quarta-feira, 25 de abril de 2012

Vasco Graça Moura: A questão dos feriados

Vasco Graça Moura escreve no DN sobre os feriados religiosos e civis.
Os feriados religiosos, ligados a evocações e cerimoniais do calendário litúrgico, têm na sua origem a destinação de certos dias para celebrações religiosas de sinal específico e para a interiorização das orações correspondentes, no caminho da salvação da alma. O feriado teria sido inicialmente destinado a permitir a participação numa determinada festa da Igreja e a concentrar mais intensamente a devoção do cristão num dia em que ele não teria mais nada que fazer a não ser isso. Não seria propriamente um dia de descanso, mas de devoção, que era vista como obrigação, sendo proporcionado assim um tempo interior para a vida religiosa.
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2 comentários:

Anónimo disse...

Há muito, muito tempo...
Agora até a Sexta-feira Santa é trocada pela Segunda-feira seguinte para "ir à feira de Espinho".
Quais feriados religiosos qual carapuça. Basta-nos a Páscoa e o Natal, que até são ao Domingo.
A devoção cristã está muito pior que os nos. dos inquéritos de participação na Missa.

Jorge Pires Ferreira disse...

Concordo consigo, que nos bastam o Natal, a Páscoa e o domingo. Mas o Natal não é ao domingo. Podia bem ser, por exemplo, no último domingo de cada ano, porque o ano novo começa precisamente na oitava do Natal. Mas o Natal é uma festa universal, mesmo que pouco cristã, e seria impossível deixar de celebrá-la no 24/25.

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