quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Episódio gay num romance impede que búlgaro seja embaixador no Vaticano?

Kiril Marichkov

O Vaticano vetou o diplomata búlgaro Kiril Marichkov, que também é jurista e escritor, para embaixador na Santa Sé. As razões para a nega não foram adiantadas, mas diz-se que se devem a um episódio de homossexualidade narrado no livro “Clandestinação” [desconheço o título original; traduzo o espanhol “Clandestinación”], de que o diplomata, casado e com filhos, é autor.

No livro, dedicado à mulher de Kiril, aos filhos e a Deus, um jovem do Leste da Europa prostitui-se com um homem num bairro periférico de Roma e depois vai a uma igreja pedir perdão a Deus.

Li a notícia aqui.

A serem verdade as presunções da imprensa, pesa mais na decisão um episódio de prostituição homossexual do que a denúncia do drama dos imigrantes de Leste. Ou será que o nome do diplomata (não sei como se pronuncia o apelido) causa engulhos – ou talvez risos - nos corredores latinos do Vaticano?

21 comentários:

Anónimo disse...

Claro que tinham que negar. Lá podem admitir a concorrência?! Ou querem negar que os há por lá?

Anónimo disse...

Embaixadores larilas na Igreja, não por favor!

Jorge Pires Ferreira disse...

O candidato a diplomata, como diz o texto, é casado e tem filhos.

Anónimo disse...

Larilas à forca!

Anónimo disse...

7:24 p.m. e 12:33 p.m., você parece daqueles que o são, mas não admitem, nem para si próprios.

João Silveira disse...

Lá está o Jorge a alimentar boatos e murmurações.

"Diz que..." e assim começam as conversas dos que passam a vida a falar da vida dos outros.

Jorge Pires Ferreira disse...

Lé estão o João obcecado com o que eu escrevo. Se clicar no link que indico vê que não alimento nada. Limito-me ao que está escrito na notícia que é a fonte do meu texto.

Parece-me, por outro lado, que olhou ao espelho para escrever esta sua frase: «"Diz que..." e assim começam as conversas dos que passam a vida a falar da vida dos outros».

Anónimo disse...

Realmente este sr João Silveira, ex-discípulo amado, até pode falar, não há dúvida!
É ler os comentários que tem feito para perceber o que mais gosta de fazer: falar dos outros, criticando pela negativa.

João Silveira disse...

Jorge, obrigado pela versão adulta do "Quem diz é quem é".

O seu link não prova nada, e mais uma vez está a alimentar boatos, à boa maneira das porteiras.

Jorge Pires Ferreira disse...

João, que me calunie a mim, já estou habituado. Podia era deixar as porteiras em paz. É isso que pensa delas? Há uma passagem do evangelho que se aplica ao caso. Fala de traves e de ciscos. Saberá aplicá-la.

Jorge Pires Ferreira disse...

Já agora, em relação ao caso do diplomata búlgaro, se sabe mais do que o que está no texto, diga. Se não sabe, talvez admita que a nega do Vaticano, ao não esclarecer os motivos, dá aso às especulações, coisa que, no entanto não fiz. O que está em itálico, sendo meu, é obviamente uma piada, pois por muito que um nome seja embaraçante, julgo que nunca será motivo para recusar alguém num cargo.

Anónimo disse...

A igreja católica, com o celibato de padres, freiras e frades, é a maior fábrica de homossexuais de que há memória. Está tudo dito!

João Silveira disse...

Jorge, chamá-lo porteira é insultar as porteiras? Então retiro o que disse e peço desculpa às porteiras.

Se o post não quer dizer o que diz então porque é que o publicou?

Jorge Pires Ferreira disse...

João, o que escreve não deve ser levado a sério. Se é para levar a sério, não tem grande lógica – o que, a julgar por outros comentários, é coisa que não se pode exigir a si. Porém, se é paródia, não tem piada. Na realidade, sentido de humor também não é algo que se espere em quem já disse que se sente com a missão de andar à cata de erros.

Vejamos. Primeiro escreve (sobre mim):

“O seu link não prova nada, e mais uma vez está a alimentar boatos, à boa maneira das porteiras”.

E eu respondo:

“(…) Que me calunie a mim, já estou habituado. Podia era deixar as porteiras em paz. É isso que pensa delas?”

E o João insiste, numa frase que ilustra bem a lógica silveiriana, que, como está patente, habitualmente é nula:

“Jorge, chamá-lo porteira é insultar as porteiras? Então retiro o que disse e peço desculpa às porteiras.

O insulto não pode estar em chamar-me porteira ou vice-versa. Seria mirabolante se tal acontecesse. Eu nem sequer falei em insulto – mas é pedir-lhe de mais que seja rigoroso nos termos. Disse que me caluniava ao afirmar que eu alimento boatos e quis que pensasse que poderia estar a ser preconceituoso em relação a uma categoria profissional, já que escreveu: “a alimentar boatos, à boa maneira das porteiras”.

Portanto, se quer pedir-lhes desculpa, peça-lhes por causa deste seu preconceito.

João Silveira disse...

Ahah com o Jorge é vira o disco e toca o mesmo. Vem outra vez acusar-me de andar à cata de erros, quando o próprio Jorge se dedica a fazer o mesmo, e este post é a prova disso. Como é que era aquela história de traves e ciscos?

Quanto às porteiras, não se preocupe, que nunca mais as insulto, nunca mais digo que o Jorge é como elas.

Em relação a este post, é engraçado como está baseado num boato. Mas agora o Jorge vem dizer que seria ridículo que isso fosse verdade. Então qual é a notícia, que alguém não foi contratado? Boa, acontecem milhares de casos por dia! Grande novidade

Jorge Pires Ferreira disse...

João é incrível a sua capacidade de ler e resumir textos. Então agora a notícia é que "alguém não foi contratado"? Desde quando é que um Estado (Santa Sé, no caso) contrata diplomatas de outros países (o embaixador da Bulgária, no caso em questão)?

Isto não faz o mínimo sentido, mas o João continua a pavonear a sua estupidez. Bom proveito.

João Silveira disse...

“pavonear a sua estupidez”, isto é um insulto ou uma calunia?

Eu não consigo dizer piadas, mas o Jorge é perito no humor...mesmo sem querer!

Onde é que eu disse que tinha sido o Vaticano a não contratar alguém?

Mas ainda não conseguiu explicar qual a relevância da notícia. Primeiro dá crédito ao rumor, agora já diz que não faz sentido...realmente não faz sentido!

Jorge Pires Ferreira disse...

«“pavonear a sua estupidez”, isto é um insulto ou uma calunia?»

Nem uma coisa nem outra. Uma opinião baseada em factos que aponto. Um resumo do modo como aborda as questões. O sr. é que poderá tomar por uma coisa ou outra - deixo isso à sua consideração (mas não precisa de me dizer qual a opção toma). Digo isso, porque, por exemplo, escreveu isto:

«Então qual é a notícia, que alguém não foi contratado? Boa, acontecem milhares de casos por dia! Grande novidade».


Não resume nada do que está na notícia. E mesmo que seja ironia, não faz sentido. Completamente ao lado.

Ora, esta sua frase responde a:

«Onde é que eu disse que tinha sido o Vaticano a não contratar alguém?»

Porque a notícia não é sobre uma contratação. É sobre um veto do Vaticano e sobre as especulações de outros sobre o motivo do veto. Não minhas.

Se interpreto mal o que escreve, seja mais claro - lá estou eu com o "vira o disco e toca o mesmo", pedindo-lhe demasiado.

João Silveira disse...

Jorge, não lhe vou dar mais desculpas para não responder à pergunta que já lhe fiz 3 ou 4 vezes. Responda, se conseguir...chega de fait-divers.

Jorge Pires Ferreira disse...

Se alguma coisa está por responder da minha parte, é porque ou não quero responder ou acho que não é preciso responder.

Anónimo disse...

O Sr Silveira deveria ter bom senso e deixar de fazer comentários neste blogue. Já enjoam os comentários que faz.

Os legionários, os arautos, os sodalícios, os malteses, os imaculados... todos diferentes, todos muito iguais nos lados obscuros, nas trapal...