quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Meditações de Santo Agostinho

Carlos Abreu Amorim, que tentou demonstrar que era esta a narrativa de Salgado, recomendou-lhe que lesse as "Confissões" de Santo Agostinho. O banqueiro, assumindo-se como "católico praticante", com "o maior respeito" pelo grande Doutor da Igreja, garantiu que "sempre que posso leio as Meditações de Santo Agostinho". Não sendo "Meditações" nenhum título canónico da obra do santo de Hipona, a referência de Salgado não deixa de ser adequada. É que, Salgado, meditar, até pode ter meditado. Confessar, não confessou.

Ler mais aqui.


(nota do blogue: Carlos Abreu Amorim é, segundo o conhecimento geral, ateu. Ou pelo menos agnóstico.)

4 comentários:

Anónimo disse...

E maçônico

Anónimo disse...

A Igreja tem tanto Salgados. Alguns trocam as páginas do Evangelho pelas ligações maçónicas. Lembram-se daquele bispo que tem um Prémio Pessoa!!!! Como o adquiriu? Foi pela valia ou fidalguia?

Anónimo disse...

No próximo Fevereiro irá ser Cardeal se Deus quiser e o Papa também. Ui então nessa altura os cotovelos...

Anónimo disse...

Celebração presidida pelo Papa vai decorrer a 14 e 15 de fevereiro


Cidade do Vaticano, 11 dez 2014 (Ecclesia) - O porta-voz do Vaticano anunciou hoje que o Papa vai convocar um consistório para a criação de novos cardeais, marcado para 14 e 15 de fevereiro, após um encontro de dois dias com todo o Colégio Cardinalício.

O padre Federico Lombardi falava aos jornalistas, a respeito dos trabalhos do conselho consultivo de cardeais que decorre no Vaticano, analisando a reforma da Cúria Romana.

Portugal está representado no Colégio Cardinalício por D. José Saraiva Martins, prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos (com mais de 80 anos) e D. Manuel Monteiro de Castro, penitenciário-mor emérito.

Neste momento, há 112 cardeais eleitores, dos quais menos de metade são da Europa (53), seguindo-se a América (33 - 17 do Norte e 16 latino-americanos), África (13) e Ásia (12) e Oceânia (1).

Até final de 2015, seis destes cardeais vão completar 80 anos de idade, deixando de poder participar num eventual Conclave.

O primeiro consistório do pontificado de Francisco decorreu em fevereiro deste ano, com a criação de 18 novos cardeais, 16 dos quais eleitores.

Segundo o Código de Direito Canónico, os cardeais "constituem um colégio peculiar, ao qual compete providenciar à eleição do Romano Pontífice [Papa]", embora as funções dos membros do colégio cardinalício vão para além desta eleição.

Qualquer cardeal é, acima de tudo, um conselheiro específico que pode ser consultado em determinados assuntos quando o Papa o desejar, pessoal ou colegialmente.

Os requisitos para ser criado cardeal são, basicamente, os mesmos que estabeleceu o Concílio de Trento na sua sessão XXIV de 11 de novembro de 1563: homens que receberam a ordenação sacerdotal e se distinguem pela sua doutrina, piedade e prudência no desempenho dos seus deveres.

Paulo VI (1897-1978) fixou em 120 o número de cardeais eleitores do Papa e estabeleceu como idade limite para a possibilidade de votar os 80 anos, disposições que foram confirmadas por João Paulo II (1920-2005) e Bento XVI que, pontualmente, excederam o número estabelecido, derrogando a norma

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