quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Rilke: Ainda ninguém soube morrer

(continuação)



Senhor, somos pais pobres que as pobres bestas
que, mesmo cegas, acabam a sua própria morte,
porque ainda ninguém soube morrer.
Faz com que aquela que domina a ciência
entrelace a vida em caramanchões
sob os quais Maio florirá mais cedo.



(continua)

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