sou o anómnimo ds 4:08 e tb das 4:20 da tarde).

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