sexta-feira, 23 de maio de 2014

Castigo divino pela vitória de Conchita

Líderes religiosos dos Balcãs afirmam que as inundações na região foram um "castigo divino" pela vitória de Conchita Wurst no Festival Eurovisão da Canção.
Conchita Wurst, artista austríaco cujo verdadeiro nome é Thomas Neuwirth e que ficou conhecido internacionalmente após ter ganho o Festival Eurovisão da Canção este ano, está a ser acusado por vários líderes religiosos dos Balcãs de ter sido o responsável pela catástrofe na região.

Ler para crer, aqui.

8 comentários:

Euro2cent disse...

Não foi bem isso que eles disseram.

Não se trata de uma culpa individual, antes de uma culpa colectiva.

Quer dizer, não é que não estejam uns casos similares escarrapachados na Bíblia tintim por tintim.

Se calhar não deviam ler esses livros antiquados ...

Jorge Pires Ferreira disse...

Não foi bem isso?

Segundo o jornal britânico "The Telegraph", para o Patriarca ortodoxo do Montenegro, Amfilohije, as devastadoras inundações nos Balcãs foram "um castigo divino pela vitória de Conchita".


Há casos similares na Bíblia, sim. E há o ensinamento de Jesus a dizer que as catástrofes não têm nada a ver com os pecados das pessoas. Não são castigos de Deus.

Anónimo disse...

Só mesmo a ignorância e o fanatismo pode atribuir culpas a outros sobre algo que qualquer criança de hoje percebe ser parte das forças da natureza! Tais mentes carregadas de um primitivismo abjecto são o produto fiel da religião institucionalizada na sua face mais doentia, fanatizada e manipuladora!

Euro2cent disse...

> Não foi bem isso?

Não, porque o que escreveu acima foi:

> Conchita Wurst ... está a ser acusado ... ter sido o responsável

O que os líderes religiosos, e o Antigo Testamento, dizem é que a degradação moral colectiva é que merece castigo. (Não um pecador/blasfemo em particular.) Um povo pio não daria o seu aplauso a uma agressão cultural como a exercitada neste caso.

Não sou teólogo, mas não estou a ver qual foi a parte da nova aliança que cancelou estes artigos. Por isso é que as leituras da Bíblia devem ser deixadas a profissionais altamente treinados, em lugar de serem feitas em casa, como é o caso dos protestantes, com os resultados grotescos conhecidos.

Mas neste caso foram profissionais conceituados, se bem que não católicos. O reacção do tipo "ah olha para estes antiquados" parece-me um pouco ao estilo da acefalia jacobina reinante.

Deus pode ou não castigar os ímpios? Porquê?

(P.S. e "face mais doentia" é o cientonismo imbecil que nos servem todos os dias os ignorantes mais atrozes, a fazer vénias ao que não entendem.)

Anónimo disse...

PS. as “vénias” foram sempre os gestos de submissão dos “escravos”, esses que cederam a outros, a sua liberdade de (pensar-construir-viver) Deus e a vida, e se acomodaram a um estado servil, vagueando a sua existência por essas cozinhas da cultura religiosa, onde, erguendo numa das mão os livros sagrados transformados em livro de receitas e sabores ideológicos, esses “xamãs-gurus” de todas as religiões do mundo, vão cozinhando na panela da Terra, essa mistela religiosa, com que alimentam os eternos ajoelhados e pedintes que fazem fila às portas dessas agremiações! O extraordinário disto tudo, é que entre os frequentadores destas filas, existem também os que se afirmam “cultos”, nessa cultura que só aceita os “absolutamente iguais”, não se coibindo de insultar os que se negam a sentar-se à sua mesa! O paradoxo disto tudo, é que tais carregadores de culturas e saberes divinos, e que teimam em não largar o saco das suas presunções, lá vão apregoando orgulhosamente que têm como Pai, um Deus que lhes oferece mesa farta e liberdade total, enquanto vão mantendo a mão estendida e os joelhos por terra!

Anónimo disse...

Por fim, ficam-me sérias dúvidas sobre a saúde espiritual daqueles que, vendo a casa a arder, ou as águas a invadir o quintal dos outros, continuam passivos e cândidos, agarrados aos rosários das suas convicções religiosas e ideológicas, sem agirem ou impedindo os outros de agir, tudo em defesa dos seus “Sabat” ideológicos e culturais, enquanto a tragédia vai tomando proporções irreparáveis! Normalmente, tal gente só consegue ser portadora de alguma lucidez, depois da terra queimada lhes bater também à porta, e mesmo aí, ainda há no meio deles quem diga que tudo não passou por ser parte dos planos misteriosos e insondáveis de um Deus que, pelo agir-pensar desta malta, parece ser piromaníaco e viciado a jogar aos afogamentos com os seus “toys” humanos na banheira onde brincou também com a Arca de Noé! Habemus cultura!

Anónimo disse...

Este cavalheiro com um discurso tão ....(' vão cozinhando na panela Terra') deve ser um triste solitário pois não deve suportar ninguém nem sequer a si proprio, o q não o impede de ser um atirador e um destruidor q vê em' cada pessoa q entra numa Igreja um 'farrapo humano e em' cada religioso um malvado manipulador. não suporta altares mas adora o púlpito para desancar, e deixe q lhe diga tem um estilo de escrita (' parece ser um piromano e viciado a jogar aos afogamentos com os seus toys humanos na banheira em' q bricou) q deixa transparecer muita raiva e muita altivez . Eu simples leigo não me sinto minimamente afectado pelos seus disparates, lamento apenas pois vejo muita infelicidade e muita cabeçada na parede.
Jacome

Anónimo disse...

Jacome, o que é isso de “leigo”, é algum posto na hierarquia dos filhos de Deus?!!! Lol, nota-se nitidamente que o caro até nem sentiu nada “afectado”, mas não deixa escapar a oportunidade de julgar a pessoa que comenta, não o conteúdo do comentário! Então, faltou-lhe a coragem de ir mais fundo nas questões levantadas, ou aquilo que ali foi escrito é apenas uma mentira, tipo “tiros” de um “solitário destruidor”! Já agora, nenhum ser humano é um “farrapo” e muito menos os filhos de Deus, muitos deles (felizmente, ainda abundam os que se recusam a ficar nas “filas”, e caminham por si próprios) em busca e construindo, ainda que através de muito combate e incompreensão, uma Igreja redimida e acolhedora, (não aquela que só acolhe e aceita os ““absolutamente iguais”), uma Igreja onde aqueles que lhe batem à porta, não tenham que estender a mão para receber algo de Deus, e que só pode ser emitido nesses despachos dos “funcionários de Deus”! Quando é que esta gente acolhe de uma vez por todas no seu coração que “há só um único mediador entre Deus e os homens, Cristo” (ITim.2,5) e que Deus não precisa que os filhos(as) se ajoelhem para afirmarem-provarem que O aceitaram completamente, (imaginem, Cristo, o pobre precisa do favor que aceitem!).. Será assim tão difícil para os “ajoelhados” compreender que não fomos nós que aceitamos a Cristo mas Ele é que nos aceitou: “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu é que vos escolhi…” (João 15,16)! È tremendo imaginar que alguém ainda creia que Deus escolheu-nos, para sermos “pedintes e ajoelhados”! Imaginem, e depois ainda afirmamos com todas as convicções que somos filhos de Deus! Ai Jerusalém de todos os tempos, souberas tu….!

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