domingo, 11 de março de 2012

Bento Domingues: Como funciona o Vaticano?

Texto de Bento Domingues no "Público" de hoje.

9 comentários:

Anónimo disse...

Coitado. Continua encarcerado no passado a viver de memórias em vez de escrever e falar para as pessoas de hoje. Sinto que envelheceu amargurado e tristonho. Já o irmão, Bernardo, envelheceu alegre, optimista e aberto à novidade de cada tempo.

Fernando d'Costa

Jorge Pires Ferreira disse...

Fernando d'Costa,

nem sempre me revejo nos textos de Bento Domingues, mas olhe que não concordo consigo (e não conheço tanto o irmão Bernardo). Bento Domingues está atento ao mundo e às pessoas de hoje - quem dera que muitos outros estivessem - e penso mesmo que evoluiu de algum radicalismo muito anos 70.

Anónimo disse...

Como não houve lugar para ele no Vaticano...

Anónimo disse...

Tanta gente má, pressupondo ser boa. Mesmo por aqui!

HD disse...

A pergunta final de Frei Bento, é crucial para os católicos.

O Vaticano, é o que vemos?
Será, que vemos alguma coisa?
Será, que todos vêm o mesmo?
Será, que todos querem ver?

A maioria do clero que por lá estudou, quer distancia daqueles corredores, por algum motivo.
“As semelhanças com um edifício orgânico comunista, são terrivelmente perigosas…” comentário de um padre ,que esteve lá recentemente, uns bons anos.

A história já nos ensinou bastante neste capitulo.

Há que confiar que o Espirito Santo, não anda distraído!
HDias

Anónimo disse...

Como uma religião de Estado totalitarista, lá por cima, mas com dinâmicas idênticas em muitíssimas das nossas paróquias, não?!!!

HD disse...

Por vezes!

Será que nas paróquias existe comunidade, ou uma ilha totalitária …
Num micro-zoom á realidade da maioria das dioceses de Portugal , um pequeno indicador: Quantas paróquias, possuem um Conselho Pastoral a funcionar?
Ou a funcionar devidamente ? ( há leigos, que nunca ouviram falar em tal possibilidade)
Ou tornar as contas anuais da paróquia, visíveis ,transparentes para a comunidade, e certificadas não só pelo pároco, como por leigos comprometidos? E ser apreciado na especialidade no referido Conselho Pastoral?
E aproveitar o Conselho Pastoral, para apresentar um Relatório anual de progresso evangelizador, tanto da paróquia como dos diversos movimentos e grupos? E fruto desta reflexão definir em Conselho as linhas mestras do próximo ano, articulados com os desafios eclesiais da diocese?
Fica bem em alguns círculos teológicos falar da corresponsabilidade dos leigos, mas depois observa-se com alguma frequência no dia a dia da Igreja - Instituição, modelos de decisão centralizadores e déspotas , por vezes maquilhados de “santo serviço”, onde quem tem poder tem a razão.
Perdem a proximidade, porque cultivam a distancia.
Perdem o envolvimento e a motivação dos restantes, porque cultivam a gestão do receio.
Perdem a qualidade , porque centralizam de forma arbitraria, gerando mediocridade.
Perdem a comunidade e a diversidade, porque insistem em expulsar quem não pensa e age subservientemente, com o vértice da decisão.
E admiram-se da “deserção” de fieis?

Anónimo disse...

O HD OU LÁ O QUE É QUE VÁ Á CIDADE ONDE EU VIVO: AMIAL. MARQUÊS, ANTAS, SANTÍSSIMO, LAPA, BONFIM, PARANHOS, BOAVISTA, CARVALHIDO, AREOSA, STO ILDEFONSO, FOZ - TODAS ELAS TÊM CONSELHO PASTORAL. NÃO FAÇA AFIRMAÇÕES BREJEIRAS. SIMPLESMENTE ESTES CASOS ESTÃO NA CIDADE INVICTA. VÁ DAR UMA VOLTA E NÃO FAÇA AFIRMAÇÕES GRATUITAS.

HD disse...

Se o anónimo das 17:32 tivesse vontade de ler o que foi escrito, não faria afirmações, essas sim injustificadas...

HDias

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