terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Primeira parte da entrevista a José Tolentino Mendonça



Primeira parte da entrevista de Anabela Mota Ribeiro (esteve no Átrio dos Gentios nortenho) a José Tolentino Mendonça. Na "2" de domingo, 9 de dezembro. (Dá para ler bem se tiver um computador de grande ecrã ou se fizer um "salvar como / save as").

13 comentários:

Anónimo disse...

Seis citações numa página. E pensamento próprio não tem? Precisa de se barricar detrás dos demais?

Anónimo disse...

A entrevista está disponível (creio que na totalidade) no sítio da pastoral da cultura:
http://www.snpcultura.org/padre_tolentino_mendonca_vivo_da_partilha_dos_outros.html

Anónimo disse...

"A entrevista está disponível (creio que na totalidade) no sítio da pastoral da cultura"... Já repararam que esse site é uma espécie de orgão oficial da promoção (canonização?) do Tolentino que raramente faz eco de outras pessoas da Igreja altamente capacitadas na produção de cultura? Talvez seja por isso que todos os concursos em que Tolentino participou com regra de anonimato dos participantes, nunca tenha ganho nada.

Anónimo disse...

Eu não iria tão longe na escolha de palavras, mas comungo com as ideias do anónimo das 5:58. Claro que todas as críticas que se fazem ao p. Tolentino podem ser apenas dor de cotovelo. Mas duvido.

Fernando d'Costa

Peregrino disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Peter disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Peter disse...

Já fui várias vezes abordado com certas “desconfianças” não apenas aqui, mas também noutros espaços sobre as minhas possíveis “ligações” com Tolentino Mendonça! E esse “baptismo” do “extinto” “anónimo-poeta” talvez tenha a ver também com o “assunto” pelas formas de escrita que uso… embora por vezes carregadas de “erros e repetições” por causa da corrida e pouca atenção no escrever! Desculpem!

Conheço Tolentino apenas de vista nas raras vezes que nos cruzamos, e por algumas gravações de som e vídeo mas sobretudo da sua escrita que confesso me atrai fortemente, mas que ao mesmo tempo cria também muitas dificuldades sobretudo pelos labirintos das suas construções linguísticas! Confesso que gosto mais de o ler do que o escutar, julgo-o mais solto e livre nas letras, mas é só uma opinião que tem a validade que tem!

Depois deste palavreado todo, outra (enfermidade crónica), queria apenas recordar aqui uma das entrevistas muito forte e rica e que mais me marcou em Tolentino, aquela com Saramago há volta do livro de Caim e que podem encontrar no Expresso:

http://expresso.sapo.pt/jose-saramago-o-que-me-vale-caro-tolentino-e-que-ja-nao-ha-fogueiras-em-sao-domingos=f543404

Não percebo é porque uma determinada parte da instituição, sejam do clero ou leigos nutram por ele tantos “olhares irados” disfarçados de críticas culturais! Tenho uma grande alegria que Tolentino pertença e faça o mesmo caminho de Fé que eu! A Igreja só tem a ganhar com tais tesouros humanos!

Anónimo disse...

«“olhares irados” disfarçados de críticas culturais». Exactamente o que me parecem as suas palavras, ó comentador-poeta que se esconde por detrás de um falso nome (assim por assim o melhor é assumir-se como anónimo), em não poucos comentários: destruir as imagens; expulsar quem as venera da igreja; quem estuda teologia 6 anos estudou em "laboratórios de teologia" acrítica; etc.; etc. Cuide dos seus olhos antes de olhar para os demais.

Anónimo disse...

Pois é: a mim também me confundem com o Tolentino devido ao modo como escrevo. Com a vantagem de eu, ao contrário do Peter, ser humilde.

Anónimo disse...

3:29 p.m.
Se fosse humilde não precisava de o afirmar, limitava-se a SER.

Anónimo disse...

Não gosto de fazer juizos acerca das pessoas. Mas uma coisa é certa: o Pe Tolentino trabalha muito e é por isso que ele chega a tanta gente. O que ele diz conduz ao reino da Paz, da harmonia, da justiça, do amor. E isso já é tão bom. Receio que se deixe ofuscar pelo mediatismo ou seja por ele destruido. Os dois perigos existem. Que Deus o proteja para nos continuar a SERVIR.

Anónimo disse...

Sim, o Tolentino é um grande pensador na Igreja e há que dar o mérito. Sobretudo no campo da reflexão espiritual.

Anónimo disse...

Mais um vaidosão.

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