quarta-feira, 7 de março de 2012

Cristão e maçon: desmistificação de uma contradição



No "Público" de hoje, talvez respondendo a posições como a do advogado Ricardo Sá Fernandes. No entanto, 598 declarações não fazem a declaração ser infalível. Mas também eu penso que não faz sentido os cristão andarem pela maçonaria. Se é por uma questão de clubes e fraternidades, há outros menos ridículos. Se há coisa que a maçonaria é, a julgar pelos seus costumes e aparências, é risível e ridícula. Por isso mesmo, tenho de admitir que lá dentro deve haver coisas bem mais interessantes para exercer tanta atração.


Por outro lado, o afã antimaçónico papal também levou a que algumas vezes se metesse o pé na argola. Leão XIII deixou-se levar pelas patranhas antimaçónicas de Léo Taxil (a Wikipedia conta o essencial e Umberto Eco, no "Cemitério de Praga", romanceia sobre o assunto, aqui, o que lhe mereceu críticas do "L'Osservatore Romano"). No fundo, o grande Papa da "Rerum Novarum" acreditou no que desejava acreditar.

2 comentários:

Anónimo disse...

A maçonaria parece o clube dos desocupados. "Parece". Concordo que é ridícula e que alguma coisa que não divulgam se deve passar, porque essa gente manipula tudo e todos. Ai de quem lhes caia nas garras!

Anónimo disse...

Vão viver para a terra do bô e ousem enfrentar um maçon! Nem imaginam do que essa gente é capaz! Ali são eles quem manda. Dizem que até na Igreja...

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