terça-feira, 17 de abril de 2012

António Marujo: Houve uma idade de ouro do cristianismo?

Opinião de António Marujo a acompanhar o inquérito da U. Católica às práticas religiosas dos portugueses no "Público" de hoje.

12 comentários:

Anónimo disse...

Domingo ouvi um padre jesuíta, bastante convencido por sinal e de nome Miguel Gonçalves Ferreira, dizer que António marujo é ateu. Pensava que era financiado em parte pelo movimento "Nós somos Igreja", mas não o sabia ateu. Alguém sabe se esse é o caso? Obrigado.

Fernando d'Costa

Jorge Pires Ferreira disse...

Ateu? Nada que se pareça. António Marujo é crente e com grande convicção. A coerência profunda do que escreve, o seu longo e sério trabalho no jornalismo de temática religiosa, principalmente na área do catolicismo, falam por ele. E pertence ao movimento de profissionais católicos Metanónia. Não tenho qualquer dúvida de que é cristão. Terá amizades no "Nós Somos Igreja" como tem no episcopado português e como é grande adepto de Taizé, por exemplo.

O livro de entrevistas "Deus vem a Público", aqui ao lado, é um exemplo do seu valiosíssimo trabalho.

Se ainda tiver dúvidas, posso pô-lo em contacto com ele...

HD disse...

Antonio Marujo se fosse Ateu , teria este artigo na Voz da Verdade?
http://www.vozdaverdade.org/site/index.php?cont_=ver2&id=2298

È muito estranho o Director do Cupav P. Miguel Gonçalves Ferreira fazer um juízo desses que sabe descabido…..
HDias

Anónimo disse...

Afirma Fernando d' Costa (a propósito : como se pronuncia "d'Costa" ?) que "pensava que (António Marujo) era financiado em parte pelo movimento Nós Somos Igreja." Pergunto : como se pode pensar e escrever esta maldade ? Onde foi buscar esta ideia ? Com que fundamento se lança assim uma insinuação e se tenta retirar crédito a alguém ?

P.S.: Não conheço pessoalmente António Marujo. Conheço, sim, a sua actividade de jornalista e li,
com muito gosto, o livro referido pelo Jorge. E já agora, peço-lhe encarecidamente a si, Fernando d'Costa que esclareça como se deve pronunciar "d'Costa"...

Anónimo disse...

Bom dia. Muito obrigado pelos vossos esclarecimentos. Sim, confirmo o que disse:

a) no passado Domingo, na missa do CREU no Porto, onde é director, e não do CUPAV, o jesuíta Miguel Gonçalves Ferreira referiu-se ao artigo de António Marujo como sendo de um ateu. Não estive na dita Eucaristia (não sou do Porto), mas várias pessoas mo relataram quando nos reunimos na Segunda para falar sobre estes "números".

b) Acerca do financiamento por parte do movimento "Nós Somos Igreja", apenas transmiti o que ouvi, pois nem conheço pessoalmente o senhor António Marujo nem ninguém de tal movimento. Quem me disse isso foi o p. Lourenço Pinto. Será que o dizer algo é uma maldade? pensava que o fosse se apenas fosse uma maldade intencionada, o que não é o caso.

c) d'Costa: lê-se como bem se quiser; eu leio exactamente como se escreve: "d(e)Costa"... é fruto de um aporteguesismo forçado, no início da República, de McCoast.

Fernando d'Costa

maria disse...

o padre disse...o padre disse...e os leigos repetem sem saberem sobre o que estão a falar.
Além do mais, o António Marujo escreve como jornalista e é sobre o seu trabalho que deve ser avaliado. Não se é bom ou mau católico.

Anónimo disse...

Olá Maria,

lhe que, baseado nas suas palavras, é uma tristeza a sua aversão aos padres. Eu acredito nas pessoas por elas serem pessoas e não por serem, ou não, padres. Não acha que essa é a atitude mais adequada? E que mal haveria em que fosse ateu ou recebesse dinheiro do movimento "Nós Somos Igreja"? Tem este grupo de pessoas assim em tão má consideração? Não foram eles que financiaram, por exemplo, a tradução, má e tendenciosa por sinal, do latim para inglês os antigos documentos do Vaticano sobre a pedofilia?

Mas tomando o que diz acerca de António Marujo escrever como jornalista e não como crente; olhe que por vezes, então, é um jornalista bastante - como dizer? - "perneta": já o viu, por exemplo, apresentar, nos seus textos (veja-se o recente sobre as mulheres e Jesus), as posições daqueles que não estão de acordo com as suas posições? Ser jornalista não pressupõe referir o contraditório? Talvez não; sabe: sou leigo e talvez fale do que não sei.

Fernando d'Costa

HD disse...

Correcção
De facto o P.Miguel Gonçalves Ferreira, já não é Director do CUPAV, mas sim do CREU no Porto.

Reparei na 1ªafirmação que ouviu na primeira pessoa que A . Marujo era ateu:
“Domingo ouvi um padre jesuíta, bastante convencido por sinal e de nome Miguel Gonçalves Ferreira, dizer que António marujo é ateu.”

Mais abaixo já refere que foi por interposta pessoa ,que soube que A . Marujo era ateu:
“Não estive na dita Eucaristia (não sou do Porto), mas várias pessoas mo relataram quando nos reunimos na Segunda para falar sobre estes "números".”

Sem mais comentários…..

HDias

Anónimo disse...

Meu caro HD,

tem toda a razão. Obrigado por assinalar o meu erro: de facto, na primeira frase por mim escrita, não queria que "ouvi um padre jesuíta (...)", mas "ouvi dizer que um padre jesuíta (...)". Eu já o tinha ouvido outras vezes, e é fruto disso que afirmei que ele não é o cumulo da humildade, mas devia ter tido mais cuidado no que escrevi, mesmo que o escrever estes posts não me possa ocupar muito tempo.

Sem menos comentários.....

Mas já agora: alguém conhece um teólogo chamado Alexandre Duarte? ouvi-o, o ano passado na Universidade Católica no Porto, a falar sobre o sofrimento e a espiritualidade e não mais me relacionai com esse tema do mesmo modo: foi uma lufada de ar-fresco num misto de saber-vivido e humildade (recordo-me de ter citado, de cor, uma longa sentença do jesuíta Francisco Suarez apenas para, no fim, pedir perdão por poder estar, aqui ou ali, enganado). Mas não encontro nada publicado por ele. Como me parece que ele é da "linha" teológica do autor deste blog, talvez alguém o conheça e me possa ajudar.

Obrigado.

Fernando d'Costa

maria disse...

Fernando d'Costa

de onde tirou a ideia de que tenho aversão aos padres? Aversão seria um sentimento extremado que é coisa que eu francamente não possuo.
Não gosto da atitudes onde se atribui mais ênfase à maledicência e ao julgamentos de carácter do que à análise das situações.

Agora não se arme em ingénuozinho comigo porque vai dar-se mal.
Faça um esforçozinho e diga lá a verdade: se o comentário sobre o António Marujo fosse dito por um leigo lá da sua comunidade tinha-lhe dado o mesmo valor?

Eu li a reportagem em questão. É um trabalho jornalístico. Já tenho lido outros artigos do António Marujo, assim como leio o Religionline, neles vejo expressas algum pensamento do autor sobre diferentes questões da Igreja. Na maior parte estou de acordo. Mas não é isso que me leva a afirmar se é bom ou mau católico. Porque é redutor estar a colocar esses rótulos sobre quem quer que seja.

Anónimo disse...

Cara Maria,

responder-lhe-ei no seu blog.

Fernando d'Costa

Anónimo disse...

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