quarta-feira, 17 de julho de 2013

Perdão até pelo Twitter


No "Correio da Manhã" de hoje. Nunca consigo compreender estes perdões papais.

18 comentários:

Priscilla disse...

E eu não consigo compreender estas noticias...

Anónimo disse...

Aposto que nas JMJ os média vão-se focar nas conversões para os movimentos pentecostais devido à maior abertura deste à homossexualidade. 5, 4, 3, 2, 2.

Anónimo disse...

Talvez a maior concentração de pessoas no planeta na próxima semana. Isso é o que conta. Quanto ao assunto: confissão individual é o ideal.

P.e Tiago disse...

Esta explicação talvez suavize o problema... pelo menos, embaralha:
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=115060

Anónimo disse...

O que mais a religião inventará?...

Anónimo disse...

Gutemberg quando introduziu as suas inovacoes nos metodos de imprimssao em massa, dos primeiros livros que tentou vender e reproduzir foi a Biblia (apesar do preco elevado, mesmo assim ficou mais acessivel a todos os Cristaos). Mas o que lhe salvou o negocio nao foi a venda de Biblias, mas a venda de perdoes de pecados imprimidos. Tal como hoje, ninguem procura ler a Biblia, a Palavra de Deus, entender e assimilar os ensinamentos de Jesus. Procuramos o efeito Coca-Cola, mete aqui a moeda e teras a salvacao. Penso que sera essa a proxima invencao, uma maquina de perdoes em vez do confessionario. Mete-se uma moeda de 2 Euros, e sai um perdao dos nossos pecados, imprimido do outro lado.

Anónimo disse...


Fixe! Para o povo, a vantagem é a do iDeus Simplex 2.0, que torna o pecado e a consequente absolvição mais fáceis, o que só pode representar mais clientes satisfeitos e oportunidades de crescer o negócio. Para o director financeiro do Vaticano, os padres pedófilos espalhados pelo mundo todo, e o papa propriamente dito pelo seu passado na ditadura Argentina, as vantagens também são grandes uma vez que escusam de ficar com os joelhos pisados e doridos para receberem o seu perdão. Essa dor fica assim reservada para os menores de 14 anos - por várias razões, entre elas o facto de não poderem ter conta no Twitter.

Anónimo disse...

Confissão, confissão, confissão. Porque será que todos têm medo dela? A resposta é óbvia.

Anónimo disse...

Só posso crer que seja uma história mal contada.
No caso desta notícia, sou mesmo descrente.
E o Papa Francisco merece que o tenhamos em boa consideração, nada tendo a ver com isto.

Anónimo disse...

Estas explicações teológicas para a culpa, a pena, o purgatório, o inferno, só servem para encher de ridículo a Igreja. Quanto não amealha o clero com estes perdões? Quantas vidas não destruiu com o pavor do "fogo eterno"? Onde está o Deus amor, pai, misericordioso, se é precisa a mediação de alguém se calhar mais pecador que eu para ser perdoado? Quem perdoa ao "intermediário"?
A Igreja vende missas, despacha sacramentos e agora upa upa até já salva pelo twitter.
Esperava mais clarividência deste Papa, mas além de ainda só ter dado sinais (e alguns contraditórios, como a santidade para D. Romero e para o capataz da Opus Dei ao mesmo tempo) insistir nesta bolorenta fantochada dos perdões pagos, só me entristece e cada vez mais desacredita nesta Igreja tão longe de Jesus.

Anónimo disse...

Declarar a santidade de D. Romero e de D. Álvaro apenas testemunha da diversidade de formas de incarnar o evangelho na vida concreta daquele que crê. Quanto à notícia do perdão pelo twitter, já foi esclarecida. Nada acrescenta ao que era prática antiga, senão no que diz respeito ao sentir-se unido à igreja também através dos meios de comunicação. Quanto ao resto, é bem verdade que a teologia tem algo a rever nestas coisas... muito a rever. Mas sem alarmes!

Anónimo disse...

Julgo que o Jorge é um catolico informado e se assim é deverá saber perfeitamente que as indulgencias nao sao nenhuma palhaçada mas antes uma forma de levar os catolicos ao verdadeiro arrependimento e conversao e q se isso nao acontecer (a conversao) de nada serviram. Apartir daqui o que é que interessa o meio ou a forma que o Papa utiliza para fomentar esse efeito no coraçao das pessoas? Por favor ja basta os brincalhoes e os ignorantes para achincalhar a Igreja.....

Anónimo disse...

Os comentadores deste blogue andam muito necessitados de indulgência plenária, por tanto dislate e tanta vaidade, embora se tenham registado algumas melhoras nos últimos tempos.

Anónimo disse...

Antigamente, na confissão, os padres faziam um questionário. A maior parte deixou-se de perguntas. Alguns, mais tradicionais, ainda o fazem. Presumo que introduzam novas perguntas. Como : E quanto à net,
meu filho/ minha filha ?

Peter disse...

Dizia um anónimo que “o que conta” era “a maior concentração de pessoas no planeta na próxima semana” ali nas jornadas! E ainda bem que se fazem acontecimento com essa dimensão comunitária estes encontros do povo de Deus, inquieta-me é que tudo continue na mesma como sempre tem acontecido entre a maioria dos participantes depois destes encontros quando o “vinho falta depois na festa”.. que é como quem diz: as emoções, os abraços e a alegria dos cânticos e dos gritos se extinguem depois destes encontros na voragem da rotina dos dias…! Pergunto-me onde andarão esses milhares de jovens e não só que nos encontros anteriores encheram as praças do mundo quando visitados pelo Papa! Onde estão esses corações amados pelo Pai? Nos templos! Nos lugares da frente no serviço aos outros! Nas explosões do crescimento das vocações! Onde andará tanto jovem que ali gritou a alegria de ser Igreja!.. Onde e como estarão também estes jovens no próximo encontro no Brasil daqui a uns meses! Realmente, entre tais interrogações, esta questão do Twitter torna-se apenas um detalhe… Mas compreende-se…sempre foi mais fácil passar de lado da questão vital distraindo-nos-desviando-nos pelos periferias das nossas prioridades nos caminhos de Deus!

Anónimo disse...

Na sua próxima homilia na JMJ, quando todos estes cristãos amantes das "massas" estiverem a estourar de orgulho pela demonstração da cristandade, tempos tão gratos a essas almas,
o Papa podia perguntar aos jovens, quem são os que cumprem o preceito da castidade antes do casamento. Depois podia perguntar quem já usou métodos anticonceptivos, em particular às jovens sobre a pílula.
Que acham da sacerdócio reservado aos homens e do tratamento aos divorciados. Ou do acumular escandoloso de riqueza por algumas ordens religiosas, (aos jovens portugueses podia referir as que ficaram a arder no BPP e no BPN).
O que acham das mordomias e do tratamento aristocrático aos nossos bispos.
Podia perguntar também se há homossexuais ou lésbicas entre a assistência. Quem são os jovens assíduos aos sacramentos, em especial a confissão (agora diz-se reconciliação , não choca tanto) e a eucaristia. Ou quem conhece o CIC, embora aí pudessem responder-lhe que Jesus também não o conhecia.
E já agora, como estão de esperança neste mundo futuro cada vez menos evangélico.

Talvez finalmente percebam que estes ajuntamentos só servem para isso: ajuntar. Estarem uns com os outros e longe dos pais. Até desse gozo podem sair algumas vocações, mas andamos a enganar-nos e se olharmos à nossa volta, à nossa escala, podem lá estar 2, 3, 4 milhões, mas faltaram 40 ou 50 vezes mais.

Anónimo disse...

Muitos sao os chamados, mas poucos os escolhidos. Nao importa quantos la vao estar, o que importa sera que estes acontecimentos fortalecem a fe dos jovens que realmente marcam presenca na Igreja de hoje, e de amanha, em muitos cantos do Mundo. Sao experiencias importantes para quem as viveu e continuou vivendo a festa e o "vinho" nas suas Igrejas locais. No meio de milhoes que se ajuntam, no meio dessa massa, estara com certeza presente o fermento. Quanto a lista que o 11:10 apresenta, algumas das respostas a essas questoes e inquietacoes, virao desses "novos vinhos" que se apresentam nas JMJ. O 11:10 nao deveria se deixar ficar no canto, junte-se a festa, venha trabalhar nos campos que faltam trabalhadores... vera que ha muitos jovens hoje na Igreja que se incomodam com as mesmas questoes que aponta acima.

Anónimo disse...

Sim o Zé das 11.10h esquece se que com Cristo eram 12. Pra semana 2 ou 3 milhões. Eu sei que lhe causa dor de coto.

Os dois maiores erros da história de Portugal

António Rendas, reitor da Universidade Nova (de partida) e durante dez anos reitor dos reitores portugueses, diz que "expulsar os judeu...