Ortodoxia não significa a repetição impensada e invariável das fórmulas usuais. (...) Ortodoxia é falar da nossa fé de maneira a manter em aberto a peregrinação para o mistério. (...) É uma falta de coragem precipitar-se para a condenação.
Timothy Radcliffe, na pág. 275 de "Ser Cristão para quê?" (ed. Paulinas)
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