terça-feira, 26 de novembro de 2013

Descentralizemo-nos, diz Francisco

Descentralizemo-nos, diz Francisco, porque o centro está em todo o lado. Somos católicos. O centro é Cristo. E ele até tinha uma certa atração pelos decentralizados, as margens, as periferias. Vem na exortação  "Evangelii Gaudium", que ainda não está em português.

Acrescento no dia 27: Como me sugeriu Fernando Cassola, o texto está em português na Rádio Vaticano. E como aponta Octávio Carmo (nos comentários), na Diocese de Braga.

7 comentários:

Anónimo disse...

Temos um poeta português em Roma e conselheiro do Papa... e não há quem traduza o Papa Francisco para a língua de Camões ?

Octávio Carmo disse...

http://www.diocese-braga.pt/media/uploads/2013/11/26/EXORTA%C3%87%C3%83O_APOST%C3%93LICA.pdf

Anónimo disse...

Ahahaha...o Tolentino está mais preocupado com as ratas do Rato...

Anónimo disse...

Ai... perdão... a boca fugiu-me para a verdade... ai... outra vez...

Paulo disse...

Hoje já tem..http://www.vatican.va/holy_father/francesco/apost_exhortations/index_po.htm

Anónimo disse...

Pelo menos o Tolentino ainda vai escrevendo coisas profundas. O que anda pra aí, a maior parte nada de jeito...

Jorge Pires Ferreira disse...

Não percebo porque este ódio ou pelo menos desprezo pelo P.e Tolentino, vindo de católicos, certamente.


Há dias (outubro), disse-lhe que, quando replicava algum texto ou opinião dele, de imediato surgiam comentários depreciativos, geralmente anónimos, no meu blogue. Ele lamentou que algumas pessoas usem a capa do anonimato para tais atitudes. E reconheceu, com franqueza, que é um risco inerente a quem escreve no espaço público.

Disse-lhe e mantenho que continuo a permitir o anonimato neste blogue. Quero crer que o anonimato pode servir para fazer o bem (há uma frase no evangelho sobre isso), ainda que para alguns seja apenas uma capa para a maledicência, para a cobardia.

Um outro amigo, conhecedor profundo da igreja em Portugal, disse-me que um certo grupo de pessoas despreza Tolentino Mendonça exactamente na medida da sua projeção pública. Isso tem um nome. Vem n'"Os Lusíadas". Mesmo no fim. É a última palavra.

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