Julian Barnes, que é agnóstico, afirma: "Pelo menos, um Deus inexistente proteger-nos-á de gnomos e duendes e demónios da floresta inexistentes, ainda que não dos lobos e dos ursos (e leoas) existente" (pág. 32 de "Nada a Temer", ed Quetzal).
Não é por ser útil que se deve, melhor, pode acreditar em Deus. Mas há utilidade em acreditar em Deus, principalmente a que vem do sentido versus absurdo, ainda que a utilidade seja consequência e não causa. Mesmo que fosse só uma ideia, Deus seria a mais espantosa ideia do ser humano.
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2 comentários:
"Mesmo que fosse só uma ideia, Deus seria a mais espantosa ideia do ser humano."
E este seu pensamento adicional podia ser ele mesmo todo um post :)
Apoiado Silver Tree!!
Saudações,
Paulo Campos
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